ahahaha

o Zé Simão é foda mesmo.Olha a pérola da coluna dele na Folha hj “E a Suzana Vieira? Mistura de Donatella Versace com mortadela. Mortadella Versace. A Mãe Loura do Funk! A Cuca do “Sítio do Picapau Amarelo”! Rarará! “

AMEI !!!!!

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lamentável….

… a decisão da Alerj de mandar soltar Álvaro Lins. Corporativismo bizarro. Todos com rabo preso… só queria saber ao certo o que foi acertado entre os pares para que esta decisão fosse tomada…

Fica a frase do dia: “Brasil ? Fraude explica” Carlito Maia.”

Me leva amor….

… amor… por onde for quero ser seu par !!!!!!!!!!! Coloquei este trecho de Andanças pq ontem a noite foi maravilhosa !!! O show de Beth Carvalho no Circo foi o máximo. Tava cheio de gente bonita, todo mundo cantava, dançava. Até coreografias rolaram na pista do Circo. Eu, claro, participei. Dancei tanto que dei um jeito na coluna, coisa de velha rs. Sem contar que a abertura do show foi com o Galocantô. Perfeito.

Aêêêêêêê

Mais uma colaboração da jornalista e amiga karla Rúbia:

Afinal, onde fica o tal Reino da Caveira de Cristal?

Esta é para quem já teve o prazer (?) de assistir ao incansável Harrison Ford no novo Indiana Jones. Na sua opinião, onde fica o Reino da Caveira de Cristal, que dá nome ao filme? Vou dar três opções: a) na Amazônia; b) em Machu Picchu; c) nas Cataratas do Iguaçu.

Sugeri o mesmo desafio aos amigos que foram ao cinema assistir à quarta aventura do herói do chicote e ninguém soube responder. Aliás, uma chegou a dizer que o tal reino era o da Xuxa, porque era de cristal. Risos à parte, vamos combinar que o filme é mais uma alucinação do Spielberg, que depois desta película carimbou de vez seu passaporte para o centro psiquiátrico mais perto de Hollywood. O dele e de todos os roteiristas que nem se deram ao trabalho de fazer uma pesquisa sobre o que é e onde fica esta tal Floresta Amazônica.

Tá certo que o filme já é o sexto em renda em menos de uma semana após ter sido lançado, mas o tal brinca com a inteligência do telespectador. Ou será que não devemos mencionar este detalhe quando se fala em filme de ação? Sim, porque foi isso que li nas críticas sobre o lançamento. Que o sexagenário Ford (que, aliás, envelhece bem como vinho) pilotava uma aventura comparável a um James Bond. Até aí, morreu Neves.

Pensei: isso quer dizer que temos que ir dispostos a qualquer absurdo à la aventuras do cara que ao som do Duran Duran nunca morre. Só que não pensei que Indiana fosse tão longe. Chega a ser sacanagem com o cara que é fã da trilogia inicial e tem um mínimo de sensibilidade. Ou isso é só para nós, brasileiros, que vivemos dia-e-noite sob uma saraivada de notícias sobre o tal “pulmão do mundo”?

O filme começa bem ao som daquela trilha ma-ra-vi-lho-sa de John Williams – a que já estávamos com saudades há 19 anos – e vai bem até a metade. É diversão garantida ao lado de um sacão de pipoca e um refri. Mas daí para frente o negócio começa a “degringolar” e mesmo desligando o cérebro a situação piora a cada nova cena. Basta dizer que o jovem Mutt (Shia LaBeouf) corta a selva pendurado em cipós juntos com os macacos, lembrando um Tarzan amazonense; os antagonistas enfrentam um exército de sinistras formigas comedoras; os heróis despencam de um tal rio (que só Deus sabe qual é naquela região) com quedas d´água típicas das Cataratas do Iguaçu e desembarcam numa cidade que é a cara de Macchu Picchu.

Cheio de efeitos especiais, o filme fez a cabeça da crítica que fica receosa de meter o pau na meca do cinema, mas decepciona quem esperava uma aventura do quilate de um daqueles três primeiros da série. Um Indy empoeirado, bom manejador de chicotes e cheio de lero-lero que chega a lembrar o Macgyver…

Estou certa que a tal caveira vai se levantar da tumba para processar Spielberg quando se tocar da barbeiragem que o diretor fez do seu filme. Também não dava para esperar muito do cara que fez “Guerra dos Mundos”. Enfim, fica para o próximo.

Cansadaaaaaaaaa …

… Hj o dia foi corrido. Sem tempo para ler e-mails, notícias… mal parei no computador. Às 9h30 já tava no Morro Dona Marta para a inauguração do Plano Inclinado com o governador. Ele atrasou, como sempre. Para quem não sabe, nosso governador parece uma noiva. Atrasa, sempre, pra lá de uma hora.

Pois bem, eu, que há pouco fiz uma matéria na comunidade, era conhecida. Dei beijo nos pobre tudo rs. Os outros repórteres ficaram espantados. Encontrei até o Cícero, garçom do Capela e que abriu o coração pra mim e pra Karla na última vez que fomos lá. Mas, ok, voltemos ao plano inclinado.

Claro que eu tinha que andar no elevador né. É quente, lento e dá medo. Ficava achando que iria levar um tiro a qq hora. Depois, na redação, estava crente que continuaria apurando minha matéria de domingo. Tolinha… fui pra coletiva com os procuradores que mandaram prender o Álvaro Lins e tome página pra escrever… cansei. To com tendinite só por causa desta matéria rs.

PS: Depois conto para os íntimos como foi um repórter chegou bruto em mim lá no alto da favela. Inacreditável rs.

Se tem….

… uma coisa que não tenho vergonha é de voltar atrás. Sei lá, acho que só os idiotas não mudam de opinião, não dão o braço a torcer, não se rendem. Sobretudo qdo se fala de amor…

PS: Hummmm mais um post enigmático (para alguns, claro rs)

Blog participativo, parte 2:

Publico aqui mais um texto da minha amiga querida karla Rubia e, quer saber, gostei da idéia. Quem quiser mandar algum texto, qq coisa, só não vale baixaria, pode mandar pra renatinha@gmail.com Este blog está aberto a novas idéias. Segue o texto de Rúbia:

“Na reta final da novela das oito (ou será nove?), é tempo de darmos graças a Deus ou choramingarmos pela despedida dos personagens. Confesso que faço parte do primeiro grupo. Há tempos, abandonei o folhetim surreal de Aguinaldo Silva, porém nesta semana me dei ao luxo de acompanhar a saga da protagonista e da antagonista.

Particularmente, não gosto muito do último capítulo, mas os imediatamente anteriores – é verdade – são sempre eletrizantes, ricos, cheios de acessórios criados pelos diretores. E no tocante a Maria Paula e Silvia não poderia ser diferente. Antes de qualquer coisa, preciso confessar que prefiro a Sílvia.

Não é só porque Alinne de Moraes está linda de viver (até comecei a beber só café seguindo a dieta “rica” da menina), mas principalmente por ser mais palpável, mais real sua história. Esquecendo por segundos seus excessos, ela é uma mulher ferida, traída por quem ama e que quer recuperar o que é seu.

Mimada, mas determinada, eu diria. Ui… Tema atualíssimo e bem de acordo com o nosso dia-a-dia. E Maria Paula? Quem é Maria Paula? Putz, uma menina rica e adorada pela família, que viu seus pais morrerem cedo quase nas mãos de um cara mau caráter, safado e insensível, que roubou sua fortuna, teve que se virar sendo atendente em supermercado de periferia, comeu o pão que o diabo amassou com o rabo, mas no final vai casar com este cafajeste. Ah, tenha dó… É muito Cinderela para minha cabeça.

Tudo bem que as realidades de ambas são bem diferentes, mas agüentar Ferraço posando de bom moço a esta altura do championship, em pleno século XXI, à beira da estréia de Sex and The City… E a Cinderela perdoar… Não tem desculpa. O filho dela é um mala (e ninguém mais agüentaria ele fora o pai), ela é feiosinha e magricela (tinha poucas chances de encontrar alguém bonito e charmoso como Dalton Vigh), precisava recuperar tudo o que lhe foi roubado (afinal, não poderia viver do salário do supermercado para o resto da vida)… mas daí a casar com este cara?… Irgh!

Odeio autores que buscam soluções fáceis. Aguinaldo Silva anda meio senil, é a única opção plausível para nos enfiar este caso pela nossa goela abaixo. Por essa e por outras, sou mais a Silvia. A bichinha é doida de pedra, mas dentro de sua insanidade (vamos combinar) ela sabe o que quer, gosta de sexo, cuida dos cabelos (leia-se franja) e da maquiagem religiosamente, adora se vestir bem e sonha em morar em Paris. Ah, e pega o João Batista, que convenhamos é muito melhor do que aquele vereador de cabelo pintado que deram para o Marcos Winter – o antigo par da Marjorie. Enfim, Silvia é uma mulher dos nossos tempos. E meu voto é para Marjorie sair da casa… “

PS: O meu tb Karlinha. Que o mal triunfe ahahaha (na ficção, claro)

Minha…

…. acupunturista é divertida. Isso é fato. Sempre saio de lá às gargalhadas. Hoje, ela cuidou da minha lombar (pq estou praticamente aleijada rs) e da sinusite. Tá fodaaaaaa.´

Saí de lá levitando, com vontade de ir pra casa e passar o resto do dia na cama, dormindo, aproveitando aquela energia….

Somos….

… sugados pelas obrigações diárias e, volta e meia, não damos atenção devida a alguns momentos únicos, coisas aparentemente pequenas, mas muito importantes. Ontem, tive dois destes momentos e só fui me dar conta deles minutos antes de dormir.

O primeiro aconteceu pela manhã. Estava brincando com minha sobrinha antes de vir pro jornal e ela disse “Dinda, quero fazer xixi”. Parece bobeira, mas não é. Só quem tem por perto uma criança de dois anos e meio sabe como é importante o momento de largar as fraldas.

Ela está nesta fase. Tem passado horas do dia de calcinha e, apertada, se viu diante de um impasse: queria urinar, mas não conseguia abaixar a calcinha e abrir o penico ao mesmo tempo. Momento fofo. Ajudei-a e vi a satisfação da menina. Depois, jogamos o xixi fora, na privada, e lavamos o penico. Ela ficou muiiito feliz por saber que aquele era um momento importante pra ela. Eu, idiota, só fui me dar conta disso bem mais tarde.

O segundo momento protagonizei por telefone, com minha irmã mais nova. Enrolada com meus inúmeros afazeres no jornal, ela me ligou e pediu que eu checasse uma informação pra ela na internet. Lá fui eu, com aquela má vontade, mas fiz, claro.

Na hora, não tinha noção de como aquilo era importante. Apesar de termos apenas 11 meses de diferença, termos estudado nos mesmos colégios, compartilhado muita coisas na vida, há um abismo entre a gente. Quem nos conhece, sabe. Gostos diferentes, quereres, desejos. Tudo diferente.

Pois bem, eu li a informação que ela precisava e, em seguida, ela caiu em prantos. De felicidade claro. Eu, só fui chorar horas mais tarde, na cama, tb de felicidade por ter tido a oportunidade de compartilhar mais um momento com ela, de saber que aquilo era de fato decisivo para ela.

À noite, saquei que eu também já tive destes momentos e como é satisfatório alcançar objetivos. A gente passa anos torcendo para uma coisa acontecer, batalhando por algo e é muito bacana quando acontece. Na minha vida, sempre que tive momentos assim, liguei pra minha mãe e, claro, sempre chorei com ela ao telefone. A vida é foda. Vamos prestar atenção aos pequenos detalhes do dia. Eles nos revigoram.

Hj…

… Claudinha chega hj de BH e trás meu livro “Amor Líquido”, do Bauman. Pretendo devorar cada linha. Quem sabe, talvez, eu entenda um pouco mais sobre esta nossa sociedade e sobre coisas que têm acontecido comigo e com algumas amigas. Todas relacionadas ao amor, claro.

Sei lá, de papo hoje com a Karlinha, chegamos a conclusão de que algo está mesmo fora de lugar. São homens e mulheres perdidos, passando por cima de valores como amizade e tudo por causa de sexo. Como se fosse difícil conseguir sexo nos dias atuais. Com tantas opções por aí não dá mesmo para entender a decisão, a atitude, de algumas pessoas próximas. Talvez o melhor seja mesmo deixar de lado e seguir em frente. Cada um com seus propósitos, suas buscas.

Acabei…

…. de descobrir que tenho leitores raivosos, e anônimos, claro, pq tem que ter cú pra criticar de cara limpa, também visitam meu blog ahahah. Olha o comentário de um deles sobre o post da minha noite de ontem:

“Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem “Uma noite no Rancho Alegre…”:
Da proxima vez fica em casa. Vc deve ser foda né. A certinha!! “

Meu comentário: “Sim, sou foda e certinha” ahahah Sensacional. Que venham todos os anônimos postar aqui. Adoro um barraco rs.

PS: Teve um réplica, mas não vou nem comentar. O curioso é que esta pessoa (cujo IP eu tenho acesso) perdeu preciosos 16 minutos e 50 segundos de uma noite de domingo lendo meu blog. É muita falta do que fazer. Eu to aqui, no plantão. Já fechei o jornal e estou esperando o término do cansástico para ir embora.

Quando…

… assisti ao filme “Um beijo roubado” escrevi sobre ele aqui. Recomendei. Algumas amigas viram e não gostaram. Reclamaram. Pois bem, pelo visto faltou poesia nos olhos delas. Pelo menos é o que conclui Martha Medeiros em sua crônica publicada hoje no Globo. Saca só:

“Eu recomendei, cerca de um mês atrás, a trilha sonora de My Blueberry Nights, que é excelente. Agora vi o filme, que no Brasil ganhou o nome de Um beijo Roubado. É sobre o que, esse filme? Sobre absolutamente nada, a não ser a vida, essa que passa pela nossa janela sem roteiro, sem diálogos geniais, simplesmente a vida que nos convida: vai ou fica?

Ela, a vida, essa que nos faz entrar em bares suspeitos, chorar de amor, espiar pelas frestas, pegar no sono em cima do balcão depois de beber demais. É noite escura e a gente sofre calado, deixa a conta pendurada, bebe de novo quando havia prometido parar, e morre – morre mesmo! – de ciúmes sem ter tido tempo de saber que éramos amados.

A vida e nossos vícios, nossas perdas, nossos encontros: quanto mais nos relacionamos com os outros, mais conhecemos a nós mesmos, e é uma boa surpresa descobrir que, afinal, gostamos de quem a gente é, e quando isso acontece fica mais fácil voltar ao nosso local de origem, onde tudo começou.

A vida e a espera por um telefonema, a vida e seus blefes, e nosso cansaço, e nossos sonhos, e a rotina e as trivialidades, e tudo aquilo que parecerá sem graça se ninguém colocar um pouco de poesia no olhar. A vida e suas pessoas belas, feias, fortes, fracas, normais. Todas atrás da chave: aquela que abrirá novas portas, velhas portas, a chave que nos fará ter o controle da situação – mas queremos mesmo ter o controle da situação? Não será responsabilidade demais? Deixar a chave nas mãos do destino é uma opção.

Os sinais fecham, os sinais abrem. Você segue adiante, você freia. A gente atravessa a rua e vai parar em outro mundo, basta dar os primeiros passos. Viaja para esquecer, viaja para descobrir, e alguém fica parado no mesmo lugar, aguardando (quando pequeno, sua mãe o ensinou que, ao se perder na multidão, não é bom ficar ziguezagueando, melhor manter-se parado no mesmo lugar, aí fica mais fácil ser encontrado). Muitos estão parados no mesmo lugar, torcendo para serem descobertos.

A vida como uma estrada sem rumo, a vida e seus sabores compartilhados, um beijo também é compartilhar um sabor.

Afinal, vou ou não vou falar sobre o filme? Contei-o de cabo a rabo. Vá com poesia no olhar.”

Pior…

…. que passar a noite no Rancho Alegre é abrir os e-mails hoje pela manhã e encontrar esta mensagem da Maria da Luz:

“Renata, tudo jóia? Estou escrevendo para fazer um protesto. Às quatro da manhã e quase bêbada, não estranhe. Acabo de chegar da Lapa, onde estava com nossa querida Claudinha. Do Municipal seguimos para o Democráticos, com um breve passagem pelo Capela. Como você vai parar no Recreio com um Rio de Janeiro inteiro à sua disposição em plena Lapa? Por favor, da próxima vez, antes de pegar a estrada, ligue para 9328-xxxx. Eu atendo. 🙂 Segue um anexo pra te animar. 😉 BjsLuz

PS; Detalhe pra música em anexo que ela me mandou “O meu sangue ferve por vc”, do Magal ahahaha Sensacional. Parece que ela sacou como tinha sido minha noite.

Uma noite no Rancho Alegre…

… sei que vai parecer mentira, mas não é. Ontem depois de cansativo plantão no jornal, começo a ligar pras amigas. Queria agitar algo bacana na noite de sábado, afinal, eu merecia me divertir. Pois bem, duas viajavam, uma acabara de voltar de viagem e estava cansada, a outra ía dar plantão hoje de 24h no hospital onde trabalha, outra tinha aniversário do pai, uma disse que ficaria em casa curtindo uma dor de cotovelo… enfim, foram muitos os motivos para negativas e me senti obrigada a fazer um programa que, jamais, em tempo algum, faria em situações normais de temperatura e pressão.

Pois bem. Saio do jornal às 22h e vou para o Recreio. Sim, caros leitores, Recreio dos Bandeirantes. Quem me conhece bem sabe que não curto este tipo de viagem. Mas, vá lá, parte dos amigos que queria sair tinha um aniversário lá… tive de ir.

A festinha era num bar chamado Seu Tomé. Na boa, a sensação que tive quando cheguei é que realmente tinha viajado no feriadão. Mas viagem daquelas pra cidade pequena, no interior. O bar lembrava aquelas churrascarias de beira de estrada, local amplo, com mesas de madeira, e que, à noite, se transforma em opção de diversão pras famílias da cidade.

Tinha um palco, claro, e a banda……….. nossa, eles entraram 3 vezes na fila para serem desafinados. Sou melhor que aqueles três. E olha que desafino pra cacete rs. Mas, ok, já que estava ali eu tinha a obrigação de me divertir. Ainda mais pq, bastou eu me aconchegar numa cadeira para uma amiga me ligar. Ela estava no Teatro Municipal e por isso não pode atender meu telefonema. E, adivinha?, ela estava me chamando pra sair na civilização carioca.

Mas, voltemos ao bar… a música era horrorosa. E não estou exagerando. A banda tocava de tudo. Teve direito até a uma sessão lambada, saca, com o melhor (?) de Beto Barbosa e Kaoma, lembram? É tava duro aturar rs. E quando a banda mandou Benito de Paula? Sério, rolou “Quero me enrolar nos teus cabelos.. ” ahahahah E Rodrigo, óbeveo, fez questão de registrar que sabia que era o Benito de Paula. Perdeu uma boa oportunidade de ficar calado rs. Além de revelar a idade, mostrou gosto musical duvidoso rs.

Por sorte, Karen topou passar a noite comigo analisando tudo e todos os comportamentos. Teve mulherada disputando homem (acredite, não valia a pena), casais sacudindo a cabeça ao ritmo da música, velhinho sacando a bunda das garotinhas. Uma selva perfeita. Isso sem falar no próprio aniversariante. Ele fazia o tipo que compra amigos, saca? Meio deprimente. Mas, ok.

E a comida do lugar? Pedimos uma porção de pastel. E, na boooaaa, era tanto recheio que eu, Ingrid e Karen detectamos que colocaram uma galinha caipira inteira no pastel ahahah Ingrig chegou a pedir batata palha pro garçon pra poder comer com o estrogonofe. Sensacional.

Aliás, os garçons tb merecem registro. Atenciosos, mas um deles fedia muito. Tanto que qdo ele passou Ingrid disparou “Manda o garçon passar limão no suvaco”.

Bem, já deu pra sacar o ambiente né. Eu, não volto nem pagando. Aliás, entrou pra lista de locais proibidos para mim. Só perde para Mariuzin, sim pq este é imbatível, e Far up. Ninguém merece estas selvas…

Caminhada…

… há quem duvide que estou querendo mudar de vida. Mas estou. Provas? Ontem saí do trabalho direto pra casa e hoje caminhei no Aterro. Sério. Parece brincadeira, mas é sério.

Aliás, a caminhada foi ótima. Reencontrei um amigo da faculdade e descobri que agora ele é praticamente meu vizinho e tb vi, acredite, uma anã japonesa. Nunca tinha visto uma e, por mais que tentasse, não conseguia parar de olhar. Certamente a japinha percebeu. Mas fazer o que? Era mais forte que eu rs.

zzzzzzzzz

Pesquisando sobre o sono, sim pq devo estar com algum distúrbio, por mais que eu durma, mais tenho sono. Pois bem, pesquisando sobre sono comecei a ficar preocupada com as prováveis causas (são muitas) do meu sono. Até meus problemas respiratórios foram levados em conta. Aí, descobri que Albert Einstein precisava de 10 horas, isso mesmo, 10 horas de sono para se sentir bem, e fiquei melhor. Acho que sou como Einstein. Não pela genialidade, claro, mas pela vontade de continuar na cama, horas a fio. Hoje foi foda levantar…

preciso voltar pra cama…

Campanha…

…. QUERO MINHA VESÍCULA DE VOLTA !!!! É possível?? Eu quero. Acordei morrendo, colocando tudo pra fora. Isso pq ontem fui encontrar umas amigas no Outback. Pelo visto meu fígado ficou lá e olha que só bebi refil de refrigerante. Nunca mais como aquele outbacker. Fodaaaaaaa. Vou voltar pra cama. Fui !

Barrigaaaaaaaaaaaa…

….isso é que é barriga. Um prédio pegou fogo em SP e a GloboNews disse, várias vezes, ao vivo, que um avião tinha caído no topo do edifício, que ficava próximo ao aeroporto e blá, blá, blá… eles colocaram até mesmo uma tarja com o nome da empresa do avião que teria se chocado com o prédio. Mobilizaram helicóptero, interromperam programação e … era mentira. Barrigaçoooooooooooo.