Paris, parte 2

Eu e a Torre

Bem, quem me conhece profundamente sabe do meu encantamento por Paris. Mesmo antes de ter pisado naquela cidade, sei lá, eu me sentia meio íntima, um tanto quanto encantada pelas ruas, pessoas, fotos e sobre tudo o que já li da região.

Por tudo isso, ter ido para Paris nos meus 5 dias de férias foi mais que especial. Dar de cara com a Torre Eiffel, de forma despretensiosa, foi sensacional, emocionante mesmo. Meu hotel ficava há cinco 10 minutos da torre e da janela do meu quarto era possível ver as luzes do topo da estrutura. Claro que a escolha deste hotel foi minimamente pensada. Foi uma escolha a dedo, mesmo sabendo que tal escolha teria um preço um tanto quanto salgado. Mas valeu a pena. Quando não tinha nada para fazer, quando não sabia para onde ir … andava um pouquinho e pá, dava de cara com a torre.

A primeira vez que vi a torre foi com Denise e Heitor, à noite, no mesmo dia em que cheguei. Fiz umas fotos de longe e pensei: amanhã vou lá pertinho. Dito e feito. No dia seguinte, Gerson passou no meu hotel e fomos a pé. Foi lindo. Berramos tanto de felicidade !!!! Incrível. Tenho ótimas fotos na máquina ultra profissional dele, mas ainda não peguei nenhuma 😦

Outro dia, à noite, sentei em um banco bem de frente à Torre e nem me importei com os 5 graus negativos. Fiquei por uma hora e meia olhando as luzes, as pessoas, admirando a estrutura. Me fez um bem danado ficar ali, sozinha, sentindo frio, o cheiro do lugar, ouvindo os sons. Foi fantástico.

Patinando em pleno primeiro andar da TorreO ápice, no entanto, foi ter ido ao último andar da Torre, sem me importar com o frio ou solidão, e fixar na retina cada imagem desta cidade única. De lá, fui para o segundo estágio, andei mais um pouquinho e tomei o elevador rumo ao primeiro estágio. Acreditam que fui a única pessoa de todos que estavam no elevador a ter descido no primeiro estágio? Azar deles…  Lá dei de cara com uma pista de patinação no gelo. Óbeveo que eu PRECISAVA dar minhas voltinhas de patins em plena torre, aos pés da Cidade Luz. Foi encantador. Um DJ animava a pista e deixava a aventura ainda mais divertida. Por sorte não caí nenhuma vez. Ufa! Também não fiz nenhuma estripolia, nenhuma pirueta, nem tentei dançar. Dessa vez fui supercomportada rs.

O fofo do guardinha da Torre topou fazer umas fotos minhas. São poucas, é verdade, mas não dava para explorar a boa vontade alheia né. Aliás, não dei de cara com nenhum francês mal educado. Todos foram super gentis comigo. Fofos mesmo.

Enfim, sonho realizado… mas acabei deixando meu joelho direito na pista de patinação. 21 dias depois, ainda sinto os efeitos de uma distensão muscular ma coxa direita. Valeu a pena. Se faria tudo de novo? Claro ! Umas seis vezes.

Paris é mesmo uma cidade mágica e que pretendo visitar inúmeras vezes nesta vida. Sozinha, acompanhada, no inverno ou no verão. Simplesmente, tanto faz. Paris é Paris. O importante é manter a cidade na programação de férias.

PS: Nem preciso dizer que comprei dúzias daqueles chaveiros com uma réplica da Torre Eiffel né. AMO!

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