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renataobama

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Genial…

… esta pérola do Twitter: santoEvandroNenhuma mulher neste mundo deixou de transar,casar e namorar por ter celulite. Mas muito homem deixou de transar porque não tinha dinheiro!

ou esta: santoEvandro“Toda mulher,por mais q gostosa q seja,cedo ou tarde,será preterida por uma partida de futebol..”

Sobre o caso…

…. de gripe suína em uma escola pública do Rio. Tá lá no Globo on line que “as secretarias de Saúde não informaram como uma menina de 5 anos, aluna da Escola Municipal Waldir Azevedo Franco, em Bangu, contraiu a doença”.

Mas nem é difícil imaginar né. Alowwww, acham que a doença ficará restrita a quem viaja para México, Argentina ou EUA?? Claro que não. A classe média/alta tem empregados domesticos, motoristas, cozinheiros. São pessoas que circulam em locais com a presença do vírus e depois voltam para suas casas, em favelas, de buzão. Isso mesmo, geral no ônibus respirando o vírus. Tem coisa mais insalubre que andar de ônibus? Sempre tive nojo, e com razão, geral colocando a mão naqueles ferros. Neguinho coça o saco, assoa o nariz e depois pá, taca a mão no ferro. E vc, simples saco de batata sendo carregado, é obrigado a colocar a mão no mesmo lugar infectado que aquele ser anterior. Muito sujo.

Uma amiga…

… perguntou há duas horas no twitter: “Vivendo e aprendo a viver. Por que ainda me surpreendo com gente que se aproveita da fraqueza alheia?”

Simples, pq vc é boa amiga, tem um coração puro. O foda é que muiitas pessoas não são assim. Daí elas tentam se aproveitar da ‘fraqueza alheia’. O processo mental doentio é mais ou menos assim: “Como não consigo ser uma pessoa melhor e/ou um profissional mais qualificado, vou pegar para Cristo uma pessoa foda, alguém que eu gostaria de ser. Ao invés de me esforçar para ser como ela, farei de tudo para diminuí-la.”

Bizarro né. A idéia central deste pensamento doentio é “seu eu diminuo o outro, passo a ser maior”, só que não existe nada mais falso que isso. Tá, talvez os peitos de algumas globais sejam mais falsos rs. O fato é que usar deste artifício (diminuir os outros de alguma forma) não torna ninguém melhor, maior, mais profissional. É burrice mesmo. Fazer o que? Algumas pessoas têm dificuldade em perceber sua insignificância perante o mundo.

Sim, acredito que todos nós somos insignificantes. O universo tá cagando se acordei com dor de garganta. Temos de viver como formiguinhas mesmo. Fazer nossas tarefas diárias, seguir nosso rumo, nosso caminho, sem nos preocupar com quem vem atrás ou na frente (sem qualquer sentido pornográfico, please rs).

O lance é que lgumas pessoas têm muuiiiita dificuldade em encarar a vida assim, como simples ser mortal e falível. Elas se acham as mais fodas de todo o universo. Quando percebem que não são, piram na batatinha. Portanto amiga, siga sua vida, sem se incomodar com este babaca que te surpreendeu hoje. Outros virão.

Talvez…

…. o samba que pretendia ir hoje fiquei pra outro dia. Acordei com a garganta meio estranha. Parece que to ficando gripada. Um saco. Pensei em ir caminhar na praia, mas não quero desperdiçar energias. Fico pensando: “Tenho de ir ao samba na sexta, preciso ficar boa”.

Aliás, não sei pq amo tanto samba. Há quatro anos eu cagava baldes para qualquer sambista, chamava todos de pagodeiro (gênero que não gosto até hj).  Lembro que na época da faculdade, por conta da amizade com a Bia, cheguei a entrevistar o pai dela, o mestre Paulinho da Viola, umas três vezes. E, acredite, não estava nem aí para ele. Eu simplesmente aparecia na casa ou no apartamento dele, ligava o gravador ou a câmera e fazia perguntas pré-programadas.

 E ele falava tanto, mas tanto, que algumas vezes eu pensava em outras coisas no meio da entrevista. Vai entender né? Hoje não passo um dia sem escutar uma das músicas de Paulinho. Acho que tudo, literalmente tudo, o que ele fez é genial. As melodias, as rimas, as dores de amor… são perfeitas. Um gênio !

Hoje…

…. também quando acordei e vim para o blog me deparei com a solicitação para aprovar determinado comentário. É de um post antigo e, como já é hábito, vou postar aqui. Aliás, não posso deixar para trás tamanha ofensa né rs. Incrível como algumas pessoas se incomodam com o fato de eu existir. Malandro anônimo, isso aqui é um blog, não gostou.. leia outra coisa. Compre O Globo rs.

Segue o comentário bacana a meu respeito:

Novo comentário sobre o seu post #2672 “O GUERREIRO GENGHIS KHAN”
Autor: Jornalista (IP: 189.83.131.44 , 18983131044.user.veloxzone.com.br)
Email: jornalista@jornal.com
URL    :
Whois  : http://ws.arin.net/cgi-bin/whois.pl?queryinput=189.83.131.44
Comentário:
Minha filha, vc é péssima até pra escrever despretensiosamente.
Não é apenas pq eu o filme é incrível, mas pq vc sequer citou qualquer elemento dele pra justificar sua opinião vazia e BURRA.
Consigo imagina de que tipo de instituição particular vc deva ser aluna.
Pra pessoas como vc é que o diploma de jornalista não deveria mesmo valer merda nenhuma.

Sensacional não? ADOREI !!!! A pessoa carrega em si uma raiva né. Qual a justificativa? Bem, pouco importa pq alguém que goste deste filme… sinceramente, sei não rs

…. Vai entender né. Hoje, sabe-se lá porque, acordei com a imagem da paraibana Maria na cabeça. Ela foi minha personagem em uma matéia que fiz em março do ano passado para o JB. Ela tinha um dos pés ensacado. Isso mesmo, coberto por um saco plástico para não sujar o curativo de uma operação para remoção de um dos dedos. Temia uma infecção. O que será que aconteceu com esta senhora ?  Segue a matéria:

Dias melhores no Santa Marta
 

Plano inclinado vai levar moradores à parte alta da favela em apenas 10 minutos

Renata Victal

A paraibana Maria Francisca da Conceição não sabe dizer ao certo quantos anos tem. Mas as marcas no rosto sofrido de quem veio para o Rio de Janeiro ainda jovem trabalhar como empregada doméstica, mostram que o tempo em que ela subia sem dificuldade os mais de 800 degraus do morro Santa Marta, em Botafogo, para chegar em casa definitivamente ficaram para trás. E há muito. Hoje, ainda se recuperando da operação em que teve parte do pé esquerdo amputada, Maria Francisca conta os dias para a inauguração do chamado plano inclinado, um elevador que fará o trajeto íngreme de 300 metros – entre a Rua São Clemente e o alto da favela – em apenas 10 minutos.

Enquanto aguarda a inauguração, que ainda não tem data definida, mas, segundo o governo do Estado, acontecerá ainda neste mês, ela improvisa para entrar ou sair de casa, envolvendo o pé num saco plástico.

– Se andar por aqui apenas com o curativo, meu pé cai – constata. – O médico mesmo me deu a dica de envolver com um saco. Ele tem medo de alguma infecção. O chão aqui é muito sujo. Não vejo a hora de inaugurarem esse elevador.

E Maria Francisca não é a única a ter motivos para comemorar. Presidente da Associação de Moradores da comunidade, José Mário dos Santos, fala com entusiasmo da obra:

– A inauguração será até o fim do mês, falta acertar um ou outro detalhe na agenda do governador. Serão cinco estações, e o elevador vai transportar 25 pessoas por vez. Ainda não sabemos como será o funcionamento, os intervalos entre as viagens, se poderemos usar de madrugada. Mas estamos confiantes. Alguns moradores aqui da comunidade já foram treinados para trabalhar na operação e na manutenção. Isso vai mudar a vida de muita gente.

E vai mesmo. Não só porque o acesso ao topo da favela será mais rápido. A maior vantagem do projeto do governo estadual, ressalta José Mário, é a substituição dos barracos de madeira por casas de alvenaria.

– Muitos não sabem, mas ainda temos uns 150 barracos aqui na comunidade – estima José Mário. – O governo prometeu melhorar todas as casas. É isso o que realmente importa. O elevador vai ser bom, vai ajudar muita gente, mas queremos mesmo é acabar com os barracos.

Casas novas

Alguns moradores já foram beneficiados e quem passa pela Rua São Clemente e olha para cima, já consegue identificar as casas novas e coloridas, bem diferentes da maioria. Elas são as dos moradores que tiveram seus barracos removidos para que a o plano inclinado pudesse ser construído. O temor de alguns na comunidade é de que, com a inauguração do elevador, o governo não tire do papel a segunda fase do projeto:

– Há umas duas semanas, me encontrei com o governador Sérgio Cabral, e ele garantiu que, mesmo com a inauguração do plano inclinado, o projeto vai continuar e que todos os barracos serão substituídos – conta José Mário.

A garantia também foi dada pelo presidente da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop), Ícaro Moreno Júnior, que, no entanto, não soube precisar uma data para o início da segunda parte das obras. Segundo Júnior, só o plano inclinado consumiu R$ 3,3 milhões e serão gastos outros R$ 5 milhões para a construção das novas casas.

– Ninguém precisa temer nada. Vamos inaugurar o plano inclinado e continuar com as obras. Só não sei dizer quando, mas, garanto que, até o fim do ano, todos os 150 barracos vão ser substituídos por casas.