Os agentes do destino

Ontem, no início da noite, fui ao cinema no shopping Frei Caneca, isso mesmo, em São Paulo, e assisti a um filme muito bacana: Os agentes do destino, com Matt Damon e Emily Blunt. O filme tinha tudo para ser um daqueles que nunca levariam meu dinheiro. A começar pela história doida de entra e sai em portas que levam a locais loucos, submundos, uma coisa bem de ficção científica.

Mas, para dar um tapa na minha cara, o filme fala de amor. E a história é contada de uma forma tão bacana, com um roteiro cativante, bem montado, perfeito. Isso sem falar na mensagem muito envolvente. Confesso, saí do cinema encantada e reflexiva: será que podemos mudar nosso destino? destino existe? por que algumas pessoas entram em nossas vidas?

Estou passando por um momento muito doido. Na verdade, há um ano, quando desisti do casamento tradicional, do lance da Igreja, vestido de noiva e de uma vida certinha e sem muitas surpresas …. entrei em uma fase de introspecção, de avaliação de valores, futuro. Tracei metas, algumas até de médio e longo prazo. Tudo muito diferente do que vivi nos últimos 33 anos.

Muitas coisas aconteceram e me obrigaram a mudar. E não falo apenas das mudanças físicas, reais, mas daquelas sutis, entendem? das mudanças invisíveis, quase que imperceptíveis.

Um ano após esta decisão intempestiva me vejo em um novo cenário. Fazendo coisas que até então eu criticava. Com muitas indefinições, claro, até porque não seria minha vida se o contrário fosse, mas um cenário feliz. Um cenário onde o AGORA tem lugar de destaque, onde aproveito melhor os momentos. Um lugar onde a culpa fica do lado de fora. Pode até ser utópico, mas, o mínimo que posso fazer, eu sei, é tentar.

Como estão as coisas? Ótimas. Tenho conhecido lugares e pessoas novas, me divertido. Trabalho, claro, continua no topo das minhas prioridades/preocupações, mas admito que minha vida pessoal está conquistando um quinhão de espaço um pouco maior. Diversão é preciso, meu povo.

Bem, voltando ao filme… vale a pena assistir não apenas pelo gato do Matt Damon, mas pela beleza da história, pela sensação de que o amor pode sim superar todas as barreiras, distâncias, dificuldades, planejamentos. saímos do cinema com a certeza de que temos de viver algumas histórias e que, não importa quanto tempo passe, de uma forma ou de outra, o destino colocará esta pessoa novamente em nossa vida. Bem romântico, eu sei, mas sou dessa vibe e, apesar de muitos não acreditarem, sou sim uma romântica incurável e que busca o amor… sempre.

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