Joanna Cardoso Marcenal

“Todos os dias vejo o sorriso no rosto de uma criança. Um sorriso cálido, cheio de sonhos e desejos. Ela me chama de mãe, me abraça e me transmite o maior amor do mundo.

Todos os dias luto por ela. Cuido, amo incondicionalmente.
Todos os dias penso em como será a sua vida, num mundo cheio de problemas, mas também cheio de maravilhas.

Todos os dias lembro de como foi tê-la em meu ventre, imaginar seu rosto e sentir seus movimentos.

Todos os dias vejo como ela cresce, se movimenta, aprende palavras e se relaciona com as outras pessoas.”

Vocês já pensaram se isso tudo lhes fosse retirado de uma hora para outra? Já pensaram no berço vazio? Já pensaram em não acordar mais cedo ou passar noites em claro pela falta de SEUS FILHOS? Fechem os olhos e pensem nisso. Sentiram um medo terrível só de pensar? Agora abram seus olhos e olhem para seus filhos. Sentiram um alívio tremendo?

É MÃES, a Cris está com o berço vazio!!!! E o coração cheio de uma dor insuportável. Quando ela fecha os olhos e abre de novo, sua filha não está mais lá. O alívio não vêm e a dor continua.

Para a Cris, essa dor vai continuar sempre!  Não haverá justiça no mundo que apague a dor pela filha que se foi.

Se não levantarmos nossa voz para deixarmos bem claro que a decisão da justiça foi falha, que NENHUMA LEI AFASTA A FILHA DE UMA MÃE POR 90 DIAS, que um médico ou hospital errou muito por deixar que um estagiário cuidasse de uma menina que precisava de cuidados de um profissional muito bem treinado e com experiência, além de outros absurdos no caso de JOANNA… Vocês já leram sobre o caso? Já sabem o que está acontecendo?
Se não levantarmos nossa voz para isso tudo, qual legado deixaremos para os nossos filhos? Que ter influência e dinheiro é tudo na vida? Que essa influência pode superar o amor e a dor?
Há leis para tudo hoje em dia!  Leis criadas para nos protegerem. E quando não são, como foi o caso de JOANNA?

E se fosse com você, o que faria? O que você gostaria que fizessem por você? Então MÃES, levantem SUA VOZ.  Ajudem, repassem, escrevam suas palavras. Mas façamos algo, antes que um dia nada se faça por NÓS e pela perpetuação da ajuda mútua. Do amor ao próximo.

“O texto acima faz parte de uma corrente. Hoje, dezenas de blogs estão ajudando esta mãe a lutar por justiça. A filha dela não voltará, mas podemos evitar com que outras mães passem pelo mesmo sofrimento. Este, como um blog de opnião, deixa aqui solidariedade à família e cobra da justiça uma explicação, uma punição.
O que aconteceu com ela foi absurdo. Em todas as instâncias. Primeiro, a decisão bizarra de uma juíza que isolou a filha do convívio da mãe por 90 dias, sem sequer direito a visitas. Segundo, um falso médico que prestou aquilo que deveria ser o socorro. Não vamos esquecer este caso. Se você também tem um blog, entre nesta campanha.
Obrigada, Isadora”
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Impressiona a quantidade de histórias picantes ….

… que tenho ouvido nos últimos dias e também de cenas de ciúmes que tenho presenciado. O que está acontecendo minha gente?? Até copo de bebida a mulherada joga na cara de seus machos. Não me imagino fazendo nada semelhante. Ele tá olhando  direto pra outra e não se importa com sua presença??? Ou faça o mesmo ou diga que vá ao banheiro e pegue um táxi. Vá pra casa, pra outra balada, pra qualquer lugar, mas deixe o pateta ali, te esperando por horas.

Estranhamento

Me causa um certo estranhamento ler algumas coisas na internet, especificamente no Twitter/Facebook. Sei lá, parece estranho que algumas pessoas usem estes meios de comunicação para darem “recados” a outras. Por que não diz logo a quem interessa? Olha fulana, estou saindo com cicrana. Enfim, só um desabafo.

Cuidado com o que coloca em suas partes baixas

Hoje, no almoço, uma colega de trabalho contou uma experiência um tanto bizarra, mas super possível de acontecer com qualquer um. No auge dos seus 17 anos, a tal fez uma viagem romântica pra Cabo Frio (sentiu o naipe? rs). Os dois, super jovens, mal saíram do quarto e só trepavam, trepavam e trepavam. A xereca da pobre chegou a ficar esfolada. Lá pelo segundo dia de viagem, o casal decidiu dar uma passeada pela cidade.

Mas, sabe como é, eles só pensavam em sexo. Ao passarem por uma barraquinha de sorvete, o menino, claro, perguntou se o sorveteiro venderia pra ele o pote de calda de menta. Já visualizou????? Pois é, o catiço tascou a calda na xereca da jovem e a parada ardeu tanto, mas tanto que eles não puderam transar mais. Foi sopro, água, tudo pra tirar aquela calda grudenta da perseguida… O sexo ficou prejudicado, mas rendeu boas risadas, pelo menos pra mim.

Amo meus amigos

Cada dia tenho a certeza que Deus colocou na minha vida pessoas especiais. Ontem mandei uma mensagem pedindo ajuda para alguns amigos e 100% deles responderam e se mostraram disponíveis a ajudar. A situação não é muito fácil, mas saber que eles tentam dar uma força já tira um peso dos meus ombros.

A atitude reforça que sim, ainda há gente bacana no mundo e disposta a ajudar o próximo. Que bom. Me sinto mais forte. Obrigada a todos os envolvidos.

Fico chocada…

…. com a situação dos mineiros no Chile. Como pode??? Os caras vão ficar debaixo da terra até dezembro?? Vão se comer, né? Fato. Quem suporta viver dessa forma? A 700 metros de profundidade  e com dieta regulada? Sem ter o que fazer? Cara, o psicológico destes caras vai pras cucuias. As imagens que a CNN Chilena fez dos caras lá dentro é sufocante. Espero  que tudo dê certo e que consigam sair de lá com vida.

Cansada

Não sei quanto a vocês, mas estou exausta. Esta semana está muito puxada no trabalho e ainda tenho dezenas de projetos para entregar. Pode até ser que o volume de trabalho não seja tão grande, mas a sensação é de que preciso viajar de novo, ver outras paisagens e, sobretudo, outras caras. Alguém me explica como a gente faz quando não aguenta mais ver a cara de um colega de trabalho? Pede pra mudar de mesa? de ramal de telefone? Fica com o fone de ouvido o tempo todo? Se alguém souber de algo realmente eficaz, que não implique uma mudança de emprego, por favor, avise.

Grata, Isadora

Interessante…

… esta entrevista com o Flávio Gikovate, no Globo. Concordo plenamente:

– Para o psiquiatra Flávio Gikovate, estamos passando por um momento de grandes mudanças nos relacionamentos afetivos. Os homens estão tendo que aprender a lidar com uma nova mulher. Já elas estão percebendo que praticar o sexo casual pode não ser uma boa ideia. Em seu trigésimo livro, “Sexo” (ed. MG Editores), Gikovate avalia o impacto que os últimos 40 anos tiveram nas relações sexuais e amorosas. Em entrevista ao site do GLOBO, o médico explica como serão os relacionamentos no futuro.

O GLOBO:Homens e mulheres reclamam que não conseguem achar um par e que estão insatisfeitos com as relações amorosas. Por que isso acontece?

FLÁVIO GIKOVATE:Temos evoluído pouco no aspecto sentimental. As pessoas continuam buscando parceiros com os quais não têm afinidades intelectuais, de caráter, projetos e estilo de vida. O erotismo costuma se dirigir na direção da busca de parceiros mais para egoístas, pouco confiáveis e difíceis de provocar envolvimentos de qualidade. Assim, a grande maioria dos casais ainda é constituída por uma criatura mais para generosa e outra mais egoísta. Isso dá um tipo de relação incompleta e que, com os anos, acaba determinando a separação. Os casais se separam pela mesma razão que se casam: as diferenças de temperamento e de caráter. O que funciona bem é o encontro de criaturas afins. Isso já é dito, pois as pessoas falam em “almas gêmeas”, mas na prática o medo da felicidade sentimental as leva a buscar mesmo é a “tampa de sua panela”.

O GLOBO:Você costuma dizer que os homens estão perdidos e não conseguem lidar com a nova mulher. Por quê?

GIKOVATE:Porque as mulheres avançaram muito, ao longo dos últimos 40 anos, nos territórios de poder tradicionalmente masculinos. Avançaram na sua independência econômica, intelectual (hoje são 60% dos estudantes universitários em todo o mundo), ocupando cada vez mais as posições de destaque no chamado espaço público. Ao mesmo tempo, não abriram mão de seus poderes tradicionais. No livro novo escrevo que fizeram tudo isso ao mesmo tempo em que, nas praias, os biquínis só diminuíram. Ou seja, mantiveram – e até mesmo ampliaram – o tradicional poder sensual através de uma liberdade erótica que se manifesta também pela via do exibicionismo e também na forma de expressar a liberdade sexual que só cresceu com o advento da pílula anticoncepcional.

Os homens, que pouco fizeram, afora ficarem perplexos, ao longo desses mesmos 40 anos, estão atônitos e um tanto parados. Estão cada vez mais no computador, preferindo o erotismo que assistem (ou interagem virtualmente). Estão com medo dessa nova mulher mais forte que eles e que, diga-se de passagem, também nem sempre se interessam por aqueles que elas não conseguem admirar como mais competentes que elas. Estamos numa encruzilhada.

O GLOBO:O que impede as mulheres de aproveitarem plenamente a vida sexual?

GIKOVATE:É preciso entender o que significa o pleno exercício da sexualidade. As mulheres têm uma fisiologia sexual diferente da masculina e elas devem saber que, após o orgasmo, a regra é que sobra uma excitação residual. Isso faz com que o sexo casual não lhes apareça como tão interessante, assim como a masturbação. Cerca de 50% das mulheres não se interessam pela masturbação justamente porque podem terminar a prática mais excitadas do que começaram, ao contrário dos homens que se sentem relaxados e sonolentos. Elas preferem mesmo é o sexo com um parceiro fixo e conhecido, com quem possam negociar aquilo que mais gostam. A maior parte das mulheres aproveita plenamente o sexo quando conhece seu próprio corpo, tem um parceiro estável (que não obrigatoriamente é objeto de grande envolvimento emocional, mas é alguém conhecido e com quem ela goste de estar também fora da situação erótica) e que saiba como agradá-la, e que seja uma pessoa que não use o sexo apenas como instrumento de sedução e poder, mas sim também como fonte de curtição e prazer.

O GLOBO:Como um casal pode preservar a vida sexual e não cair no tédio comum que acontece com o passar dos anos?

GIKOVATE:Não é fácil e depende muito de entenderem que o sexo e o amor não são parte do mesmo instinto. Têm que compreender que o sexo tem suas peculiaridades, que compete com a ternura e que tem que ser tratado como parte de um instinto mais vulgar e grosseiro. Assim, na hora do sexo é importante abandonar o contexto mais sentimental e buscar um outro clima, mais voltado para a “baixaria”. Além disso, é preciso entender que o desejo visual masculino tende a se esgotar diante de uma mesma parceira ao longo dos anos. É função do homem e também da mulher trabalhar para que a sexualidade se mantenha viva e gratificante num clima que nem sempre lhe é propícia, o da estabilidade e do amor. O sexo se abastece mais facilmente do jogo de sedução e conquista. É mais difícil desejar alguém em que confiamos e sabemos dos sentimentos e da lealdade em relação a nós. Mas é possível e existem inúmeros casais que atestam isso. São minoria, mas existem. E se existem é porque é possível!

O GLOBO:As mulheres ainda são julgadas quando dizem que gostam ou só querem sexo?

GIKOVATE:Acho que isso é válido para muitos homens, mas não para todos. Agora, se elas quiserem se relacionar justamente com os mais legais, devem saber que esses não dão a menor bola para isso. Apenas irão ou não se interessar por elas por força de muitas outras propriedades e não por força de suas habilidades sexuais.

O GLOBO:Como você vê os relacionamentos amorosos no futuro?

GIKOVATE:Ou existirão relacionamentos afetivos de ótima qualidade, onde os casais aprenderão a desenvolver uma vida sexual igualmente rica, ou então existirão pessoas solteiras, vivendo o sexo como fenômeno pessoal e/ou mantendo relacionamentos afetivos mais superficiais e passageiros. Não vejo futuro para as relações de qualidade média. É assim: a vida a dois terá que ser melhor do que o viver só. Como viver só está cada vez melhor, todos os relacionamentos que forem de qualidade inferior a essa vida tenderão a desaparecer.

Euzinha, Isadora, no auge dos meus 34 anos, preciso registrar: não sei mais lidar com homens. Sério. Isso tá me incomodando um pouco e acho até que vou passar por um período de abstinência. Sei lá, quem sabe não recebo uma mensagem divina??? Percebo que este não é um fenômeno exclusivo. Acabo de ler o email de uma amiga que também se vê numa cilada. Ela simplesmente não sabe o que fazer, com quem ficar e pensa seriamente em ficar só por um tempo. Será este o caminho???

Voltei de BSAs

Olá, cheguei de Buenos Aires com muitas histórias, fotos e mimos pra família e amigos. Eu simplesmente amo Buenos Aires e está é uma certeza cada vez mais forte. A cada passagem por lá, já fui 4 vezes, sinto que moraria fácil em Palermo Soho. Sou encantada pelo bairro, pelas lojinhas, pelos restaurantes. Sei que existem áreas mais nobres e tal, mas e daí? Nem sempre temos que ter uma razão lógica pras coisas. Bem, eu não costumo usar muito a lógica.

Queria postar aqui todas as fotos, mas to com uma preguiça danada de descarregar a máquina, prometo publicar algumas depois. Comprei umas peças decorativas interessantes e darei, mais tarde, todo o serviço: preço e loja. Por hora, quero colocar os emails em dia, fofocar com os amigos no Twitter e atualizar este blog empoeirado.

Agradeço a compreensão de vocês e juro que entendo a revolta de alguns leitores com a mudança de autoria do blog. Liguei hoje para a Renata e ela me contou que recebeu algumas ligações e emails reclamando mas que, depois de algumas explicações, todos se mostraram compreensivos com a escolha dela e prometeram continuar visitando o bloguinho. Que bom. Espero não decepcionar.

Amizade

Achei bacana o texto de Martha Mendonça, publicado hoje no site da Época. Claro que temos falsas amigas, e amigos também, mas concordo com a Martha: existe sim amizade sincera entre mulheres.

A amizade feminina existe, é forte e duradoura

Alguém da minha timeline do Twitter escreveu esses dias que “as mulheres preferem seus animais de estimação a suas amigas”. Ainformação tinha como fonte uma pesquisa da empresa de rações inglesa Winalot, segundo a qual uma em cada cinco mulheres “contavam” a seus bichinhos fatos que não teriam confiança para revelar a ninguém.

Bem, não sei se tal informação leva à frase do twitter. Mas ando reparando há muito tempo que, dentro e fora da internet, existe uma espécie de complô por aí colocando para baixo o valor da amizade entre mulheres. E não é de hoje.

Quem nunca leu ou ouviu algum comentário sobre mulher não ser amiga de mulher? Que saem juntas, mas que, no fundo, têm inveja uma da outra, falam mal pelas costas, contam seus segredos para os outros e puxam o tapete quando menos se espera? Dizem mais: os homens é que seriam a verdadeira fraternidade, defendem uns aos outros até contra as próprias mulheres e nutrem a verdadeira amizade entre eles.

De onde exatamente saiu essa “verdade”?

Não sei, mas o que vejo na vida real é o oposto disso. Tenho amigas de escola – uma delas do maternal – que sabem que podem contar comigo e eu com elas, apesar do tempo (ou da falta de), apesar das vidas diferentes que levamos, apesar das idas e vindas de nossos caminhos.

Tenho amigas que conheci no trabalho e que, depois da troca de empresa, ficaram para todo o sempre. Amigas com quem encontrar é melhor do que psicanalista, cromoterapia ou massagem relaxante. A vibração delas, mesmo que seja em um encontro de 10 minutos, faz meu dia ficar melhor e minha vida fazer sentido. Tenho amigas quase-virtuais, com quem encontro pouco, mas com quem troco emails tão sinceros e importantes que eu deveria imprimi-los e guardar ou transformar em um livro.

Já contei segredos a elas e nunca me decepcionei. Tenho os de muitas delas na minha mente e no meu coração sem nunca ter contado a absolutamente ninguém. Já chorei nos ombros delas e muitas nos meus em momentos nos quais eu sofri junto, como se fossem meu próprio sangue.

Eu não diria que elas são muitas. Mas também não são poucas. São do tamanho exato do meu abraço. Elas me ensinam muito, no que dizem e no que fazem. E no que deixam de fazer. E no jeitinho que dão em tudo nessa nossa vida louca vida.

Indo além de mim: minha mãe sempre teve amigas de fé. Apesar da correria, ela também sempre teve um tempo especial para elas e desde pequena sempre percebi o quanto dividiam a vida, os problemas e as coisas boas.

Na terceira idade, o que vemos por aí? Mulheres que vão juntas ao cinema, vão de van ao teatro, aposentadas que almoçam ou tomam chá juntas pelos shoppings. Ou jogam biriba todos os domingos. Se fazem companhia quando seus homens já passaram dessa pra uma melhor ou simplesmente só gostam de ficar em casa de pijama vendo campeonato de sinuca pela TV.

Mas o mais importante nem é a presença física. O mais bonito na amizade feminina é a troca de experiências, o coração escancarado, a falta de vergonha de mostrar as fraquezas. Os homens podem ser muito companheiros, podem agir de forma corporativa, mas são raros os que de fato se abrem e expressam o que sentem com frequencia diante amigos.

Isso não os faz piores nem menores. Cada gênero sofre a ação da natureza e da cultura. E cada pessoa tem seu temperamento, sua criação, sua forma de querer viver a vida.

Apenas limpem a boca – homens e mulheres – antes de falar qualquer coisa sobre a amizade feminina. Ela não só existe, como é forte e duradoura. Está num altar, é sagrada e é humana.

E tenho dito.

so rindo

Eu aqui com os pes cheios de bolhas de tanto andar, cansada, acabada e… gargalhando. Acabo de receber uma mensagem de texto de uma amiga que esta no Brasil e, serio, a menina ta aflita. Recebeu uma proposta super indecente. Eu, se fosse ela, ja teria dito que sim. Vai fundo amigaaaa.

Comprei…

….  uma capinha super fashion pro meu iphone. Luxo e sofisticacao !!! Mas to gastando tanto direito que jah penso na possibilidade de seguir o conselho de uma amiga. Ela foi lah em casa outro dia e, ao se deparar com um tanto de moedas que tirei da bolsa, recomendou: compre um cofre.

Fiquei surpresa porque jamais uma pessoa me mandou juntar moedinhas num cofrinho. Mas, confesso, um dos argumentos desta amiga me seduziu. Ela disse que fez um cofrinho em casa por alguns meses e conseguiu juntar R$ 600. Incrivel. Serah que o meu cofrinho ficarah tao cheio assim ou o unico cofre cheio que conseguirei ter eh mesmo minha bunda (interrogacao).

Estranho…

…. ler as noticias do nosso pais, sobretudo da nossa cidade, estando longe eh muito estranho. Acontece o mesmo com vcs (interrogacao).Ate o twitter ganha outro contorno, parece que os pequenos problemas das pessoas, das cidades … ficam menores.

Post para o Pequeno…

…. oi Pequeno, espero que esteja tudo bem com vc. O primeiro post foi meia boca sim, vc tem toda a razao, e o segundo tambem vai ser. Estou viajando e usando um computador horrivel, nao consigo acentuar ou pontuar nada como gostaria. De qualquer forma vou tentar responder algumas de suas observacoes.

Ja tive muita vontade de fazer sexo grupal, recebi uns 2 convites, mas faltou coragem. Um dia, quem sabe, chego la. Acho ate que este dia esta bem proximo porque esta vida de solteira e uma loucura. Passei tanto tempo em um relacionamento que havia esquecido do funcionamento deste mercado. E, sinceramente, este eh um mercado que mudou muito. Tenho que aprender algumas coisinhas.

Alias, falando em coisinhas, prezado Pequeno, adorei as dicas de boquete que vc deu. Estou curiosa pra fazer o lance do colar de perolas. Quem sabe nao faco isso neste sabado… explico… tenho um pau amigo que passa la em casa todo sabado e acredito que ele eh um bom candidato. Acho ate que tenho de comprar um colar maior pq o que tenho lah em casa vai ficar pequenino.

Ainda sobre sexo, conversei hoje, durante o almoco, com uma menina que conheci na viagem. Sabe como eh neh, pais estrangeiro tem de um tudo. Ela eh argentina, muito simpatica, divertida e liberal. Me contou cada bafao… me deu ate vontade de transar com ela e romper outra barreira: a do sexo com pessoas do mesmo sexo. Acho que deve ser bem interessante. 

Uma das historias que ela contou envolvia sexo com o padrastro. A menina ficou dando pro marido da mae por quase 7 meses e chegou a fazer sexo a tres com ele e com o namorado. Puta total, na minha opiniao. Com tanto homem por ai tinha que pegar logo o da mae. Ela disse que tem uns inferninhos por aqui onde ninguem eh de ninguem. Fiquei curiosa, sera que devo ir lah hj (interrogacao) 

Ai, como queria um teclado configurado pra escrever direito. Ah! jah ia esquecendo de dizer o que vim fazer na argentina: trabalho !!! Adoro as lojas de decoracao de Buenos Aires. A vontade que tenho eh de comprar tudo e redecorar meu apartamento, mas falta grana. Volto amanha e, se tudo der certo, no maximo, sabado publico algumas fotos da viagem e de alguns produtos com um design sensacional que encontrei por aqui. Alguem quer um alfajor (interrogacao)

Chegay !!!

Queridos, estou muito feliz por assumir este blog que amo de paixão. Fui uma das primeiras leitoras e me identifico com quase tudo aqui. Preciso me apresentar né. Então, me chamo Isadora, tenho 34 anos, sou solteira, bebo o suficiente pra me deixar ainda mais divertida e amo meus amigos. Não dispenso um bar e adoro minha cachorrinha July.Amo viajar, conhecer novas pessoas e não vivo sem música.

Conheci a Renata, criadora deste blog, na infância. Sempre fomos muito ligadas e algumas das histórias bizarras publicadas aqui como sendo de uma das amigas dela, bem, confesso, são minha. Quais? Não posso revelar rs. O que mais dizer sobre a minha pessoa? Me acho bacana rs, mas preciso assumir que estou com medo de assumir este espaço. Acho que alguns leitores da Renata podem abandonar de vez o blog. Isso me deixaria tensa, bem tensa, e decepcionada.

Acho que tenho de escrever mais algumas coisas sobre mim. Então vai lá:

1- Nunca tive coragem pra fazer sexo a 3, 4 ou 5. Na verdade, nunca passei do número 2.

2- Já traí algumas pessoas. Na verdade, só consegui ser fiel a um dos meus poucos namorados e não acho o fim do mundo uma ou outra puladinha de cerca.

3- Adoro samba, rock, pop e música trash dos anos 80.

4- Alguns amigos acham que uma biba mora dentro de mim.

5 – Esqueci de dizer que adoro baladas gays.

6- Sou viciada em internet, sorvete e homens, os bonitos, sensuais e, às vezes, uns barrigudinhos.

7- Não tenho paciência pra homem com problemas de ereção e costumo recomendar viagra.

8- Minha cadela é a dona da minha casa, mas não da minha vida

9- Meus pais são minha fonte de inspiração

10- Não quero ter filhos e não tentem me convencer do contrário.

Tá bom né? Aos poucos você vão me desvendar. Aliás, quem quiser detalhes sórdidos da minha vida ou mandar alguma pergunta, basta enviar um mailpra  isadora.cas@hotmail.com

Aguardo a visita de vocês aqui e os emails também.