eu sei….

… que sumi do blog. É que tenho trabalhado tanto.. fico exausta mesmo. Quero muito ver a hora que todo este $$ cair na minha conta. Que alegria !

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A importância de cultivar amigos

Eu, Cacá, Mari, Cláudia e Carol
Eu, Cacá, Mari, Cláudia e Carol

Dá para perceber que esta foto é antiga. Deve ser lá de 1997. Isso mesmo. Tempos de papo no pilotisda PUC e, claro, de muitas amigas. Horas e horas de bobeira pura. Muito bom.  Por sorte, digo com orgulho, mantenho contato com todas que estão nesta foto. E, acredite, ainda tá faltando gente. Certamente a Bianca estava fazendo a foto. Tá faltando ela no enquadramento! Que saudades desta época.

Minha vida tinha mudado tanto e em tão pouco tempo. A perda do meu pai, o ingresso na faculdade, as dificuldades financeiras.   Mas, caralho, que bom, eu fiz boas amigas. Gente parceira, que estava e está sempre por perto. Companheiras com as quais divido confissões, trabalho, angústicas e risos. Amo muito todas!!

PS: Nem preciso mencionar o quanto engordamos de lá pra cá né. Com a idade a gente ganha um pouco mais do que maturidade. Foda !

Festas de aniversários…

Vanessa e eu
Vanessa e eu

A foto do post é do meu niver de seis ou sete anos, não lembro direito. O fato é que me vesti de palhaça. Euu e minha irmã Vanessa. Sim, como nossa diferença é de 11 meses e fazemos aniversário muito perto, minha mãe sempre economizou uns trocados fazendo uma festa para as duas. Mas eram festas boas, diga-se de passagem. Nesta de palhaço, por exemplo, o animador era simplesmente o palhaço Carequinha. Um luxo !!!

Estou escrevendo sobre isso pq esta semana dei boas gargalhadas com Kadu ao contar de alguns episódios da minha infância. As festas, claro, são episódios à parte. Amo festas !!!  Eu era um capeta como criança, acreditem. Sempre que as festas eram na casa dos meus avós maternos, eu dava um jeito de me jogar na piscina (de roupa e tudo). Minha mãe ficava mega puta, mas eu achava super divertido. Com o tempo fui criando uma parceria com um dos meus tios. Funcionava da seguinte forma: eu ficava andando na borda da piscina, como quem não quer nada, e de repente, meu tio esbarrava em mim. Pronto, lá ía eu para a piscina e minha mãe nem podia me dar esporro. Afinal, a culpa não era minha.

Além da festa de palhaço. Eu e Vanessa já nos vestimos de Cinderela. Toda menina que se preza tem que ter uma festa de princesas. E nós, mais uma vez, vestimos roupas rodadas, laços no cabelo. Uma coisa fofa. O detalhe ficou por conta do sapato. Fiz questão de ter um sapatinho de cristal e minha mãe improvisou com uma melissinha transparente. Ficou o máximo.

Só que, das festas de família, a que mais deixou marcas não foi nem minha ou da Vanessa, mas da Danieli, minha irmã mais velha. Lá pelos 8 ou 9 anos (não se precisar) ela fez uma festa cujo tema era discoteca. Tudo muito bacana, bem ao estilo da década de 80. Todos foram convidados a levarem seus patins e muita gente topou a brincadeira. A decoração era fluorescente. Havia luzes piscantes pela parede. Muito moderno rs. Mas, o ponto alto não foram minhas quedas de patins (que foram muitas). Neste evento, o momento inesquecível foi o ataque que minha irmã deu logo após cantarem Parabéns.

Explico: o bolo era enorme, um super retângulo confeitado. Por cima, milhões de balas, confetes e outros tipos de chocolates da época. Eis que, assim que ela soprou as velinhas, a criançada atacou o bolo. Isso mesmo, geral meteu a mão no bolo para pegar os doces.

Nossa!!! Minha irmã virou bicho. Começou a chorar e a expulsar todos. Sério. Ela chamava os convidados de mau educados, sem educação. A criança ficou puta. Nunca vi tanta gente ir embora em segundos. Ela realmente acabou com a festa. Isso foi incrível.

Longe das festas da família, eu me divertia mesmo era roubando doces nas mesas alheias, pegando brindes daquelas bolas gigantes que estouravam com cigarro e brincando de pique com os meninos. Eu quase nunca brincava com as meninas nas festas. Estava sempre correndo de um lado ao outro. Chegava em casa nojenta, com os pés pretos, toda fedorenta. Mas muito feliz.

 Mas, de todas as festas que já fui na vida, e olha que já foram muitas, a melhor, a mais sensacional de todas, aconteceu em um galpão de um bairro do subúrbio. Isso mesmo. Adorei as festas onde foram servidas lagostas. Estava tudo lindo e maravilhoso. Mas os 15 anos de uma amiga em um galpão foram… memoráveis.

A história é longa. O dia estava perfeito e à noite segui para a festa desta amiga de colégio. Chegando lá, ok, o cenário era simples, mas acolhedor. Um galpão, com mesas de ferro e um caminhão de som onde ficavam as caixas de som. Nãovou nem comentar da comida. Isso é detalhe. Lá pelas tantas caiu umpé d´água. mas um toró mesmo. Vcs podem imaginar aquele bando de adolescentes se protegendo debaixo da marquise da casa de uma parente da aniversáriante que ficava em frente ao galpão. Muito divertido.

Depois que a chuva deu um tempo, improvisaram um telhado com uma lona azul do tipo caminhoneiro. Distribuíram rodos entre os convidados e muitos ajudaram a secar a pista de dança. OK OK, voltamos para o ‘salão’ e a festa recomeçou. A chuva também deu as caras, mas com menor intensidade. Aí já sabe né, volta e meia alguém tinha que pegar um rodo e levantar a lona. Ía água pra tudo que é lado. A aniversariante, claro, em prantos. Mas geral se divertindo horrores, rindo, zoando, batendo papo, paquerando. Literalmente, com 14 anos não há tempo ruim ! Amei esta festa !!

Mengoooooooooo

Mengoooo
Mengoooo

Eis a cara de um atleticano roxo ao ver seu time levar de 2×1 no Maraca do Flamengo. Bem, se já tá ruim neste momento, vcs podem imaginar como ficou a cara de Kadu quando o Mengão fez o terceiro gol. Foi foda.Pra ele, no pior sentido da palavra. Pra mim, no melhor, claro.

Fiz questão de publicar esta foto pq qdo entramos no estádio o jogo já tinha começado e ele ficou zoando com a minha cara de que o Galo já tinha feito um gol e blá, blá, blá. Chegou a ficar um tempo na torcida do Galo. Isso mesmo, me deixou só para ficar cantando umas musiquinhas idiotas.  Depois, do pirmeiro gol e da baixaria que rolou entre as torcidas, ele veio com o rabo entre as pernas assistir ao meu lado rs.

Por falar na baixaria, sério, queria entender pq homem fala tanto palavrão assistindo futebol? Precisa provocar a outra torcida? Precisa mandar o outro tmar no c*, se F#$@er? Sei lá, acho que é muita gente com problemas sexuais reunida em um só lugar. Os caras precisam colocar suas tensões pra fora. Sei que esta não deve ser a melhor, nem a única explicação, mas há de existir motivos reais para tamanha agressividade. Tem que saber perder minha gente !

Se…

Se……..

Se a pessoa que você ama, treme quando te abraça,

Se você sente os seus lábios ardentes como brasas,

Se você sente a sua respiração se agitar,

Se você vê nos seus olhos um brilho febril…

… sai de perto dela,
ELA TEM GRIPE SUÍNA!!!!!!

PS: Piada enviada por mail via Patrícia. Valeu amiga !!!

Para pensar…

… “aprender a contar no seu jardim as flores e os frutos e não as folhas que tombaram. É disso que todos precisamos. O mea culpa é uma condenação da qual você pode escapar. Quando as portas estão fechadas, a gente escapa pela janela, como dizia Carlito Maia. Falando, você encontra uma saída. O maior recurso que nós temos é a fala e a escuta.” Por Betty Milan

Importante, leia até o fim.

Recebi por mail da amiga Eloísa. Valeu:
Sintomas Provocados por Carência de Alimentos

Veja que interessante. … a partir de uma certa idade, temos quase todos
esses sintomas, provocados pela falta dos alimentos aqui mencionados.

1. DIFICULDADE DE PERDER PESO
O QUE ESTÁ FALTANDO: Ácidos graxos essenciais e vitamina
AONDE OBTER: semente de linhaça, cenoura e salmão – além de suplementos
específicos.

2. RETENÇÃO DE LÍQUIDOS
O QUE ESTÁ FALTANDO: na verdade um desequilíbrio entre o potássio, fósforo
e sódio.
ONDE OBTER: água de coco, azeitona, pêssego, ameixa, figo, amêndoa, nozes,
acelga, coentro e os suplementos.

3. COMPULSÃO A DOCES
O QUE ESTÁ FALTANDO: cromo
ONDE OBTER: cereais integrais, nozes, centeio, banana, espinafre,cenoura +
suplementos. .

4. CÂIMBRA, DOR DE CABEÇA
O QUE ESTÁ FALTANDO: potássio e magnésio
ONDE OBTER: banana, cevada, milho, manga, pêssego, acerola, laranja e água.

5. DESCONFORTO INTESTINAL, GASES, INCHAÇO ABDOMINAL
O QUE ESTÁ FALTANDO: lactobacilos vivos
ONDE OBTER : coalhada, iogurte, missô, yakult e similares

6. MEMÓRIA RUIM
O QUE ESTÁ FALTANDO: acetil colina, inositol
ONDE OBTER: lecitina de soja, gema de ovo + suplementos.

7. HIPOTIREOIDISMO (PROVOCA GANHO DE PESO SEM CAUSA APARENTE)
O QUE ESTÁ FALTANDO: iodo
ONDE OBTER: algas marinhas, cenoura, óleo, pera, abacaxi, peixes de água
salgada e sal marinho.

8.. CABELOS QUEBRADIÇOS E UNHAS FRACAS
O QUE ESTÁ FALTANDO: colágeno
ONDE OBTER: peixes, ovos, carnes magras, gelatina + suplementos

9. FRAQUEZA, INDISPOSIÇÃO, MAL ESTAR
O QUE ESTÁ FALTANDO: vitaminas A, C, e E e ferro
ONDE OBTER: verduras, frutas, carnes magras e suplementos.

10. COLESTEROL E TRIGLICERiDEOS ALTOS
O QUE ESTÁ FALTANDO: Omega 3 e 6
ONDE OBTER: sardinha, salmão, abacate, azeite

11. DESÂNIMO, APATIA, TRISTEZA, RAIVA, INSATISFAÇÃO
O QUE ESTÁ FALTANDO: Dinheiro, meu filho, dinheiro!!!
ONDE OBTER: Quando eu descobrir, informarei.

Massa

Também não comentei aqui sobre o triste acidente com Felipe Massa. As imagens da batida, do olho, do transporte. Tudo muito triste. Resta torcer pela recuperação dele para que, daqui a alguns meses, ele possa pegar e ver seu primeiro filho.

Falando em massa, agora a de comer, preciso ressaltar que Ana Maria Braga cometeu um ato de extremo mau gosto hj. Durante uma receita ela deu um mega fora em uma de suas assistentes enquanto manuseava a massa de um bolo. Muito feio dona Ana. Não se faz isso em TV. Fico imaginando o quão grossa você deve ser com seus funcionários. Bem, melhor pensar que vc estava num mal dia né. Todos temos direito. Ok, sem julgamentos. (mas foi feio rs)

Sorryyyyy !!!!!

Leitores amados e queridos, sei que vocês ficaram na mão nos últimos dias.  Não foi a gripe suína que me pegou, podem ficar tranquilos, mas 435654 mil compromissos pessoais e de trabalho, coisas sem as quais não consigo viver acabaram me roubando tempo. Tempo demais, eu sei. Mas, como tudo na vida, sempre há dias de recompensas. E hj, para sua sorte ou azar, é um destes dias. Agora F@%eu rs. Segue uma longa atualização:

Vou começar com um desabafo: o que mais preciso neste exato momento é de uma massagem. Sério, parece que carrego o peso do mundo em minhas costas e, acredite, não estou exagerando. Não que tenha acontecido algo extraordinário, quer dizer, tirando excelentes oportunidades de emprego, vai tudo muito bem obrigada. Aliás, vai tudo muito bem mesmo. A única coisa que atrapalha é o frio. Estou cansada, com a mente lotada de pensamentos. Não darei conta de colocar nem metade aqui. Muitas coisas a assimilar.

Definitivamente não dá pra viver com a baixa temperatura no Rio. Sim, adoro ar condicionado, mas frio natural, vento descabelando, deixando a pele seca é foda. Isso não dá pra aguentar. Sou carioca, porra. Quero sol, calor, banho de mar, homens sem camisa pela rua (de preferência sarados, claro).

Também, depois de longo período ausente, vou registrar aqui que fui citada na coluna de Cora Ronái no Globo desta semana. Tudo pq dei uma dica engraçadinha pelo Twitter para a moça. Foi divertido. Recebi algumas ligações de amigas e, só por isso, já foi válido. Aliás, o Twitter já é o mais novo vício da minha vida. Como diz um amigo, estou virando um link.

Também curti a festa de três amigas queridas. Karla, Mariana e Carol. Nesta ordem. Registro, publicamente, os melhores e maiores votos de felicidades e sucesso às três. Todas, de alguma forma, são muito importantes em minha vida. Já ri e chorei com as três e isso é maravilhoso. Aliás, se tem alguma coisa da qual não posso me queixar é da qualidade das minhas amigas. FODA!!! Também recebi notícias lá da Austrália. Sempre é bom saber de Claudinha, ela faz muita falta por aqui.

O finde também foi marcado por uma noitada na minha casa. Isso mesmo. Adoro sair, mas também amo receber amigos em casa. E a naite acabou às 5h, ou melhor, esta foi a hora em que rumei para o quarto. Quatro pessoas dormiram, ainda não sei como rs, no meu cafofo. Muito bacana. O melhor de tudo foi não ter ouvido nenhuma reclamação de vizinhos.

Outro ponto positivo dos últimos dias foi ter conhecido pessoas que podem vir a se tornarem grandes amigas. Também tomei algumas decisões importantes. A que pode causar maior impacto na minha vida foi ter dado a cópia da chave daqui de casa para meu namorado. Foi um momento tão bacana. Rolou até uma interpretação da minha parte rs. Kadu nem sabia o que falar. Depois falou pra caralho, claro, sobre futuro e coisa e tal. Como disse lá em cima, os últimos dias foram muiiito agitados, surpreendentes e maravilhosos.

Neste período longe do blog tb acabei tocando alguns projetos profissionais que podem mudar completamente o rumo que dei na minha carreira até agora. Estou muito animada com a provável mudança e colocando fé e todas as fichas nisso. Por hora, sem mais detalhes.

Perfeito:

Sempre, Clarice Lispector:

“Não pense que a pessoa tem tanta força assim a ponto de levar qualquer espécie de vida e continuar a mesma. Até cortar os defeitos pode ser perigoso – nunca se sabe qual o defeito que sustenta nosso edifício inteiro…há certos momentos em que o primeiro dever a realizar é em relação a si mesmo. Quase quatro anos me transformaram muito. Do momento em que me resignei, perdi toda a vivacidade e todo interesse pelas coisas. Você já viu como um touro castrado se transforma em boi. Assim fiquei eu… para me adaptar ao que era inadaptável, para vencer minhas repulsas e meus sonhos, tive que cortar meus grilhões – cortei em mim a forma que poderia fazer mal aos outros e a mim. E com isso cortei também a minha força. Ouça: respeite mesmo o que é ruim em você – respeite sobretudo o que imagina que é ruim em você – não copie uma pessoa ideal, copie você mesma – é esse seu único meio de viver. Juro por Deus que, se houvesse um céu, uma pessoa que se sacrificou por covardia ia ser punida e iria para um inferno qualquer. Se é que uma vida morna não é ser punida por essa mesma mornidão. Pegue para você o que lhe pertence, e o que lhe pertence é tudo o que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma. Gostaria mesmo que você me visse e assistisse minha vida sem eu saber. Ver o que pode suceder quando se pactua com a comodidade da alma”.

Testes…

A internet tem de um tudo né. Das coisas mais sérias e interessantes, como pesquisas acadêmicas, passando por notícias, piadas, pornografias e, claro, testes idiotas. Hj decidi fazer vários deles no Facebook. Eis alguns resultados:

Sou a “Alice no País das Maravilhas” (Alice is often in her own world. Her imagination can get to her. Alice is also very curious.).  O filme brasileiro que mais se assemelha amim é “A Dama do Lotação”, folhetim de Nelson Rodrigues sua vida é uma tragédia cômica suburbana.E você tem desejos ocultos que realiza frenéticamente sem escrúpulos..

 No quesito vilã de novela eu sou…. a Flor ahahah uidado comigo.saca a descrição: ” A falta de sentimento, a inclinação do rosto levemente para baixo e seus olhos suavemente erguidos pra cima, como uma predadora… Não tem jeito. Você é uma legítima psicopata. Sai Flooora!!!”

Para finalizar, decidi saber que cantora trash brasileira eu sou. Batata, deu Gretchen! hahahahaha e sou mesm. ADOREI. Saca a descrição: “Tu es la femme, ô ô ô, tu es la femme, ô ô ô, oh mon amour! Você é a rainha da trasheira brasileira, você é a Gretchen! Nascida Maria Odete, irmã de Sula Miranda, estourou com músicas como “Freak Le Boom Boom”, “Conga Conga Conga” e “Melô do Piripipi” e foi um ícone nos anos 80 (só podia ser nessa época negra, né). No auge, posou nua, fez shows ao redor do país todo e se apresentou até nos EUA, Coréia do Sul e Europa. Não contente, cantou até lambada, “o ritmo proibido”. Infelizmente – para você, ao menos -, o tempo mudou, seu sucesso passou e seu corpo caiu. Para tentar se manter na mídia, chegou a fazer filme pornô e lançar candidatura para prefeita de uma cidade do Nordeste! Opa, freak le boom boom, Gretchen!”

Concurso !!!

Galera, olha que bacana:

Última semana para inscrição no II Concurso de Receitas do Bar e Restaurante Urca

Até o dia 30 de julho os mestres cucas podem enviar suas receitas pela internet

Os peixes e frutos do mar, como bacalhau, camarão, caranguejo e lula, predominam entre as 16 receitas já recebidas pela organização do II Concurso de Receitas do Bar e Restaurante Urca, cujas inscrições vão até a quinta-feira, 30 de julho. Aberto aos internautas, premiará o vencedor com a inclusão do prato no cardápio da casa e um almoço ou jantar com direito a um acompanhante, que será servido pelos garçons e preparado pela equipe do restaurante. O prato eleito será batizado com o nome do vencedor.

A ideia é oferecer aos fregueses a possibilidade de tirar do fundo do baú da vovó aquela receita de família e realizar o sonho de ser mestre cuca. Após seleção, as três escolhidas serão submetidas a votação no site www.barurca.com.br, entre os dias 3 e 28 de agosto. A vencedora será anunciada na primeira semana de setembro.

A receita escolhida entrará no cardápio pelo período de um mês e – dependendo da aceitação que tiver – pode ser definitivamente incorporada, como é o caso do Camarão na Moranga da Fabi, vencedora da primeira edição e, desde o ano passado, sucesso entre os freqüentadores do restaurante.

As sugestões de receitas devem ser enviadas por meio de um formulário específico, disponível na área de receitas do site. Uma pré-seleção será feita pela equipe interna, com a análise de critérios como: identificação da receita com as culinárias brasileira ou portuguesa, disponibilidade dos ingredientes no mercado carioca, relação custo de produção/preço de venda e originalidade. Após essa etapa três receitas serão colocadas no site para votação popular.

Câncer/ Vacina

Gentem, recebi por mail e achei bem interessante.

Boas notícias são para partilhar….

Já existe vacina anti-câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por
cientistas médicos brasileiros, uma vacina para estes dois tipos de
câncer, que mostrou-se eficaz, tanto no estágio inicial como em fase
mais avançada. A vacina é fabricada em laboratório utilizando um
pequeno pedaço do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e
é remetida para o médico oncologista do paciente.

Nome do médico que desenvolveu a vacina:
José Alexandre Barbuto
Hospital Sírio Libanês – Grupo Genoma.
Telefone do Laboratório:0800-7737327 (falar com Dra. Ana Carolina ou
Dra.. Karyn, para maiores detalhes)
www.vacinacontraocancer.com.br

O psicopata do telefone…

… que minha vida é permeada por loucos todo mundo sabe, mas são loucos que eu escolho, ok. Hoje, no entanto, um louco de carteirinha decidiu me ligar, sei lá, umas 43545 il vezes. Tudo começou com uma ligação por engano para o tel fixo. Perguntou quem falava, eu disse, com toda a educação, “Renata”. Aí o mané disse que era engano. Ok, isso foi pela manhã.

Eis que na parte da tarde o idiota sentou o dedo no redial e ligou infinitas vezes, sempre a cobrar. Na primeira, claro, atendi eo babaca disse que queria me conhecer e tal. Doido de pedra. Mas, como tenho identificador de chamadas, decidi colocar o número dele pra jogo no Twitter e tb por e-mail. Pedi para que os amigos passassem a ligar de forma frenética pro doido. E gente, deu muiiito certo. O tel não tocou mais.

Melhor, consegui uma fonte na operadora de celular que me passou nome, endereço, tel fixo, tudooooo. Só posso dizer que o número é lá de São João de Meriti. Se a palhaçada continuar, tomarei as devidas providências. mas, pelo jeito,  o esforço coletivo dos amigos deu certo. Obrigada a todos.

E tenho dito…

… na verdade não fui eu quem disse, mas concordo com cada vírgula. Acho uma palhaçada este lance de começar um namoro e esquecer das amigas. Não sou assim e, por isso, sei que é perfeitamente viável conciliar amor e amizade.

Por exemplo, só fui ao cinema uma vez com Kadu. E não fomos sós. Os amigos dele (e agora meus) tb foram.  Sexta fomos a um samba com um grupo. Sábado a uma festa com outro grupo e domingo ficamos com nossas famílias. Perfeito. Saudável. Normal. Como deveria ser com todos. Bem, leia aqui no Gravatai Merengue

Bunda mole é ?

Bunda mole é ?

Belinha acordou às seis, arrumou as crianças, levou-as para o colégio e voltou para casa a tempo de dar um beijo burocrático em Artur, o marido, e de trocarem cheques, afazeres e reclamações.

Fez um supermercado rápido, brigou com a empregada que manchou seu vestido de seda, saiu como sempre apressada, levou uma multa por estar dirigindo com o celular no ouvido e uma advertência por estacionar em lugar proibido, enquanto ia, por um minuto, ao caixa automático tirar dinheiro.

No caminho do trabalho batucava ansiedade no volante, num congestionamento monstro, e pensava quando teria tempo de fazer a unha e pintar o cabelo antes que se transformasse numa mulher grisalha.

Chegando ao escritório, foi quase atropelada por uma gata escultural que, segundo soube, era a nova contratada da empresa para o cargo que ela, Belinha, fez de tudo para pegar, mas que, apesar do currículo excelente e de seus anos de experiência e dedicação, não conseguiu.

Pensou se abdômen definido contaria ponto, mas logo esqueceu a gata, porque no meio de uma reunião ligaram do colégio de Clarinha, sua filha mais nova, dizendo que ela estava com dor de ouvido e febre. Tentou em vão achar o marido e, como não conseguiu, resolveu ela mesma ir até o colégio, depois do encontro com o novo cliente, que se revelou um chato, neurótico, desconfiado e com quem teria que lidar nos próximos meses.

Saiu esbaforida e encontrou seu carro com pneu furado. Pensou em tudo que ainda ia ter que fazer antes de fechar os olhos e sonhar com um mundo melhor. Abandonou a droga do carro avariado, pegou um táxi e as crianças. Quando chegou em casa, descobriu que tinha deixado a porra da pasta com o relatório que precisava ler para o dia seguinte no escritório!

Telefonou para o celular do marido com a esperança que ele pudesse pegar os malditos papéis na empresa, mas a bosta continuava fora de área. Conseguiu, depois de vários telefonemas, que um motoboy lhe trouxesse a porra dos documentos.

Tomou uma merda de banho, deu a droga do jantar para as crianças, fez a porcaria dos deveres com os dispersos e botou os monstros para dormir. Artur chegou puto de uma reunião em São Paulo, reclamando de tudo. Jantaram em silêncio. Na cama ela leu metade do relatório e começou a cabecear de sono. Artur a acordou com tesão, a fim de jogo.

Como aqueles momentos estavam cada vez mais raros no casamento deles, ela resolveu fazer um último esforço de reportagem e transar. Deram uma meio rápida, meio mais ou menos, e, quando estava quase pegando no sono de novo, sentiu uma apalpadinha no seu traseiro com o seguinte comentário:

 – Tá ficando com a bundinha mole, Belinha… deixa de preguiça e começa a se cuidar..

 Belinha olhou para o abajur de metal e se imaginou martelando a cabeça de Artur até ver seus miolos espalhados pelo travesseiro! Depois se viu pulando sobre o tórax dele até quebrar todas as costelas! Com um alicate de unha arrancou um a um todos os seus dentes depois deu-lhe um chute tão brutal no saco, que voou espermatozóide para todos os lados!

Em seguida usou a técnica que aprendeu num livro de auto-ajuda: como controlar as emoções negativas. Respirou três vezes profundamente, mentalizando a cor azul, e ponderou. Não ia valer a pena, não estamos nos EUA, não conseguiria uma advogada feminista caríssima que fizesse sua defesa alegando que assassinou o marido cega de tensão pré-menstrual…

Resolveu agir com sabedoria. No dia seguinte, não levou as crianças ao colégio, não fez um supermercado rápido, nem brigou com a empregada. Foi para uma academia e malhou duas horas. De lá foi para o cabeleireiro pintar os cabelos de acaju e as unhas de vermelho. Ligou para o cliente novo insuportável e disse tudo que achava dele, da mulher dele e do projeto dele.

E aguardou os resultados da sua péssima conduta, fazendo uma massagem estética que jura eliminar, em dez sessões, a gordura localizada. Enquanto se hospedava num spa, ouviu o marido desesperado tentar localiza-lá pelo celular e descobrir por que ela havia sumido. Pacientemente não atendeu.

E, como vingança é um prato que se come frio, mandou um recado lacônico para a caixa postal dele.

 – A bunda ainda está mole. Só volto quando estiver dura. Um beijo da preguiçosa…

(Extraído do livro: Este sexo é feminino /Patrícia Travassos).

Vamos sorrir????

Gente, sorrir é bom demais e todos deveríamos ter o direito a sorrir.Pois bem, a ONG Sorriso tenta levar mais alegria para a vida de crianças que sofrem com fendas lábio-palatinas. Eles vão fazer cirurgias gratuitas no Fundão agora em agosto.  Eles fornecem hospedagem e alimentação para pacientes de fora da cidade do Rio de Janeiro. Passe esta ideia adiante:

Com uma equipe multidisciplinar formada exclusivamente por voluntários não-médicos e profissionais de saúde brasileiros, o programa médico-humanitário pretende realizar cirurgias plásticas reparadoras em 100 pacientes portadores de fendas lábio-palatinas, prestar atendimento médico a todas as pessoas presentes à seleção que ocorrerão no dia 06 e 07 de agosto e, principalmente, continuar inspirando o desenvolvimento de políticas comprometidas com a auto-suficiência no atendimento médico de qualidade a pessoas portadoras de lábios leporinos e fendas palatinas no Estado.

Data de seleção dos pacientes: 06 e 07 de agosto
Horário: a partir das 8h
Local: Hospital Universitário Clementino Fraga FilhoUFRJ – Rua Professor Rodolpho Paulo Rocco, 255 – 1 andar – Ambulatório
Cidade Universitária – Ilha do Fundão – Rio de Janeiro – RJ
Fone para informações:         21-71523855       
Datas das cirurgias: 10 a 14 de agosto

Inveja

A inveja é uma merda, diz a sabedoria popular. Seguindo dica de Rosana Herman, vai um belo texto de Roberto DaMatta sobre a inveja.

Você tem inveja?

Roberto DaMatta

 

A inveja é um sentimento básico no Brasil. Está para nascer um brasileiro sem inveja. A coisa é tão forte que falamos em ‘ter’ – em vez de ‘sentir’ – inveja. Outros seres humanos e povos sentem inveja (um sentimento entre outros), mas nós somos por ela possuídos. Tomados pela conjunção perversa e humana de ódio e desgosto, promovidos justamente pelo sucesso alheio. Nosso problema é o sujeito do lado, rico e famoso, que esbanja reformando a casa, comprando automóveis importados e dando ‘aquelas festas de tremendo mau gosto!’. Ou é o sujeito brilhante que – estamos convencidos – ‘tira’ (rouba, apaga, represa, impede) a nossa chance de fulgurar naquela região além do céu, pois residindo no nirvana social dos poderosos (mesmo quando são cínicos e fracos); dos ricos (mesmo quando pobres e sofredores); dos belos (mesmo quando são feios); dos famosos (mesmo quando são fruto promocional das revistas e jornais); e dos elegantes (mesmo quando são cafonas), estariam acima de todas as circunstâncias.

Estou seguro que não é o patriotismo mas a inveja, o sentimento básico de nossa vida coletiva. Para começar a gostar do Brasil, tínhamos que invejar a França, a Inglaterra, a Rússia, a Alemanha, a Itália e os Estados Unidos. Era, sem dúvida, a inveja que nos fazia torcer pela queda do Brasil no tal abismo de onde ele sairia melhor do que todo mundo. Antes do sexo, o brasileiro, tem inveja. Ela antecede a sensualidade e o erotismo, sendo básica na formação de nossa identidade pessoal. Você sabe quem é, leitor, pela inveja que sente todas as vezes que encontra o tal ‘alguém’ que, pela relação invejosa, te faz sentir um bosta: um ‘ninguém’.

Como as nuvens em volta das montanhas, a inveja se adensa em torno de quem é visto como importante, de modo que, ser invejado, é equivalente a ‘ter poder’, ‘charme’, ‘prestígio’ e ‘riqueza’. Dizem que a inveja é perigosa, mas o fato concreto é que não há brasileiro que não goste de ser invejado por alguma coisa. Pelo salário, pelo poder, pela beleza, pelo sucesso, pela inteligência e até mesmo pelas sacanagens, injustiças, calúnias, e descalabros que comete. Num seminário recente sobre ‘Ética e Corrupção’, eu disse que é justamente a vontade de ser invejado que descobre os corruptos. Pois diferentemente dos ladrões de outros países, que roubam e somem no mundo, os nossos são forçados pela ‘lei relacional da inveja’ a retornar ao lugar natal para mostrar aos seus parentes, amigos e, acima de tudo, inimigos, como estão ricos e, nisso, são denunciados, presos, soltos e finalmente colocados no panteão cada vez mais extenso dos canalhas nacionais. Dos infames que comprovam como a inveja e o desejo de ser invejado é o motor da vida brasileira.

Minha tese é a de que até a canalhice é invejada no Brasil. Richard Moneygrand, o grande brasilianista, escreveu no seu diário filosófico, Voyage Into Brazil que: ‘Para os brasileiros, um dia sem inveja, é um dia sem luz. A inveja confirma a idéia nacional do sucesso para poucos, como antes confirmava o berço e o sangue para a aristocracia e a superioridade social para os funcionários públicos e senhores de engenho. Todos a condenam, mas ninguém pode passar sem ela.’

A inveja, digo eu, é o sinal mais forte de um sistema fechado, onde a autonomia individual é fraca e todos vivem balizando-se mutuamente. O controle pela intriga, boato, fofoca, fuxico e mexerico é a prova desse incessante comparar de condutas cujo objetivo não é igualar, mas hierarquizar, distinguir, pôr em gradação. O horror à competição, ao bom senso, à transparência e à mobilidade, é o outro lado dessa cultura onde ter sucesso é uma ilegitimidade, um descalabro e um delito.

O êxito demarca, eis o problema, um escapar da rede que liga todos com todos. Essa indesejável individualização tem mais legitimidade quando vem de quem já está estabelecido. Daí ser imperdoável que Fulano – ‘aquela figurinha’ – o faça, destacando-se pelo disco, novela, livro ou empreendimento desse mundo onde todos são pobres e miseráveis por definição e por culpa do ‘social’. O pecado mortal das sociedades relacionais é justo essa individualização que separa o sujeito de uma rede hierárquica. Rede que nos persegue neste e no outro mundo.

Como, então, não sentir inveja do sucesso alheio, se estamos convencidos que o êxito é um ato de traição a um pertencer coletivo conformado e obediente. Como não sentir inveja se o exitoso é aquele que recusa ser o bom cabrito que não chama atenção e passa a ser o mais vistoso – esse símbolo de egoísmo e ambição? Ademais, como não ter inveja, se o sucesso é um sinal de pilhagem de um bem coletivo? Essa coletividade que, entra ano e sai ano, continua a ser percebida como mesquinha, subdesenvolvida, pobre e atrasada? Como um bolo pequeno e que jamais cresce, destinado a ser comido somente pelos que estão sentados à mesa?