Racismo francês

Muito interessante o depoimento deste repórter. Mostra o racismo francês. Vale a leitura:

Eu, Mustapha Kessous, jornalista do “Le Monde” e vítima do racismo

 Mustapha Kessous

Brice Hortefeux tem um grande senso de humor. Sei disso, ele me fez uma piada um dia. Quinta-feira, 24 de abril de 2008. O ministro da Imigração e da Identidade Nacional iria me receber em seu majestoso gabinete. Um encontro para falar das greves dos “sem-documentos” [estrangeiros em situação irregular] nas empresas. Eu nunca o havia encontrado. Estou esperando com minha colega Laetitia Van Eeckhout no palácio do governo. Brice Hortefeux chega, me estende a mão, sorri e diz: “Você está com seus documentos?”

Três meses depois, 7 de julho, dia de meu aniversário de 29 anos. Estou cobrindo o Tour de France. Preparo um artigo sobre as pessoas que moram na beira das estradas. Sobre o asfalto molhado perto de Blain (Loire-Atlantique), me aproximo de uma família empolgadíssima com a passagem da caravana, para conversar. “Com você eu não falo”, me lança um jovem de vinte e poucos anos. Ao meu lado, meu colega Benoît Hopquin não encontra nenhum problema para conversar com essa “França profunda”. Mais tarde ele me contou que, depois que nós nos identificamos, uma funcionária da organização o chamou para saber se eu era seu… chofer.

Eu pensava que minha “qualidade” de jornalista do “Le Monde” iria finalmente me preservar de meus principais “defeitos”: ser um árabe, ter a pele escura demais, ser um muçulmano. Eu achava que minha credencial de imprensa me protegeria dos comentários de pessoas obcecadas pelas origens e pelas aparências. Mas qualquer que seja o assunto, o ambiente, a população, os preconceitos persistem.

Falo muito sobre isso com meus colegas: eles mal acreditam quando lhes descrevo esse “apartheid mental”, quando detalho as pequenas humilhações sofridas quando estou fazendo uma reportagem, ou no dia a dia. Para quê me apresentar como jornalista do “Le Monde”, se não acreditam em mim? Alguns não hesitam em telefonar para a o jornal, para avisar que “um tal de Mustapha tentou se passar por jornalista do ‘Monde’!”

Faz muito tempo que não digo mais meu nome quanto me apresento pelo telefone: é sempre “Sr. Kessous”. Desde 2001, quando me tornei jornalista, na redação do “Lyon Capitale” e depois na do “Le Monde”, “Sr. Kessous” soa melhor: nem imaginam que o repórter é um descendente de árabe. O grande rabino de Lyon, Richard Wertenschlag, me confessou, com um sorriso: “Eu achava que o senhor era da nossa comunidade”.

Tive de amputar parte de minha identidade, tive de apagar esse nome árabe de minhas conversas. Dizer Mustapha é correr o risco de ver seu interlocutor se recusar a falar com você. Às vezes digo para mim mesmo que estou sendo paranoico, que estou enganado. Mas isso aconteceu tantas vezes…

Quando entrei no jornal, em julho de 2004, fui para a ilha de Barthelasse, perto de Avignon, para cobrir uma notícia. Um menino havia sido assassinado com uma machadinha por um marroquino. Fui até a casa onde se passou a tragédia, bati à porta, e o primo, de cinquenta e poucos anos, que tentou reanimar a criança ensanguentada, me olhou friamente dizendo: “Não gosto dos árabes”. Por fim, ele me recebeu em sua casa.

Pensavam que o assassino havia fugido do hospital psiquiátrico da vizinhança: liguei para a direção, e falei com a responsável: “Bom dia, é Kessous do jornal ‘Le Monde’….” Ela disse que me receberia com prazer. Quando cheguei lá, a secretária lhe avisou de minha presença. Uma mulher de muletas passou na minha frente, eu lhe abri a porta, ela me encarou sem dizer bom dia nem obrigada. “Onde está o jornalista do ‘Le Monde’?”, ela disse. Bem atrás da senhora, eu me apresentei.

Na hora achei que essa diretora iria desmaiar. Ainda sem um bom-dia. “O senhor está com sua credencial?”, ela me perguntou. “O senhor tem um documento de identidade?” “Da próxima vez, senhora, peça para que lhe enviem por fax a minha ficha criminal, assim ganhamos tempo”, eu respondi. Fui embora, claramente irritado, me sentindo impotente, antes de ser detido mais adiante pela polícia que acreditava ter… encontrado o suspeito.

Quando o jornal me pediu para cobrir a revolta dos subúrbios em 2005, um membro do Club Averroès, que deveria promover a diversidade, acusou o “Le Monde” de empregar “fixeurs”, os guias que os jornalistas pagam nas zonas de guerra. Eu teria sido somente o álibi para uma lição de moral. O árabe a serviço, como ouvi dizerem tantas vezes. Na internet, sites de extrema direita xingam o “imundo” jornal de referência que recrutou um “árabe” para falar dos subúrbios.

Ah, se eles soubessem como a periferia me era estranha. Cresci em um velho apartamento no coração das melhores vizinhanças de Lyon. Em 1977, vinda da Argélia, minha mãe teve a intuição de que deveria morar no centro da cidade, para conseguir um bom nível de vida: nós estávamos entre os raros magrebinos do bairro de Ainay. Para conseguir algum sucesso, pedi para estudar em uma escola católica: vivi um inferno! “Volte para seu país”, “Seu lugar não é aqui”, eram as frases preferidas de alguns professores e alunos.

Em 21 de dezembro de 2007, terminei um curso de aperfeiçoamento em uma escola de jornalismo. Durante a prova oral que concluía esse curso, a banca, composta por profissionais, me fez perguntas estranhas: “Você é muçulmano? O que você acha da nomeação de Harry Roselmack? Se você trabalha no ‘Le Monde’, é porque eles precisavam de um árabe?”

Diversas vezes, quando chegava para acompanhar um julgamento para o jornal, ouvi a pergunta “Você é o acusado?” de funcionários do tribunal.

O dia a dia do jornalista parece muito com o do cidadão. Há vários meses procuro um apartamento. Nos últimos dias, entrei em contato com um proprietário e me deparei com uma senhora de voz alegre: “Eu me chamo Françoise, e o senhor?”. “Meu nome é Kessous”, lhe respondi, me esquivando como sempre. “E seu primeiro nome?”, ela perguntou. Acho que ela não percebeu meu silêncio. Não tive coragem de lhe falar. Pensei que, se dissesse, estaria tudo perdido, ela diria que o apartamento já havia sido alugado. Aconteceu tantas vezes. Não tive escolha. Hesitei e gaguejei: “Hãã…. Mus… Mustapha”.

No início, eu ia sozinho às imobiliárias. E para mim – que coincidência – não havia nada de muito bom disponível. Quando eu marcava com proprietários para visitar os apartamentos, como eles ficavam surpresos em ver o “senhor Kessous”! Alguns mal me mostravam o local, com a desculpa de que repentinamente estavam com pressa. Pedi ajuda a uma amiga, alta e loira. A partir deste verão Claire começou a se apresentar como minha companheira, e faz as visitas comigo. Dizemos que vamos morar juntos. Isso claramente tranquiliza as pessoas.

Pelo menos mais do que esses seguranças que se sentem obrigados a me seguir assim que ponho os pés em uma loja, ou do que o vendedor de uma grande marca que não me abriu a porta da loja. Em Marseille, com dois amigos (um branco e um árabe) – produtores do grupo de rap IAM – , um funcionário de um restaurante se recusou a nos servir…

Na vida noturna, a exclusão é ainda mais humilhante e irritante, sobretudo quando são negros e árabes que o revistam na entrada de uma boate ou um bar. Há quatro meses, quis levar minha irmã para comemorar seus 40 anos em um lugar da moda de Paris. O segurança nos impediu de entrar: “Não te conheço!”. Mas ele poderia se lembrar de meu rosto: eu já tinha ido diversas vezes nas últimas semanas, mas com Dida Diafat, um ator – cujo perfil fiz para o ‘Le Monde’ – e seu amigo, o cantor Pascal Obispo.

No fim de 2003, prestei queixa contra uma casa noturna de Lyon por discriminação. Eu havia ido com uma amiga, uma “francesa”. O porteiro nos disse o costumeiro “sinto muito, está lotado”. Dois minutos depois, um grupo de quinze pessoas – todas brancas – entrou. Quero explicações. “Cai fora!”, disse o segurança. A queixa foi arquivada. Liguei para Xavier Richaud, procurador da República de Lyon, que me contou que não havia “elementos o suficiente”.

E o que dizer dos táxis que depois da meia-noite não param? O que dizer da polícia? Quantas vezes ela não me parou – inclusive com minha mãe, que tem mais de 60 anos – , fui encostado contra o capô do carro em pleno centro da cidade, revistado até nas meias, cercado em um leilão, algemado em uma manifestação? Já perdi a conta de quantas vezes guardas exigiram meus documentos, mas não o da garota que me acompanhava: ela era loira.

Em uma noite de 2004 em Lyon, eu estava com uma amiga quando dois policiais cruzaram conosco: “Viu a bunda dela?”, disse um deles. “Qual o seu problema?”, eu respondi. Um dos agentes sacou seu cassetete e enquanto o acariciava me perguntou: “O que é que o rapaz quer?”. No dia seguinte, falei com Yves Guillot, o chefe de polícia: ele me perguntou se eu havia anotado a placa do carro deles. Não…

Em 2007, a brigada anticriminalidade, a BAC, me parou no cais do rio Reno em Lyon: eu estava usando um Vélo’v [bicicleta de aluguel]. Perguntaram se eu tinha o recibo, se não a tinha roubado. Outro dia, estacionei minha lambreta na calçada na frente do ‘Le Monde’. De repente surgiu uma viatura, com os faróis acesos: policiais, segurando suas armas, me pararam. Eu lhes disse que trabalhava no jornal. Confusos, eles me pediram minha credencial de imprensa, mas não minha carteira de motorista.

Tenho tantas histórias como essa para contar. De mim, falam que sou de origem estrangeira, um árabe, ralé, islamita, delinquente, um selvagenzinho, um “árabe burguês”, um filho da imigração… Nunca um francês, simplesmente francês.

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Adeus

Hoje uma amiga querida, a Gabi, perdeu seu avô. Ele tinha 90 anos, estava bem doente e isso pode até ajudar no entendimento do processo, mas não alivia. Toda perda deste tipo é dolorosa e posso imaginar como Gabi, que nunca passou por tal situação, está se sentindo. É uma merda. A gente perde o chão e dá real importância às coisas. Foda-se o chefe mala, o carinha que não ligou no dia seguinte, o pneu furado no dia de chuva. Isso é merda, é pequeno demais diante da grandeza, da magnitude de atos como a morte. O enterro foi em Fortaleza e, por isso, não pude estar presente para abraçar minha amiga. Uma pena. Não que eu curta velórios, longe disso, mas sei como é importante, para os vivos, se sentir amado e querido por amigos. Alguns abraços, nem todos, são reconfortantes.

Cena tosca do dia:

Hoje  presenciei uma senha tosca. Fui almoçar rapidinho, tinha pouco tempo, e optei pelo Mc Donald´s mesmo. Mas, acredite, foi divertidíssimo. Explico: ao meu lado tinha um casal e, no meio do lanche, o malandro decidiu terminar o namoro de 1 ano e tal. Gentem, a menina chorava tanto.  Incrível. Era um rio de lágrimas em plena lanchonete. Morri de vergonha por ela. Os argumentos do cara eram muiiito banais. Não consegui entender o motivo real do término e acredito que a menina também não. Senti vontade de intervir, inclusive.

Ele dizia que tinha tido uma revelação e que isso tinha mudado algumas coisas nele e blá-blá-blá. O que ele quis dizer com isso não sei. Parecia papo de crente, mas não de crente sério. A impressão que dava era a de que o malandro estava usando a religião para aliviar sua barra. Na certa arrumou outra (o) e colocou a culpa em Deus.

Como o papo terminou? Não sei. Tentei comer devagar, mas não podia ficar enrolando por muito tempo. Acabei o sanduba, fiquei uns minutos tomando o suco, mas tive de partir. Uma pena.

Vamos fazer o bem?

Violino-4

Ontem conheci um projeto muito bacana que está sendo desenvolvido desde 2001 na favela Beira Rio, em Vargem Grande, e que se chama Agência do Bem. Entre os projetos realizados está o Nova Sinfonia, que dá aulas de Violino, Viola de Arco, Flauta e Canto Coral para as crianças da comunidade. Pois bem, eles estão se preparando para um grande concerto no Teatro dos Grandes Atores, na Barra, e queria pedir a ajuda de vocês e de seus conhecidos, maridos, amigos e, quem sabe, até amantes para incrementar o espetáculo. O dono do teatro procurou a instituição e ofereceu o espaço, sem custo, para que as crianças pudessem se apresentar em um local bacana para que se sintam estimuladas. Agora, o resto, é com a gente.
 
Fui procurada pelo Alan, que coordena a instituição. Ele é uma pessoa bacana, que fez faculdade comigo e  não se meteria, nem me meteria, em furada. O trabalho lá é sério e por isso estou mandando este e-mail. Eles precisam de voluntários para fazer deste um grande evento. Vou cuidar da parte de assessoria de imprensa e divulgar o concerto. E vc, o que pode fazer?
 
Precisamos de 2 ou 3 artistas que possam se apresentar também. A ideia é tornar o evento mais atrativo, já que eles precisam colocar 400 pessoas no teatro. Vamos combinar, é muita gente. Ainda mais se formos analisar que, nem sempre, as pessoas estão dispostas a saírem de suas casas para assistirem à apresentação de crianças carentes. Portanto, se você conhecer algum cantor (a), banda  ou afim que tope se apresentar, de graça, claro, será ótimo. Conhece algum empresário que queira investir em projetos sociais?
 
Se não conhecer, ok, você pode participar de outra forma. Ajudar as crianças com o que já sabe. Que tal aproveitar suas habilidades para ensinar algo às crianças. Fotografia? Teatro? Aartesanato? Vai, sei que você tem alguma habilidade. Na boa, a gente vive reclamando da violência no Rio, mas pouco fazemos para mudar esta realidade. Vamos capacitar, profissionalizar estas crianças. É médico? Que tal dar uma consulta por mês no local? Dentista? Vai lá passar flúor na garotada. Quem tá dentro???
 
Para conhecer mais sobre a entidade, clique em http://www.agenciadobem.org.br/default.aspx

Um currículo do Alan para que saibam quem é a pessoa que me cativou a mergulhar neste universo.
 
O Alan Maia é formado em Comunicação Social e Mestre em Serviço Social pela PUC-Rio. Ele, atua no chamado Terceiro Setor há muitos anos, tendo trabalhado na Ação Comunitária do Brasil e nos Doutores da Alegria, entre outras ONGs de destaque, desenvolvendo projetos sociais junto com empresas do porte de Petrobrás, Vale, White Martins e de entidades como SESC, Ministério do Trabalho e Emprego, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Banco Mundial, entre muitas outras.
 
Se animou? Então repasse  para os amigos. Ajude !!!

Amei …

…. minha noite ontem. Simplesmente sensacional. Primeiro, bar com amigas. Adoroe stes momentos de colocar o papo em dia. Depois, teatro. ** A estreia da peça GORDA foi um sucesso. Os atores estavam ótimos em cena. E nesta, que foi a 2344 vez que assisti, tive o seguinte insight:  o personagem Caco é um grande filho da puta!!!!

 Daqueles amigos invejosos sabe. Desde o começo da peça, assim que ele sabe que o Tony se encantou por outra mulher (Helena), ele dá um jeito de minar a relação de Tony e Joana. É o primeiro a contar pra Joana que Tony está saindo com outra mulher e chega ainda a desqualificar sua forma física, dizendo que sua bunda está caída.

Alowww. Joana é mega sarada, como todos podem ver na cena do biquini. Claro que, no fim da peça, Caco dá um jeito de ficar com Joana. Ou seja, um grande fura olho. Agora diz, quem nunca teve um amigo assim? nossa, coleciono alguns. Não muitos, claro, mas o suficiente pra contar nos dedos das mãos do Lula.

A gente sempre percebe quando uma amiga trata nosso homem de forma diferente e faz questão, por exemplo, de ficar alisando o braço, as pernas, abraçando… um saco né. Quando quer se fazer muito presente, hummmm, melhor prestar atenção.

Mais tarde, já em casa, assisti a uma entrevista no Jo Soares exatamente sobre isso. Uma mulher contava como tinha largado uma multinacional para abrir uma loja de lingeries. OBEVEO que tudo foi motivado por um belo par de chifres. E o marido a tinha traído com quem??? Com a melhor amiga dela. Isso mesmo, com a mulher que estava sempre presente, que se fazia presente.

Claro que não dá pra entrar na paranóia e se isolar do mundo (sei que boa parte da mulherada age assim), mas também não custa nada observar. Eu, por exemplo, to de olhos abertos. Com muito custo, eu sei, pq demorei pra maldar, mas uma outra amiga já cantou a bola: “Olha, fulana tá agindo assim e assado. Cuidado”. Depois outra pessoa me disse a mesma coisa.

 Claro que fiquei ligada, mas não a ponto de me isolar do mundo. Até pq confio, e muito, no kadu. Não vou colocar minha mão no fogo pq aí já seria demais. Só que, simplesmente, confio nele. Confio em mim e isso basta.

**Preciso registrar que ontem, quando chegava no Shopping da Gávea, uma mendiga me pediu esmolas. Até aí, nenhuma novidade. Não dei nenhum centavo. Até aí, nenhuma novidade again. Mas, ela fez algo que me surpreendeu. No lugar das baixarias que os mendigos geralmente costumam dizer quando a gente nega um trocado, coisas do tipo “Sua FDP, um dia você vai sentir fome” ela abriu um sorriso e disse: “Queria que a senhora soubesse que está muito bonita hoje. Adorei sua roupa.”

 Agradeci, claro, pq sou educada e tenho senso estético, de fato estava bem bonitinha ontem, mas preciso confessar que ela partiu meu coração. Senti vontade de conversar com aquela mulher, saber um pouco mais de sua vida. Pq ficou claro que ela tem bom gosto. Será que é do tipo que tinha tudo de bom e perdeu? Ou daquelas que enlouquece, larga muito $$ no banco e vai pras ruas? Fiquei intrigada. E feliz. Na volta, no fim da peça, ela já não estava mais lá.

Triste…

…. saber que falta pouco para isso acontecer no Brasil. Algumas redações, pelo menos no RJ, não oferecem qq tipo de segurança a seus repórteres.

“O jornalista mexicano Norberto Miranda Madrid, conhecido com “El Gallito”, foi assassinado a tiros na noite desta quarta-feira na cidade de Nuevo Casas Grandes (Chihuahua), em plena redação do jornal digital onde trabalhava, informa o El Diario.

A vítima escrevia uma coluna publicada em vários veículos, dirigia um jornal web e trabalhava como correspondente do diário El Heraldo e de uma emissora de rádio.

Testemunhas disseram que pelo menos cinco homens fortemente armados invadiram a redação do jornal digital e dispararam contra o jornalista. Na última semana, Miranda escreveu colunas relacionadas com a falta de segurança pública na região.”

Hoje é …

… a estreia da peça Gorda, lá no Teatro das Artes. Eu vou, óbeveo, mas antes vou passar no BG pra colocar o papo em dia com uma amiga. Tomara que rendam boas histórias para o blog.

Aliás, por falar em boas histórias, hoje um amigo descobriu um blog fantástico. Morri de rir. Dei gargalhadas mesmo. Gente, eu sei que vai dar curiosidade, mas não posso publicar o link aqui. Desconfiamos que a figura em questão seja parente de um ‘amigo’ e as imagens no tal blog justificam o comportamento estranho desta pessoa. Eu teria vergonha de ter um pai daquele jeito.

A vida…

… é mesmo uma coleção de momentos. Alguns bons. Outros ruins. O que importa é o saldo, esta diferença e, sobretudo, como conatbilizamos. Tem gente que só repara nas tragédias e esquece de ver a beleza escondida nas pequenas coisas. Sim, aquela bobeira de sempre é verdade, o canto dos pássaros, um filhote de gato, uma borboleta azul. Devemos contabilizar cada uma das sensações boas que sentimos quando nos deparamos com coisas/pessoas que nos trazem paz e um sentimento bom, mesmo que não saibamos identificar que sentimento seja este.

Ontem, depois do jantar, na mesma hora de sempre, decidimos desligar a TV e ouvir música. Liguei o Ipod na caixa de som e começou um mar de músicas ecléticas. Bem como gosto. Ouvimos de Trem da Alegria a Chico Buarque. Durante a sessão de músicas francesas, Kadu me tirou pra dançar. E bailamos, na pequena sala, felizes. Gentem, que jeito bom de terminar um longo dia de trabalho. AMEI!

Sim, eu sei, estou babaca. Mas gente, isso é pq estou apaixonada. Preciso de um desconto, ok rs

Posso estar maluca,…

… mas simplesmente não consigo entender pq algumas pessoas agem de determinadas maneiras, como suicidas emocionais. Tenho uma amiga  X. de 35 anos, separada, sem filhos, bonita, inteligente, generosa, divertida, mora sozinha e tem um mega salário. Pois bem, ela namora há 2 meses um cara de 39 anos, também separado, com uma filha. Diz que é um ótimo pai e que já se imaginou tendo filhos com ele.

Eis que na semana passada ela descobre que ele mantém contatos por e-mail com uma amiga dela. A amiga claro, não sabe do namoro de X. com o mané de 39 anos. Ela ficou surpresa, decepcionada,… daí teve a ‘brilhante’ ideia de criar um mail falso e mandar para o malandro.

Se descreveu como uma mulher loira, designer, moradora de Ipanema. Separou até a foto de uma amiga gostosona caso a mesma seja solicitada. Ontem, qdo me contou seu plano, avisei “X. pra que mandar este mail? O que vc ganha com isso? Melhor dar logo o pé no cara. A chande de se ferrar é grande. Isso só trará mais sofrimento”. Ela, claro não deu ouvidos.

Eis que hoje o malandro responde ao mail meeega empolgado. Diz que é solteiro e que está procurando alguém bacana. Soco no estômago de qq um né. Mas, eu avisei. Ela não precisava passar por isso. Agora está mais deprimida, ferida e, apesar disso, determinada a marcar um encontro do cara com a tal fulana imaginária. Pra que? perguntei de novo. “pra ver a cara de idiota dele esperando ela por horas em um shopping”. E depois, perguntei. “Depois termino com ele”.

Ora, se o propósito é mesmo terminar com o canalha, não seria melhor ir logo ao assunto? Por que a vingança? O que ela ganhará com isso? nada além de minutos de satisfação (bem contestável). E depois, o que virá? Virá o sentimento de que fez papel de boba, que transou com ele  mesmo depois de saber que o mané trocava e-mails com sua amiga. Se sentirá usada e traída de qualquer forma.

Agora, responda-me, porque uma mulher inteligente se submete a isso? Muitas causas podem estar embutidas, mas acho que, neste caso, a vontade de ser mãe e ter uma família é tão grande que X. decidiu fechar os olhos e chegou a acreditar que o fulano “estava apenas fazendo reserva de mercado ao trocar mensagens com sua amiga, que jamais iria marcar um encontro com ela”. OK Ok, dia 24 de dezembro Papai Noel vai deixar um carro zero quilômetro na garagem lá de casa.

Já dei mil conselhos. Já disse para esquecer. Para deixar pra lá. Não adianta. A mulher está determinada a levar esta história até o fim. Já marcou até data: quinta-feira. O que fazer agora? Apenas esperar e dar colo na sexta. Amigos sevem para isso né.

Sim…

…. Lula é um idiota. Sua ação ‘de paz’ ao abrigar o presidente deposto Zelaya causou a guerra em Honduras. Isso é que dá querer bancar o melhor presidente da América do Sul e Central. O grande pacificador. Dois já morreram. A embaixada brasileira no país está sem luz, água e telefone. Só contam com um celular que, em breve, ficará sem bateria. E o Celso Amorim? Piada né?

Até concordo com os argumentos do Lula, mas o abrigo, a meu ver, deveria ser feito de outra forma, com riscos pensados, calculados. Acho que esqueceram deste pequeno detalhe. O que a população de Honduras quer?

Zelaya queria um segundo mandato, mas, para tanto, iria rasgar a  Constituição, que proíbe o 2º mandato, e ainda, de tabela, iria desobedecer a uma ordem da Suprema Corte.

Os golpistas também erraram. Isso é fato. Não se pode tomar assim o poder de um país. Chega de força. Chega de decisões escabrosas, na ponta da arma. Em dois meses aconteceriam eleições. Agora, com o caos instalado, quem sabe? O melhor negociado serima mesmo o prêmio Nobel Oscar Arias, presidente da Costa Rica, como sugeriu a Hilary Clinton. Agora é tarde.

Ontem…

filme

… para fugir do trânsito por causa da mega chuva, decidi assistir ao fime “A verdade nua e crua”. Bem, o que dizer… é muiiito mais ou menos. Filme de mulherzinha mesmo. Não é necessário pensar, as risadas são escassas, mas, de qualquer forma, é melhor ficar duas horas no ar condicionado do cinema a encarar o trânsito pesado. Só recomendo nestas ocasiões.

A divulgação da peça…

GORDA5_credito_Rodrigo_Castro… Gorda, do Neil Labute, está um sucesso. Bombando em todos os lugares. Acompanhe:
Patrícia Kogut – http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/posts/2009/09/20/fabiana-karla-nunca-fui-destratada-por-ser-gorda-223731.asp

O Globo – http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/09/04/sofri-ao-ver-esse-texto-conta-fabiana-karla-que-interpreta-gorda-de-neil-labute-767481005.asp

Canal Extra – http://extra.globo.com/lazer/canalextra/post.asp?cod_post=224514&cx=0

Época – http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2009/08/13/fabiana-karla-quer-fazer-rir-e-chorar-com-gorda/

O Dia – http://odia.terra.com.br/portal/diversaoetv/html/2009/9/humorista_do_zorra_total_fabiana_karla_vira_gordinha_bem_resolvida_no_teatro_35484.html

G1 – http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1295913-7084,00-NO+TEATRO+DOUTORA+LORCA+DA+SEU+PRIMEIRO+BEIJO+EM+CENA.html

Terra – http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI3980396-EI13419,00-Atriz+do+Zorra+Total+Fabiana+Karla+vira+gordinha+bemresolvida+no+teatro.html

A Notícia – http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2658124.xml&template=4187.dwt&edition=13158&section=1230

GP1 – Piauí – http://www.gp1.com.br/noticias/atriz-fabiana-karla-protagoniza-comedia-sobre-preconceito-99754.asp
Canal Famosidades – MSN  – http://entretenimento.br.msn.com/famosidades/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=21784395

Delas – IG – http://delas.ig.com.br/comportamento/a+vez+das+gordinhas/n1237504978258.html

Blog TV e Diversão – http://tvediversao.blogspot.com/2009/09/fabiana-karla-nunca-fui-destratada-por.html

O Fuxico – http://ofuxico.terra.com.br/materia/noticia/2009/09/02/fabiana-karla-protagoniza-comedia-sobre-preconceito-121308.htm

Canal Teatro – http://www.canalteatro.com.br/info_peca.php?cod_pecas=165

A Gazeta.net – http://www.agazeta.net/index.php?option=com_content&view=article&id=7987:no-teatro-doutora-lorca-da-seu-primeiro-beijo-em-cena&catid=33:entretenimento&Itemid=150

Cada Minuto -Alagoas – http://www.cadaminuto.com.br/index.php/noticia/2009/09/21/fabiana-karla-no-rio-o-gordo-e-mais-discriminado-do-que-o-negro

Blog Pop – http://blogpop.com.br/fabiana-karla-em-gorda/

GoiásNet.com – http://www.goiasnet.com.br/ultimas/ult_report.php?cod=412240

Blog Fofocaline – http://fofocaline.blogspot.com/2009/09/sou-uma-gorda-bem-sucedida-diz-fabiana.html

Blog Gordinhas Maravilhosas – http://gmaravilhosas.blogspot.com/2009/09/fabiana-karla-no-rio-o-gordo-e-mais.html

Link Ninja – http://linkninja.com.br/link/22621/‘Doutora-Lorca’-dá-seu-1º-beijo-em-cena,-mas-não-é-no-Zorra-Total-

AI5 Piauí – http://www.ai5piaui.com/noticia.php?id=19920

Jornal de Santa Catarina – http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,1246,2657879,13151

Criatura GG – www.criaturagg.com.br/lermateria.asp?chave=146

Newstin – http://www.newstin.com.pt/tag/pt/143571424

Blog Gordinhas lindas – http://www.gordinhaslindas.com/

A segunda…

.. historinha de discriminação foie sta aqui.

A difícil hora de assumir o biquíni

Quem está acima do peso sabe que ir à praia/piscina não é tarefa das mais fáceis. Sobretudo quando a gente vai compartilhar deste momento de intimidade com, sei lá, umas 100 pessoas. Pois bem, posso afirmar que sempre fui mega bem resolvida em relação a isso. Tenho uma irmã, beeeem mais magra, que sempre reclama. Que chega a se privar de tomar banho na piscina em algumas situações. O motivo? Pq ela tem vergonha de exibir uma ou outra celulite ou dobrinha na cintura.

Graças a Deus este bicho da vergonha nunca me mordeu. Mas, tenho que dar a mão à palmatória e contar que, uma única vez, fiquei constrangida. Não pode estar de biquíni, que isso fique bem claro, mas por estar acompanhada por uma pessoa que estava com vergonha dos meus quilos a mais.

Estávamos em Trancoso, na Bahia, com um grupo de amigos e meu namorado estava mega mau humorado porque eu estava pagando celulite e banhas para os amigos dele. Na booooa, mega sem noção. Mente tosca, pequena. Podeira ter curtido a beleza do local, da praia, desfrutado da minha companhia, mas preferiu ficar sentado, na areia, de cara fechada. Neeem liguei. Caí no mar. Me soltei. Mas ok, cada um com seus problemas né. Hoje, graças a Deus, não estou mais com esta pessoa.

E, neste último fim de semana, em Búzios, tive mais uma prova de que encontrei o homem certo. Estávamos todos na piscina, cinco amigos, e era a primeira vez que eu desfilava de biquini na frente de Kadu. Na hora ele não falou nada, mas depois veio me dizer que adorou ter me visto de biquíni. Isso é que é homem né. Mas podem tirar o olho rs. Este já é meu !!! Não largo, não troco, não empresto !!!!”

O blog da…

… peça Gorda peiu para que leitores enviassem histórias de preconceito. Bem, histórias são a minha praia. Mandei duas. A primeira foi esta:

” Vou começar contando sobre algumas entrevistas de emprego. Quem nunca foi a uma entrevista de emprego e saiu de lá com a certeza de ser capacitado, mas que não será chamado porque está acima do peso? Nossa, acho que já passei por umas 4 do tipo. A pessoa adora seu currículo por e-mail e, na hora da entrevista, você percebe no olho dela que o seu excesso de peso incomoda. Que será um entrave. Que sua imagem não serve. Difícil lidar com este preconceito, sobretudo porque ele atinge em cheio a nossa conta bancária né.

Vou um pouco mais longe. Tenho uma amiga, instruída, viajada, vivida, que uma vez mandou a seguinte frase: “Odeio gente gorda”. Alowwww, ela falou isso pra mim que tenho, deixa eu pensar, uns 30 quilos acima do saudável. Enfim, sei que não foi uma crítica pessoal e até fiquei com pena por ela pensar desta forma. Isso mostra o quão arraigado este preconceito está e, o pior disso tudo, pensar que os meios de comunicação, de difusão, acabam por reafirmar conceitos rígidos de beleza, leveza,… e o preconceito.

Mas, pior que isso tudo, é ouvir da boca do seu marido que ele não quer que você engravide porque ele não quer te ver mais gorda. Mesmo depois de 8 anos de relacionamento. . Mente tosca, tacanha, preconceituosa. Na época achei que ele tinha lá suas razões. Mesmo não concordando, pensava assim “Ok, ele não tem que ser obrigado a conviver com algo que não quer, que não admira”.

Passei anos acreditando que o problema era realmente meu excesso de peso. Eis que, há poucos dias, descobri que esta era apenas uma desculpa esfarrada para a não vontade DELE de ter um filho, uma família. Sabe-se lá pq, o moço em questão tem este problema, esta trave. Como descobri? Separada há 3 anos, ele me ligou parabenizando pelo meu aniversário. Papo vai, papo vem e eu perguntei quando ele iria ter um filho. Afinal, aos 32 anos e em um casamento de 3 anos, seria natural que eles quisessem ter uma família. Eis que veio a resposta “Não sei. Quero filho não, nem tão cedo”. E olha que a atual esposa dele é magra hein. Ou seja, o problema não eram as minhas banhas, mas a total incapacidade/vontade dele ter uma familia. Era mais fácil colocar a culpa em mim, na minha gordura, a assumir sua posição.

Isso fica ainda mais claro quando hoje, já em outro relacionamento, percebo a alegria do meu marido ao planejar um filho comigo. Ele nunca mencionou o ganho de peso que posso vir a ter em uma gravidez. Jamais se comportou como um babaca. Me ama como sou, me admira e me estimula a tocar meus projetos pessoais.

Contei tudo isso para dividir com vcs minha experiência. Pessoas preconceituosas, tacanhas, sempre vão cruzar nossas vidas. Resta saber se vamos querer compartilhar nossos momentos com elas. Eu, já decidi, não quero. E vc?”

Não gosto…

… de secretárias eletrônicas. Só hoje ouvi 6 recados atrasados no meu celular. Sei lá, me dá aflição. Gosto de falar na hora. Se não atendo é porque estou ocupado. Simples assim. O correto é a pessoa ligar depois. Na década de 80 e no começo da de 90 ninguém tinha celular e todos esperavam, com paciência, o momento correto de falar com parentes, amigos etc.. Se queriam conversar com suas avós, ligavam cedo para a casa delas. Se queriam conversar com um amigo, ligavam à noite, depois do horário do trabalho, antes da novela das 20, de preferência.

Hoje tem que ser tudo na hora. Socorroooo !!! Quero mais tempo livre. Tempo sem apurrinhações, sem gente no meu pé. Sei que algumas ligações são para coisas bacanas. Claudinha me ligou ontem, por exemplo, para me chamar para ir ao teatro. Não ouvi o cel tocar, estava na estrada voltando de Búzios. Uma pena, eu sei, mas ok, estava voltando de viagem, o que também é uma coisa bacana.

Sempre ouço pessoas reclamando da falta de tempo, do estresse, disso e daquilo. Mas vejo estas mesmas pessoas escravas de seus e-mails, celulares, secretárias eletrônicas. Ah! pelo amor de Deus. Quem nos dá estas amarras somos nós mesmos, já passou da hora de nos livrar delas. Estou meio rebelde, eu sei, mas quero um tempo só pra mim. Não tenho tido, acredite. Muito trabalho, muitas responsabilidades. E o tempo de coçar o saco que não tenho? Simplesmente sumiu. Eu quero ele de volta e, acredite, estou fazendo a minha parte para recuperá-lo.

Por que tudo isso? Pq simplesmente as coisas não podem permanecer como estão. Ontem, em Búzios, por volta das 16h meu humor ficou péssimo só de pensar na possibilidade da volta. Aquele tempo bom, relaxante, agradável ao lado de amigos queridos, estava acabando. Pensar em chegar em casa e assistir ao Fantástico. Que merda. Não há nada pior (sim, sei que a fome mundial e a pobreza, a guerra.. são piores, é só uma figura de linguaguem, ok?).

Quero meu tempo de volta e vou tê-lo !!! Estou de cabeça na campanha “Por uma vida mais simples e menos escrava das tecnologias”. Estou feliz por ter passado o finde longe dos meus e-mails, mesmo sabendo que poderia ler todos pelo celular. Fico feliz em não ter atendido as ligações, em ter deixado o aparelho desligado, ou melhor, funcionando apenas como máquina fotográfica. Cheguei a conclusão de que não preciso de mais tempo, só preciso usar melhor as 24 horas que papai dó céu me deu. Nada de perder tempo com gente/coisas que não valem à pena. E tenho dito.

Escrevi…

… um depoimento sobre discriminação aos gordos no blog da peça Gorda, do Neil Labute que vai estrear na semana que vem. Aliás, nos últimos 2 dias acompanhei os ensaios finais e posso dizer: está bárbara.

Os atores me emocionaram muito, sobretudo no final. O texto é inteligente, divertido e é bacana ver o público no teatro interagindo com os atorers, xingando uns, rindo, e até mesmo chorando, com outros. Minha mãe tb viu e ficou bem impressionada. Kadu, que é ator, também gostou. Adorou a direção corajosa do Daniel Veronese.

O cenário está lindo, bem cuidado. Ele gira a cada cena e se transforma em locais distintos como restaurante, praia, escritório, quarto… muito genial !

Se quiser assistir a um preço mais em conta, vale a pena ir neste finde, durante os ensaios abertos, por R$ 40. Acredite, vale a pena.

Update: Tinha esquecido de publicar que ontem, no fim da peça, o Marco Antonio Gimenez, o irmão da Lucianta, veio me cumprimentar. Agora diz aí, por que??? Será que ele me confundiu ? Será que ele me considera uma fã? Aloowwwww. Acorda menino, como diria Ana Maria Braga.

Impossível..

Praia de Ipanema
Praia de Ipanema

 

… trabalhar quando se tem esta vista. Pois é, ontem e hoje estou em um hotel em Ipanema que tem esta vista aí de cima de seu restaurante. Tortura pura almoçar e depois voltar para uma sala com ar condicionado. Maldade pura !

Mais um mail enganado…

… este eu posso divulgar o conteúdo. Acabou de chegar. Diz o texto:

Oi Prima, que orgulho de você!!!!
Antes de qualquer coisa parabéns!!!
Não é de se admirar que um dos seus contos tenha sido escolhido, eu sou testemunha de que você já nasceu com esse dom e que combinado com muita dedicação, determinação e profissionalismo não poderia resultar em outra coisa a não ser sucesso !!!

Beijocas

Ok Ok, beijocas para vc também. Mas não sou sua prima, combinado?