O amor, ah o amor…

Ontem fui com duas amigas na Cobal. A pizza, como sempre, foi o pretexto da renião. O objetivo era mesmo colocar a vida em dia. Fazia uns dois meses que não encontrava com Karla e Danielle em uma mesa de bar e estava sentindo falta disso. Durante a atualização da vida diária, conversamos muito sobre relações amorosas e, óbeveo, o amor. Ah, o amor, sempre ele. Vale a pena amar? Entrar no primeiro relacionamento que aparece em nossa frente? E o que fazer com a dor do amor perdido?

Bem, não vou contar aqui o que falamos exatamente. Todos os leitores do blog sabem que sou louca o suficiente para me jogar em todos os relacionamentos que eu quiser. Acho que nunca vou me cansar disso, apesar de todos os riscos implícitos e de todos os pés na bunda que provavelmente ainda colecionarei.

A vida é feita de momentos, de risos, de lágrimas, de papos bons, de discussões … nossa, tantas coisas, muitas são as variáveis. Não vale a pena deixar de viver nada por acreditar que láááá na frente sofreremos. E daí, quem nunca sofreu? O sofrimento tá no pacote. Não me reconheceria se agisse diferente.

Enfim, publico uma mensagem de Osho, no livro “Vida, Amor e Riso”, que resume bem o que penso:

“O estado mais elevado de amor não é, de modo algum, um relacionamento: é simplesmente um estado do seu ser.

Assim como as árvores são verdes, aquele que ama é amoroso. Elas não são verdes apenas para determinadas pessoas: não é que quando você aparecer elas se tornam verdes.

A flor continua espalhando sua fragrância quer alguém apareça ou não, quer alguém aprecie ou não.

A flor não começa a liberar sua fragrância quando um grande poeta está se aproximando — “Bem, este homem apreciará, este homem será capaz de compreender quem eu sou”.

E ela não fecha suas portas quando vê que uma pessoa estúpida, idiota, está passando por ali — uma pessoa insensível, obtusa, um político ou alguém parecido… Ela não se fecha — “Qual o sentido? Por que jogar pérola aos porcos?”

Não, a flor continua espalhando sua fragrância. Trata-se de um estado, não de um relacionamento.”

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