Vida que segue

Na última sexta perdi um amigo. E quando digo que perdi, é literal. Ricardo morreu, aos 42 anos, de infarto. Um grande jornalista. Um grande amigo. Uma perda e tanto que nos faz lembrar, mais uma vez, de nossa insignificância e das coisas que realmente importam. Por isso é válido dizer que amamos quem realmente amamos, abraçar aqueles que merecem nosso chamego, ceder nossos ouvidos e ombros aos amigos.

Hoje uma amiga me contou que fez algo incrível. Difícil, é verdade, mas com uma importância simbólica extrema. Fiquei feliz por ela, de verdade, mesmo sabendo que o resultado esperado não será alcançado. Sinceramente, o resultado pouco importa. O que vale é que ela teve coragem de se expor, de colocar tinta em seus sentimentos, de se fazer valer.  Raridade.

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