O caos e a Petrobras

Dia sim e outro também um colega jornalista me liga para saber sobre os escândalos na Petrobras. Entendo perfeitamente a curiosidade dos colegas e o ímpeto de me ligarem, mas, gente, não vou sair por aí falando as coisas que vi e vivi nos três anos que passei na empresa né? E a minha ética? Não rola, galera.

Vi e ouvi muitas coisas, mas a PF está investigando e fazendo seu trabalho brilhantemente. Já descobriu muitas coisas e está desenrolando as tramoias. São muitas, suponho. E, sim, acredito que ainda há muito a ser feito, mas tudo a seu tempo. Confio na administração da atual presidente Graça Foster e na sua boa vontade e intenção. Sei que ela está fazendo o seu melhor para devolver à empresa o status que já teve ou, quem sabe, fazer da Petrobras uma empresa ainda melhor. Vamos torcer para que tudo entre nos eixos e os bons talentos da companhia possam ser reconhecidos. Aos outros, cadeia!

Músicas e o trânsito

Tenho passado muito tempo da minha vida no carro pelos engarrafamentos aqui de SP. Confesso que amo ouvir rádio, mas ando cansada das notícias de trânsito e de problemas na cidade.

Comprei algumas músicas e estou simplesmente apaixonada por algumas bandas. São elas: Kongos, Artic Monkeys, Bastille, Imagine Dragons, Kings of Leon e The Killers, sendo desta última a música Mr. Brightside a minha favorita. Não me canso de ouvir. Bandas maravilhosas!

Desdém

Tá no dicionário:

desdém
des.dém
sm (provençal desdenh) 1 Desprezo com orgulho; sobrançaria, menosprezo

Pois bem, não gosto de gente que desdenha das coisas alheias. E olha que nem estou falando das grandes coisas, falo das pequenas mesmo. Não que eu faça diferença entre pessoas que desdenham de coisas grandes ou de coisas pequenas, mas vale o registro. Tem gente que vê uma foto em um site qualquer de fofoca e desdenha algo dos outros, de pessoas que nem se conhece. Como pode? Por que? O que as pessoas ganham com isso? É o cúmulo da inveja, não?

Há o desdém do trabalho alheio, do cabelo, da roupa, do carro… de tudo né. Desdenhar é uma atitude pobre e barata, pelo menos no meu ponto de vista. Simplesmente não entendo quem o faça. Não entra na minha cabeça. Desculpe, mas não dá.

PS: To reclamona hoje, eu sei rs, mas não está dando pra evitar. Deve ser a TPM.

Black friday no Brasil…

Amanhã vai rolar a Black Friday aqui no Brasil e eu só consigo pensar que estará tudo pela metade do dobro. Brincadeiras à parte, confesso que estou sim esperando por alguns descontos. Não que pretenda comprar algo amanhã, mas espero que o Wellington consiga um bom desconto no tal do PlayStation 4. Não aguento mais ouvir ele dizendo que vai comprar e depois vai colocar o 3 no quarto e que vai ser bom por isso e por aquilo e coisa e tal…. chega logo, sexta, e traga bons descontos!

A vida em São Paulo e a saudade do Rio de Janeiro

Mudei há 7 meses. Não parece, eu sei. A sensação é a de que cheguei ontem aqui em São Paulo. Não que sete meses não seja muito tempo. É sim tempo suficiente, mas a cidade é tão grande, empolgante e tem tanto a oferecer que sinto como se não conhecesse nem 1%. Tenho a sensação de que estou sempre perdendo algo, sempre por fora do melhor bar, restaurante, balada, show. ÉTUDOAOMESMOTEMPOAGORA!!! Paranóia total… deve ser o trânsito ou a poluição.Sei lá.

Talvez essa sensação se acentue porque também vivo em Campinas. Ou seja, tenho duas grandes cidades a conhecer, lembrar as ruas, descobrir melhores caminhos para fugir do trânsito, atalhos e, claro, fazer amigos. Aliás, fazer amigos é algo bem difícil em Sampa ou mesmo em Campinas. Não vejo por aqui aquela descontração do amigo do amigo do amigo que acabou de te conhecer e logo te chama para tomar um chope em qualquer esquina do Rio de Janeiro. Não que não tenha feito amizades, mas é bem diferente. Sempre ouvi falar que seria assim, mas vivenciar é mesmo uma experiência pessoal e intransferível. Não estou dizendo que é uma experiência ruim, mas é bem diferente.

Do que sinto falta? Do Rio, claro, de sua paisagem, da praia, das montanhas, do clima, dos amigos verdadeiros e, sem a menor dúvida, da minha família. Por mais que a gente reclame de ter que ir na casa da mãe ou da sogra aos finais de semana, é morando longe que a gente sente falta desses momentos. Tá certo, existem milhões meios de comunicação hoje em dia e o Whats App é um dos meus maiores aliado, mas não é a mesma coisa. Por mais que tenhamos à nossa disposição ícones e emoticons variados, não dá pra sentir cheiro, abraçar ou expressar devidamente aquela emoção sentida.

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Morar longe significa ainda perder boa parte das conquistas e alegrias dos parentes, não acompanhar o crescimento da sobrinha, não ajudá-la com o dever de casa, com as provas do semestre, não presenciar os ataques de histeria deste ou daquele familiar. Acredite, até mesmo dos ataques de histeria a gente sente falta. Morar longe dá um novo sentido à palavra saudade. E olha que eu pensei entender de saudades, afinal o Wellington passou um ano na Austrália.

Mas e o lado bom de estar longe do Rio? Existe? Sim! O único lado realmente bom é poder voltar. Não que a vida aqui não seja boa em Campinas/São Paulo, pelo contrário. E estou amando cada segundo e curtindo a experiência. Mas, sim, os poucos dias que passo em casa, no Rio, são mágicos. A gente quase nunca briga com os parentes, é tudo lindo, festivo, bonito. A cidade meio que nos abraça.

Por mais dias que possa ter de folga, eles sempre são insuficientes para matar a saudade de todos, para ir a todos os lugares, revisitar os cantinhos mais queridos … Bem, vou parar o texto por aqui, to ficando sentimental demais. O importante é pensar que o Natal está chegando e, em breve, estarei na minha cidade maravilhosa e cercada de gente especial. Que venha 2015!!!

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O passado e as pessoas malucas

O passado é algo com que ainda não sei lidar muito bem. Não que ele me atormente, pelo contrário. Acho que o lugar do passado é mesmo no passado. Não vivo de histórias antigas, não lamento as coisas ruins, mas não entendo o motivo de volta e meia algo me ser jogado na cara. As coisas não podiam ficar lá atrás? Não é pra isso que seguimos em frente? Por que as pessoas me contam coisas que não perguntei?

O ser humano é mesmo um bicho muito complexo, muito doido. Tem gente que curte viver a vida alheia, que gosta de viver os planos dos outros, de “roubar” amigos e lugares, que repete até o nome de filho do amigo ou da pessoa invejada. Simplesmente não entendo. O mundo é tão grande, mas tão grande… tem lugar pra todo mundo, meu povo, para todos os sonhos e anseios. Não é preciso cobiçar os sonhos alheios.

Acredito que o mundo seria um lugar muito melhor se cada um vivesse de acordo com as suas expectativas, suas vontades, sua vida. #ficaadica

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