Papo interessante

Vejam esta conversa por msn que se desenrolou na tarde de hoje. São duas amigas conversando sobre dedadas. Isso mesmo. Uma delas, a Ms.X, costuma dar uma dedada nos caras com quem transa. Curiosa, R, quis detalhes e perguntou como era, por que ela fazia, se sentia prazer… acompanhe:


Ms. X…    tem que ser devagar
R…    te dá prazer?
Ms. X…    a primeira que fiz foi pq me pediram
Ms. X…    a segunda foi por experiencia
Ms. X…    aí percebi que esta pessoa gostava muito
Ms. X…    aí passei a fazer pq melhorava a perfomance dele comigo
R…   entendo
Ms. X…    eu sinto prazer quando vejo ele mais doido
R…    nunca tive coragem
Ms. X…    tudo começou quando li em alguma revista feminina
Ms. X….    que homem gostava do dedo no perineo
R…    sempre li isso tb
Ms. X…  ai eu fazia de vez em quando
R…    já ameaçei fazer várias vezes
R…    mas sempre amarelei
Ms. X…    mas ta ali perto, né

E vc, já dedou alguém?

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7 comentários sobre “Papo interessante

  1. Para a maioria dos homens heterosexuais, o cu – o próprio cu, claro – é território sagrado. Ninguém toca, nem mete o dedo. Mesmo que esse “ninguém” seja mulher.
    Não vou gastar letrinhas psicologizando a questão – até porque já abordei esse tema em outros posts. Anatômicamente, não há diferença entre o cu da mulher e o do homem. Se dá prazer a ela, dá prazer a ele também, com uma vantagem para ele: a massagem da próstata proporciona um prazer intenso, algo como uma descarga elétrica. Talvez por isso, o ato da mulher enfiar o dedo é conhecido vulgarmente como “fio terra”.
    Algumas mulheres gostam de fazer isso em seus homens. Outras, fantasiam esse joguinho, mas ficam só na vontade, por receio da reação do macho. É razoável que elas queiram, também, experimentar a sensação de penetrar, de conhecer por dentro, de fazer o homem sentir exatamente o que ela sente quando dá a bunda. E há, sem dúvida, aqueles que experimentaram e gostaram.
    Já passei por essa experiência três vezes. Foi bom, mas não fiquei freguês. Não ouvi sinos, nem vi estrelas. Mas, mesmo não sendo algo que faça parte do meu cardápio preferido, se a minha mulher quer, por que não? Lembro de uma que, quando me chupava, ficava rondando, ora com o dedo, ora com a língua, mas não não se decidia, certamente insegura quanto à minha reação. Até que um dia, decidido a por um fim naquela indecisão, perguntei: – “você quer enfiar um dedo em mim?” – “Quero!”. – “Então enfia, porra!” Acreditem: ela gozou mais que eu.
    Moral da história: se você quer tudo da sua mulher, deve estar disposto a dar tudo pra ela.

    pow, demorei pra achar esse post, segue link http://pequenosdelitos.wordpress.com/2007/02/09/a-ultima-trincheira/#comments

  2. Já sim. Várias vezes…. Fui brincando por ali e, quando vi que não havia resistência, segui em frente. Eles adoram.

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