oi

Olá,

passei para dar um oi, dizer que estou sumida sim. Motivo: não sei. Simplesmente não tenho tido tanta vontade de escrever. O mesmo acontece no twitter e no Facebook. Ou seja, não troquei um pelo outro. Apenas não estou inspirada. Mas, sabe como é, Carnaval chegando, bateu aquela empolgação. Então, ficam aqui meus votos de um feliz carnaval para todos. Beijinhos, Re

Estopa, mas pode me chamar de Mutley

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Ele é um fofo, super educado, carinhoso, mimoso, feliz e, mesmo assim estava na rua. Se foi abandonado ou fugiu, não temos como saber. O fato é que, graças a Deus, esta belezinha de poodle hoje vive aqui em casa, comigo e com o Well. Uma benção. Como foi o processo de adoção? Super simples. 

O Wellington sempre quis um cachorro, mas eu estava muito reticente, reclamando da minha alergia e blá, blá, blá. Mas achei que eu deveria deixar minhas frescuras de lado e entrei de cabeça no projeto de adoção de um cachorrinho. Well sempre foi contra à compra de bichinhos, o que faz todo o sentido. Afinal, por que comprar por um animalzinho se tantos estão nas ruas precisando de amor? Com esse sentimento, iniciei minhas buscas e encontrei um site muito bacana chamado “Amigo não se compra”. Lá é possível encontrar cães e gatos que foram resgatados das ruas ou que estão para adoção pelos mais variados motivos.

É possível escolher a raça e o porte do animal, além de fazer buscas por todas as cidades do Brasil. E assim, iniciei minha busca. Para minha surpresa, logo de cara me apaixonei por um cachorrinho, sim, este da foto aí de baixo.

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Entrei logo em contato com a pessoa que o resgatou da rua, conversamos bastante, ela quis se certificar que eu não abandonaria o bichinho, que poderia cuidar dele com amor e carinho e, logo em seguida, marcamos um dia para que eu buscasse o fofucho. Na época, ela colocou nele o nome de Estopa, mas achávamos que ele tinha mais cara de Mutley e o rebatizamos. Claro que só mudamos o nome dele porque, na prática, nem ele sabia o nome dele. A menina que o resgatou na rua o batizou assim, mas ficou com ele menos de uma semana. Por isso, e apenas por isso, tivemos coragem de mudar o nome do bichinho.

Assim que o encontramos … nos apaixonamos. Ele ficou quietinho no carro, deitado no colo do Well. O levamos para um PetShop e demos um bom banho nele. Depois, o levamos ao veterinário. Ele veio com alguns probleminhas de pele e diarréia, o que é normal para um cachorro que ficou na rua, tomou banho de chuva e comeu sabe-se lá o que né. E o veterinário foi um fofo, abraçou a causa e também se apaixonou por Mutley.

Na verdade, esse pequeno tem um olhar que cativa mesmo, uma carinha de pidão impressionante. E ele é educado !!! Adora passear de coleira, sempre gostou, desde o primeiro momento conosco, só faz cocô na rua e, em casa, faz o xixi na fraldinha. Infelizmente ele não come ração, mas continuamos tentando. 

Outra característica incrível dele é a noção de propriedade. Ele sabe exatamente o que é dele, onde fica cada coisa e quem pode tocar nas coisinhas dele. O cara é muito inteligente e super recomendo a experiência da adoção para quem, de fato, tem vontade de ter um animal e muito amor para dar. E paciência, claro. Digo isso porque o Mutley tem alguns traumas. Não sabemos se ele apanhou na rua ou na casa anterior, mas ele tem pavor de barulho de tapa, não é muito sociável com outros cachorros, demonstra medo mesmo, e não gosta que a gente o cubra com algum paninho. Parece que ele tem medo. 

Se faria tudo de novo? Claro. Foi uma das melhores coisas que já fiz na vida. Mutley é nosso xodó e o membro mais querido dessa família. O amamos muito. Veja se não temos razão:

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Quem quiser conhecer o site onde o encontramos, basta clicar aqui.

Eleição no Sindicato

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Amigos jornalistas,

teremos eleição para o nosso sindicato nesta semana e, claro, vou pedir o voto de todos para minha amiga Paula Máiran, que conheço e admiro como pessoa e profissional. Votem na Chapa 2 – Sindicato é pra lutar!

Quem quiser conhecer as propostas da chapa deve dar uma olhada no blog deles: http://sindicatopralutar.wordpress.com/

Conheça os membros da chapa:

Nossos candidatos:

Presidente: Paula Máiran
Formada na UFF há 20 anos, trabalhou no Jornal do Brasil, Estadão, O Dia, Extra, Folha de SP, Destak, O Fluminense e como assessora de Comunicação do Detran-RJ, assim como de organizações privadas e de ONGs. Em 2009, foi delegada na Conferência Nacional de Comunicação. Atualmente, é assessora de imprensa de mandato parlamentar na Câmara Municipal de Niterói.

Vice-presidente: Randolpho de Souza
Jornalista desde 1963 trabalhou no Boletim Cambial, Assessoria de Imprensa da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, Jornal do Commercio, Dinheiro Vivo, Estado de São Paulo, Jornal da Tarde, Revista da Abamec, Revista Executivo Financeiro, Rádio Jornal do Brasil, Rádio Roquete Pinto e, hoje, atua no jornal Monitor Mercantil.

Secretária-Geral: Claudia Abreu
Graduada pela UFF , trabalhou no Instituto de Comunicação Sindical, no governo do Estado do Rio de Janeiro e em diversos sindicatos de trabalhadores. Fez parte de diversas organizações sociais que atuam pelo Direito à Comunicação: Campanha Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania, Frente por um Sistema Democrático de Rádio e Tv Digital, Comitê pela Democratização da Comunicação, ComunicAtivistas, entre outros, e fez parte da comissão organizadora da Conferência Estadual de Comunicação do RJ. Trabalha no Sindipetro-RJ desde 2004.

1ª Tesoureira: Camila Marins
Formada pela PUC de Campinas e pós-graduanda em Comunicação Empresarial pela Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. Foi jornalista do Sindicato dos Trabalhadores da Uerj (Sintuperj), gerente de comunicação da agência Entrefatos e, atualmente, é assessora de comunicação da Fisenge.

2ª Tesoureira: Amelia Sabino
Formada em jornalismo pela UFF em 2011, está no Diário Lance! desde 2008. Atualmente é repórter especial para a Copa das Confederações e Copa do Mundo de 2014.

Suplentes

André Vieira
Mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), André Vieira atua na comunicação popular desde 2004, quando apresentava um programa de cultura numa rádio comunitária de sua cidade, Maceió. Atualmente coordena a equipe de colaboradores da Telesur no Rio de Janeiro e é editor da TV Memória Latina, veículo independente do Rio de Janeiro. Foi assessor de órgãos públicos em Maceió e trabalha também com cinema, tendo produzido três documentários desde 2010, quando começou a morar na cidade do Rio.

José Olyntho Contente Neto
Nascido em 1956, em Belém do Pará. Formado em 1980 pela Faculdade de Comunicação Hélio Alonso. Trabalhou no Jornal dos Sports, O Fluminense, Jornal do Commercio, Tribuna da Imprensa e na CUT do Rio de Janeiro. Atualmente exerce a profissão no Sindicato dos Bancários e no Sindsprev/RJ.

Regina Quintanilha
Formada pela PUC/RJ em 1983. É assessora de imprensa no Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro. Iniciou a carreira no jornal Última Hora, passando também pela redação de O Globo e o Fluminense. Trabalhou na assessoria de imprensa da secretaria municipal de Esportes e Lazer. Ex-assessora dos sindicatos de Aeronautas, Engenheiros, Metalúrgicos e Petroleiros de Duque de Caxias.

Raquel Júnia
É jornalista formada pela UFF. Trabalhou no Núcleo Piratininga de Comunicação, foi jornalista responsável pelo portal educativo Em Diálogo, desenvolvido pelo Observatório Jovem do Rio de Janeiro. Fez parte da comissão organizadora da I Conferência Municipal de Comunicação. Trabalhou como repórter na Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Desenvolveu reportagens para o jornal Brasil de Fato e para a Revista Caros Amigos. Atualmente é jornalista da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), onde assume a função de repórter da Rádio MEC.

Samuel Tosta
Samuel Tosta é fotógrafo e estudou Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Faz foto reportagem para os movimentos social e sindical por mais de 20 anos.

Delegados na Fenaj

Gizele Martins
Formada em Jornalismo pela PUC/Rio, trabalhou na TV Brasil e atualmente é assessora de comunicação do Conselho Regional de Psicologia (CRP-RJ). Faz parte do Jornal O Cidadão, que circula há 13 anos no Conjunto de Favelas da Maré, localizada na Zona Norte do Rio de Janeiro. Este meio comunitário trabalha com a defesa da identidade, com direitos humanos e com a valorização da cultura local.

Vivian Virissimo
É correspondente do jornal Brasil de Fato no Rio. Trabalhou como redatora e repórter no jornal eletrônico Sul21 em Porto Alegre. Em Florianópolis, concluiu mestrado em Jornalismo pela UFSC, com o tema “Apuração Jornalística na Internet”, em 2009. Atuou em campanha política, rádio, revista e assessorias.
Conselho Fiscal

Daniel Fonsêca
Formado em Jornalismo pela UFC em 2004, com especialização em Teorias da Comunicação e da Imagem pela mesma instituição (2008) e doutorando em Comunicação e Cultura na UFRJ. Atualmente trabalha no Canal Saúde, da Fiocruz, além de integrar o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social e o Instituto Brasileiro de Pesquisas, Direitos e Movimentos Sociais (IPDMS).

Cecília de Moraes
Jornalista, 46 anos, com pós-graduação em Opinião Pública, Mídia e Estratégias de Comunicação Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro – IUPERJ, e em Pesquisa de Mercado e Opinião Pública, pela Faculdade de Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Atuou como repórter em rádios e jornais da cidade do Rio de Janeiro; como freela em Londres; e em assessoria de imprensa/comunicação. Atualmente é assessora de imprensa de mandato parlamentar na Câmara Municipal do Rio.

Fran Ribeiro
Mineira de nascimento, alagoana de coração, começou a militância no movimento estudantil de comunicação, que tem a Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social – Enecos – como principal entidade representativa. Formada há três anos, atualmente, trabalha como produtora e repórter da TV Memória Latina, meio de comunicação independente que tem atuação junto aos movimentos socais do Rio de Janeiro, de outros estados brasileiros e países da América Latina.

Manifestações em todo o país

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Hoje é dia de mais uma manifestação aqui no Rio de Janeiro. Infelizmente, não poderei ir a esta. Compromissos pessoais agendados há muito, sabem como é. Mas estarei com o povo e serei bem representada por amigos bacanas, antenados e engajados que têm participado de todos os protestos aqui na cidade.

Onde isso vai parar? Quando vai parar? Perguntou-me hoje uma colega de trabalho. Resposta: Não sei exatamente. Ninguém sabe. O que se sabe é que: do jeito que está, não vai ficar. O povo descobriu, finalmente, o poder que tem. Agora é definir melhor as pautas e propostas. Que venham novas mudanças e #ForaFeliciano

Além da escuridão – Star Trek

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Sei que não é meu perfil, mas ontem assisti ao filme “Além da escuridão – Star Trek” e, confesso, até que gostei. Muita ação, muitos efeitos e um roteiro doido, bem maluco mesmo, mas interessante.

Fiquei com um pouco de dor de cabeça com o 3D, mas nada que atrapalhasse o acompanhamento do filme. Valeu tb pelas companhias. Além do Wellington, assisti ao filme ao lado do Reginaldo, grande amigo e entendedor de toda a saga.

Ele fez váriois comentários pertinentes durante o longa e me esclareceu muitas dúvidas. Quais? Não vou contar porque não quero estragar a surpresa de ninguém. Bom filme.

Violência

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As notícias de violência do tipo polícia-bandido já não me surpreendem mais. Não sei se isso ocorre por eu ter trabalhado muitos anos em editorias polícia/cidade de alguns jornais cariocas. Na verdade, o que tem mesmo me chocado é a violência que tem brotado entre pessoas classificadas como normais pela sociedade. Situações bobas do dia-a-dia que estão tendo finais violentos e absurdos.

Primeiro foi o crime bárbado no estado de SP em que um homem, incomodado com o barulho dos vizinhos, pegou uma arma, matou o casal e depois se suicidou. Não consigo entender esse tipo de surto pode ter causado tal ação. Foi como um amigo meu colocou no Facebook, o caso é tão estranho que o cara queria tanto o silêncio, mas matou o casal e não desfrutou nem 2 minutos do esperado silêncio. Ao perceber a estupidez que havia cometido, meteu uma bala na cabeça. Que sociedade doente.

Depois foi o prefeito do RJ, Eduardo Paes, que deu um soco na cara de um músico que o chamou de prefeito de bosta. Paes alegou que se descontrolou ao ouvir as ofensas e que agiu como Pessoa Física e não como prefeito (com se isso fosse possível). Isso é tudo tão bizarro, tão sem sentido, que fico sem reação, meio que congelada diante das notícias, quase sem acreditar no que meus olhos estão lendo.

Onde foi parar o bom senso das pessoas? O espírito apaziguador? A camaradagem com os vizinhos? Com os parceiros de mesa de bar/restaurante? Agora tudo se resolve na bala? No tapa? Esse mundo não é pra mim.

A difícil hora de partir

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Quem nunca sofreu de amor que atire a primeira pedra. Acho que praticamente todos os seres humanos já passaram por isso. Normal, claro. O que me chama a atenção é a incapacidade de algumas pessoas em deixar o passado ir, em seguir seu rumo.

Por que será que isso acontece? Por que algumas pessoas não conseguem desapegar e ficam ali, enchendo o saco, mandando fotos, mensagens, textos …. por que? Seria falta de amor próprio ou apenas uma vontade absurda de encher o saco alheio?

Por que não admitir que perdeu um batalha ? Não entendo gente assim, sem amor próprio. Sei que não é viável que todos tenham o tempo todo 100% da estima em alta, mas, Jesus, é preciso ter o mínimo de amor por si mesmo e saber a hora de entregar os pontos, de anunciar que perdeu a batalha e seguir em frente.

Sempre dá para seguir em frente, recomeçar, conhecer outra pessoa ou mesmo ser feliz sozinha. Praticar o desapego é preciso ! Até porque, se você ama alguém, acho justo que queira ver tal pessoa feliz, mesmo que não seja com você, certo?

Nunca fui esse tipo de mulher que fica no pé do ex, correndo atrás, pedindo pra voltar. Sempre soube a hora de tirar meu banquinho e me retirar. Não há ninguém no mundo que valha tanta humilhação.

Audição seletiva

Além de ter uma memória seletiva, descobri hoje que também tenho audição seletova ahahaha achei que isso fosse coisa de velho, mas, pelo jeito, fui acometida por este mal ou bem ahahaha

Graças a minha audição seletiva não prestei atenção no papo de uma colega de repartição que falava sobre as fezes de sua avó. Fui salva !

Windows fone – review

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Os amigos chegados já sabem que meu Iphone quebrou. Pois é, fiquei triste, levei pro conserto, busquei na lojinha e, no dia seguinte, deu pau de novo. Fiquei puta mesmo pq o Ipad tb deu pra apresentar problemas. Seria esse o fim do meu casamento com a Apple?

Ainda não tenho resposta para esta pergunta, mas o fato é que decidi experimentar algo diferente e, ao contrário do que faz a maioria, não apelei para o Android. Se é pra mudar, que seja de forma radical. E assim foi. Saí da minha zona de conforto. O Wellington me deu um Nokia Lumia e, quer saber, estou adorando.

Todo mundo fala que o grande problema dos telefones com sistema operacional windows é a pouca quantidade de aplicativos. Olha, pode até ser, mas não é nada tão bizarro assim. De todos os apps que eu tinha no iphone, apenas 3 eu não consegui achar: o do Santander, o Wase e o Instagram. Vamos combinar que, importante mesmo, entre estes é o do Santander. Era muito cômodo acessar os dados da minha conta pelo celular. O wase tb é um app mão na roda, mas o app de mapas do windows é bem bacana, diria até que é melhor que o da Apple e estou me virando bem com o que tenho. Até porque outro ponto positivo é a possibilidade de baixar mapas do mundo todo e ter acesso a eles quando se está desconectada (uma super vantagem para quem vive numa cidade onde a conexão 3G cai toda hora 0/ ).

Outro ponto importante a ser ressaltado: consegui recuperar meus contatos, músicas e fotos que estavam na icloud e colocar no Lumia. E foi fácil. Tentei fazer o processo pelo outlook, mas não tive muito sucesso. Parti então para o gmail. Como? Passei as infos dos contatos da nuvem para o gmail e depois para o Lumia. Não levei nem 5 minutos para isso.

Claro que já estou usando o Skydrive, a nuvem da Microsoft, e, por hora, tá tudo certo. O sistema tem uma interface bem diferente e que causa uma certa estranheza no começo, mas isso passa logo. Não levei muito tempo para me habituar e, sinceramente, saber que posso personalizar da forma que quiser a home do celular é bem bacana.

Outro ponto interessante é a interação entre as redes sociais e o celular. Não preciso, por exemplo, acessar minha conta no Facebook para saber se deixaram algum comentário, se curtiram algo ou mesmo ver minhas postagens. Posso ver tudo isso sem mesmo abrir o app do Face. Isso tem sido bem útil e me poupa um certo tempo. Ah, posso também postar coisas, incluindo fotos, sem ter que entrar no app.

Quando aberto, o Facebook se apresenta de uma forma totalmente diferente que no Iphone. Fiquei meio perdida, mas estou achando até melhor, mais bem organizado e bonito. O mesmo acontece com o Twitter.
Outro app que me chamou atenção foi o do tempo. Achei muito detalhado e bem melhor que o do Iphone. Dá pra ver até mesmo os gráficos da previsão do tempo com um único passar dos dedos.

O áudio é outro ponto positivo. Quando ouço uma música sem plugar os fones, a música não fica escrota, não tem nenhum som abafado. Pelo contrário, fica tudo claro e com um bom volume.

O processador Snapdragon da Qualcomm está me surpreendendo com sua agilidade e, confesso, outro ponto muito positivo é a durabilidade da bateria. Antes, com o Iphone, eu chegava às 10h com a bateria já quase zerada. Hoje, o mesmo só acontece lá pelas 15h. Um ganho e tanto.

Outro ponto positivo é o pacote Office. É muito legal poder criar textos no Word, tabelas no Excell e apresentações no Power Point ou mesmo modificar algum arquivo já existente. Este é um recurso e tanto que acredito que utilizarei bastante. Até porque, vamos combinar, sempre senti falta de um bom editor de texto no Iphone.

Ainda não testei todos os apps que baixei, mas posso garantir que, por hora, estou muito satisfeita. Se essa é uma despedida dos celulares de Jobs, não posso garantir. Quando descobrir, aviso.

Clube das Unhas

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Estou em estado de choque. Graças ao Twitter tomei conhecimento de um site chamado Clube das Unhas. Jesus, é muita cafonice em um lugar só. Alguém, por favor, pode me explicar quando esses desenhos nas unhas passaram a ser moda e, o mais importante, por que? Sério, por que uma pessoa perde tempo fazendo tal coisa nas mãos? Juro que não entendo.

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Sobre a nossa vulnerabilidade

Como somos vulneráveis, não? Sabe o que é pior? a gente nem sempre se dá conta disso e acabamos ficando ainda mais expostas às intempéries da vida. Tenho acompanhado de perto os problemas de algumas amigas, falo dos problemas sentimentais, e a cada dia fico mais surpresa com tudo: com elas, com o mundo, com a cara de pau de alguns homens, o lado cafajeste de outros e, claro, chocada até mesmo comigo e a enorme capacidade elástica que desenvolvi ao longo dos últimos anos.

Isso mesmo, estou me tornando uma pessoa ultra hiper mega power flexível no tocante aos relacionamentos. Tenho medo até mesmo de estar exagerando. Me pergunto: No que a vida me transformou? Isso acontece com todo mundo? A idade nos dá essa característica? Talvez seja um mix de tudo: experiências de vida e idade. Daí a gente vai relativizando mais as coisas, deixando umas implicâncias de lado e deixando no pacote aquilo que, talvez, seja o que realmente importa.

A cada dia acredito que penso menos em comprar algumas brigas, barulhos, histórias. Acredito que o sentimento é mais importante e que a confiança é tudo. Nos outros e, sobretudo, em nós mesmos. Já escrevi várias vezes aqui e repetirei: não podemos depositar nossa felicidade e esperança no colo alheio. Temos que colocar no pacote a nossa responsabilidade. E, sinceramente, não acho que para isso devemos fazer as coisas super planejadas, calculadas.

A vida exige mais da gente e, volta e meia, temos que decidir mesmo que num impulso e confiar. Por isso que, se confiamos na gente, a chance de uma grande cagada ocorrer é menor. É isso.

 

Uma queixa…

Hoje fui dar uma olhada em sites de casas de shows aqui do Rio em busca de algo legal para fazer no sábado e me deparei com vários shows sendo vendidos com muito, mas muito tempo de antecedência. Na boa,  desde quando comprar tudo com meses de antecedência virou moda? Meu povo, não consigo lidar com isso.

Tem site fazendo venda de shows para agosto, setembro. E to falando de shows comuns, nada de festival ou qualquer grande atração internacional. É gente nossa, que mora ali na esquina. Como as pessoas conseguem se programar tanto? O que ganham com isso? Sei lá, acho que tamanha pressa só acaba gerando mesmo é ansiedade. Uma viagem mais cara até entendo que é preciso haver uma certa programação, ainda mais aquelas que exigem visto, mas de resto… aff, até me canso.

novidade

Claro que os mais chegados já sabem, mas vou contar assim mesmo: estou morando com meu namorado paulista. Na verdade agora ele é carioca (mesmo que por empréstimo). Isso mesmo, Well veio para o Rio de mala e cuia e estamos muito felizes. Vou parar de contar porque, vocês sabem, felicidade incomoda muito e inveja é uma coisa que não estou precisando no momento.

sobre homofóbicos

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Quem é vivo sempre aparece né, olha quem voltou? Isso mesmo. Depois de um longo período ausente, resolvendo coisas da vida pessoal, mudança de casa e afins, cá estou. Provavelmente você, amado leitor, já sabe que está circulando nas redes sociais um texto da revista Superinteressante bem bacana sobre homofobia. Já leram?? Então, vale muito a pena.
O link está aqui: http://super.abril.com.br/blogs/mundo-novo/2013/04/29/homofobia-e-coisa-de-veado/

Sempre tive essa impressão: de que os homofóbicos, na verdade, são gays reprimidos. A matéria demonstra que isso é uma certeza na maioria dos casos e demonstra com base em uma pesquisa que eu não conhecia e que achei bem relevante. Acho que este é o tipo de informação que a gente tem que passar pra frente, fazer circular e, quem sabe, acabar ajudando alguém a sair do armário né.

Ganhei R$ 150 de crédito na VIVO depois de reclamar na Anatel

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Parece mentira, mas hoje pela manhã me ligaram da VIVO para justificar as falhas no sinal da operadora e, depois da minha argumentação, ganhei R$ 150 de crédito. Como? Bem, tudo começou com duas reclamações formais: uma na ouvidoria da VIVO e outra no site da Anatel.

Há alguns meses o sinal da VIVO está uma porcaria aqui no Rio de Janeiro. O sinal 3G some diversas vezes por dia, como já relatei aqui neste blog, e, de uns dias para cá, tenho ficado sem qualquer sinal. O detalhe é que, na maioria das vezes, meu celular está em cima da mesa do meu trabalho. Ou seja, apesar de estar na mesma posição boa parte do dia, o sinal oscila e some, me deixando sem qualquer possibilidade de efetuar ou receber ligações. (como podem observar na foto).

Como pago muito caro pelo serviço e o considero de extrema importância, achei por bem reclamar. Primeiro a VIVO me mandou um email com uma justificativa ridícula, como também relatei aqui, e hoje decidiram me ligar. O funcionário foi muito simpático e tentou me convencer de diversas formas de que as falhas eram pontuais e que a empresa estava encontrando algumas dificuldades no Rio, inclusive com a legislação de alguns municípios. Bem, disse a ele que estes não eram problemas meus e que eu pagava caro e esperava receber pelo serviço pago. Disse: “Se vocês não conseguem entregar pelo serviço que cobram, me cobrem pelo serviço que entregam”. E daí ele me deu R$ 150 de crédito. Se estou satisfeita com isso? Em parte. Além de fazer questão deste dinheiro, quero que resolvam o problema. Caso contrário, no próximo mês, abrirei nova reclamação na Anatel. E, sinceramente, acho que todos que passam por este problema deveriam fazer o mesmo.

Foi o que eu disse para o funcionário da VIVO: “Vocês cresceram a base de clientes e não conseguem atender a todos de forma satisfatória. Sou cliente antiga e o serviço piorou muito. Acho que a Anatel deveria suspender, proibir mesmo, que vocês aumentassem a quantidade de clientes”. Ele não soube me responder, óbvio, e, depois de muito tentar se justificar, colocou a culpa na violência do Rio.

Isso mesmo, ele disse que atos de vandalismo destruíram algumas antenas da operadora e, como as peças são importadas e caras, algumas antenas estavam com problema. Ora bolas, mais uma vez eu disse que este não era um problema meu e que eu gostaria que todas as falhas fossem resolvidas. Ao fim da ligação, pedi para que ele abrisse uma ocorrência, passei o endereço do meu trabalho e pedi para que eles verificassem a falha aqui nesta região. Agora, meus caros, é rezar e reclamar novamente, se assim for preciso.

Aproveitei também para registrar minha insatisfação com meu pacote de dados. Mas isso é problema para outro post. Amigos, precisamos fazer valer nossos. direitos.

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