Relacionamentos

No post abaixo repliquei, mais uma vez, a coluna do Ivan Martins. Impossível discordar. Somos só garotas. Somos putas. Somos santas. Somos até filhas da puta. Mas somos só garotas. Temos nossas fases, nossos medos, inseguranças, desejos, sonhos, planos, aventuras. Queremos abraçar o mundo com as pernas. Queremos casa, comida, roupa lavada, um marido carinhoso e filhos. Queremos romance, mas sabemos quando é hora de dar uma patada.

Sim, também temos traços de má educação. Educados por quem? Ora bolas, no quesito coração, somos ensinadas pelos homens mesmo. Carrascos de nossas vidas, desde cedo, eles nos ensinam que sobreviveremos aos pés na bunda, independente da força, e que somos fortes o suficiente para recomeçar. SEMPRE. Sei lá, com base na minha vivência e de algumas amigas, percebo como temos a capacidade de nos reinventarmos e, o mais incrível, nós seguimos acreditando no amor.

É verdade que, vez ou outra, aquele velho discurso de que “não acredito mais em homem” aparece. Mas, logo, e isso acontece com frequencia, nos encantamos novamente e nos damos conta de que, apesar do medo, estamos prontas para a próxima decepção. E isso é lindo, não? Então, caros leitores, vamos seguir em frente, colocar nossas dores no bolso, erguer a cabeça e apostar que o futuro será melhor. Sempre. Tenho feito isso e, acredite, não tenho do que reclamar. Tente também.

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