“Que esta minha paz e este meu amado silêncio
Não iludam ninguém
Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta
Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios
Acho-me relativamente feliz
Porque nada de exterior me acontece…
Mas,
Em mim, na minha alma,
Pressinto que vou ter um terremoto!” Mário Quintana

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Dépassé

Estou ultrapassada…. geral ao meu redor com amante e eu nada. Não que eu queira trair, longe disso. O foda é pensar que posso estar na outra ponta. Mas não estou, acredito. Também, na boa, este é o tipo de coisa que não adianta alimentar nenhum tipo de preocupação. Quando alguém quer trair, simplesmente trai. O que quero pra mim é paz de espírito, consciência tranquila e viver nas nuvens. Pouco? Claro que não, mas é viável. Portanto, não me importo se estou dépassé… sinceramente, prefiro viver assim.

O inesperado

Não adianta relutar. Caso você tenha uma vida normal, o inesperado vai bater em sua porta. Pode ser numa manhã de domingo, num email que chega na madrugada de terça, nas correspondências que chegam na tarde de quarta, na fila do banco ou mesmo através do sistema de mensagem que insistem em instalar no computador do seu trabalho. As notícias/acontecimentos chegam e mudam nossas vidas. Mudanças estas que podem ser para sempre, como as que alteram o curso de um rio.

O que fazer? Aceitar. E falo das coisas boas e ruins. Claro que as coisas boas a gente aceita com maior facilidade. Ganhar na loteria e pode chutar o balde do emprego e percorrer o mundo é algo inesperado e 100% positivo, mas nem tudo na vida são flores e, nestes casos, é preciso ter ainda mais jogo de cintura.

Sabe quando a gente vai ao salão cortar o cabelo e especifica muito bem o que quer, mostra fotos e tal e… no fim fica uma bosta? Então, nestas horas não adianta chorar ou brigar com o pobre que destruiu suas madeixas com a tesoura. Vale a máxima do ESPERAR QUE O TEMPO RESOLVE. E resolve. De uma forma ou de outra, a vida nos oferece soluções. O importante é confiar. SEMPRE !!!

Sinusite

Calor, ar condicionado. Calor, ar condicionado. Calor, ar condicionado. Calor, ar condicionado. Calor, ar condicionado. Calor, ar condicionado. Calor, ar condicionado. ——–> isso tá acabando comigo. Minha sinusite está gritando. Saco.

Private joke ahahah

Preciso de Você – Netinho

Fui atrás do que restou
Foi tão belo o nosso amor
Eu não creio que tudo acabou

Tenho um mundo pra te dar
E um brilho no olhar tão sincero
Vem viver comigo

Tudo que eu sempre quis, foi te fazer feliz
Traduzir o melhor do amor
Vou tão longe pra buscar
Algo só pra te satisfazer

As estrelas do céu
De Saturno, o anel, até as ondas do mar
Tente me compreender
Só terei total prazer contigo

Preciso de você
Sentir o teu calor, e a sua companhia
Quando você chegar
Eu quero te mostrar a minha alegria
Aí meu coração
Vai poder sossegar

Mulheres apaixonadas – Ivan Martins

Mulheres apaixonadas

Elas correm riscos que os homens não correm


O final do filme se aproxima. A mocinha, meio cega de emoção e lágrimas, acelera o carro para salvar o homem que ama. Enquanto ela voa em zig-zag pelas ruas, fura faróis e ameaça pedestres, me ocorre no escuro do cinema uma frase pronta: ela guia como uma mulher apaixonada. Além de ser uma descrição justa da cena, talvez haja nessa ideia uma verdade mais geral – mulheres apaixonadas, não só nos filmes, fazem coisas perigosamente impensadas.

Conheci uma mulher que rompeu um casamento na França e foi viver em Nova York com um cara que ela só conhecia pela internet. Conheci uma moça grávida que se apaixonou por um moço mais jovem e trocou de marido no meio da gravidez. Conheci uma mulher recém-casada que inventava viagens de trabalho para passar uns dias com uma paixão inacabada. São muitas histórias e elas todas se parecem num ponto: mulheres apaixonadas correm riscos e fazem coisas que os homens, boa parte das vezes, não têm coragem ou disposição de fazer.

Claro, há homens românticos que saltam para a vida sem para-quedas, mas a mim parece que as mulheres são a maioria nesse pelotão, e vão mais fundo. Enquanto o homem, cautelosamente, tenta manter o pé em duas vidas e pondera sentimentos e reações alheios, as mulheres se atiram. Para fora de casa, para a rodoviária, para o desconhecido. Avançam em direção à miragem que paira na outra ponta da corda, muitos metros acima do abismo. Querem a felicidade.

As heroínas de filmes e romances sempre dão lições de coragem aos homens. Alguém se lembra de “Pecados íntimos”, com Kate Winslet? Na última cena do filme ela espera pelo amante com quem vai fugir e deixar tudo para trás. Ele não aparece. É mais ou menos o desfecho enfrentado no século XIX por Emma Bovary, a adúltera do romance de Gustave Flaubert. Outro dia revi o filme “1984”, baseado em um dos meus romances favoritos, escrito por George Orwell. La está Julia, a jovem que se rebela contra o totalitarismo por meio do sexo e do amor, e arrasta seu amante com ela. Todas essas personagens são almas mais livres que seus parceiros – e se inspiram em comportamentos femininos reais.

De onde vem esse romantismo terminal das mulheres? Eu não sei, mas ele está lá, desde que elas são meninas. Talvez seja apenas um traço cultural – quando todas as formas de realização públicas eram proibidas, o amor, a busca da felicidade íntima, era o que restava. Mas o mundo (ao menos a nossa parte do mundo), não é mais assim. As mulheres podem se dedicar ao trabalho, ao poder, ao dinheiro. Não precisam mais casar ou ser mães. Podem viver sozinhas se assim quiserem, voltadas 100% ao aprimoramento do espírito ou dos glúteos. Mesmo assim, o romantismo não desaparece. A necessidade de amar e ser amada (intensamente) continua. Aos 20, aos 30, aos 40, aos 50, aos 60 anos…

Um evolucionista poderia dizer que nos genes femininos está escrita a urgência de encontrar o parceiro perfeito para a procriação, por isso as mulheres conferem prioridade absoluta ao amor e seu termômetro mais evidente, à paixão. Mas isso não explica as mulheres que trocam procriadores competentes e responsáveis por outros homens (frequentemente sem essas qualidades), que pareçam mais interessados nelas. A sobrevivência da espécie não requer isso, mas a sanidade das mulheres talvez exija.

Minha impressão é que todos precisamos de ilusões.

As ilusões dos homens parecem estar ligadas ao sexo. Se formos capazes de seduzir, de conquistar, de transar, então estaremos satisfeitos. Claro, há um universo de sentimentos que não estarão atendidos, mas o impulso masculino parece ser na direção de resolver a vida pelo desejo, realizar-se pela satisfação constante no sexo. Não acontece, mas a quimera nos move adiante. Com as mulheres a ilusão é afetiva. O grande amor, o grande romance, a paixão redentora. A vida parece se resumir a isso. Assim como a sedução permanente dos homens, a fantasia romanesca das mulheres raramente se materializa – mas isso não a torna menos universal ou importante.

Qualquer que seja a origem do arrebatamento feminino, os homens não sabem lidar com ele. As emoções exacerbadas das mulheres nos assustam e, secretamente, nos envergonham. Temos inveja dessa intensidade de sentimentos. As piadas constantes que fazemos sobre “a loucura” das mulheres revelam algo do nosso constrangimento. Nós, que vira e mexe nem sabemos o que estamos sentindo, somos forçados a lidar com gente apaixonada que nos olha nos olhos e exige respostas.

Claro, há mulheres realmente perdidas, malucas, criaturas incapazes de diferenciar os seus desejos da realidade. Todo homem adulto já topou com uma dessas. Ama e não percebe que não é amada. Quer e não percebe que não é querida. Às vezes, não aceita que acabou aquilo que mal havia começado, e faz cena – em vez de fazer as unhas e partir para outra.

Mas o comportamento das mulheres transtornadas não justifica a cautela masculina. O sujeito que se atira ao sexo e não encontra sentimentos encena um clichê triste. Ele tem algo a aprender com a capacidade das mulheres de se entregar e correr riscos. Não precisa pegar um carro de madrugada e sair voando para provar que ama – mas não deveria deixar sua heroína esperando sozinha, na chuva, por um amante que não tem certeza do que sente e não consegue decidir o que quer. 

Eu simplesmente odeio

Simplesmente odeio sentir ciúmes. Odeio a pessoa ciumenta que me transformei. Tento de todas as formas segurar minha onda, não ser uma pessoa chata, não ficar cobrando ou fazendo milhões de perguntas. Tento mesmo e, na medida do possível, guardo o ciúmes comigo. Mas é mega difícil e sofrido. Ó céus, Ó vida Ó azar… e esse fim de ano que não chega nunca…

E meu namorado que não volta da Austrália… como lidar?? Tenho uma vida ótima, amigos, saio bastante, mas só de pensar que ele tá lá do outro lado do mundo se divertindo sem a minha pessoa… nossa, que merda. Esse, sem dúvida, é o maior desafio de paciência e confiança que a vida está me dando. O que desejo para 2012?? Força e coragem para enfrentar tudo isso, esquecer a distância e focar nas coisas boas.

Well, para você que é fã nº1 do Donavon ahahahah

Oh baby let’s get down tonight
Every time we do it just feels so right
Let’s go sit underneath that willow tree
Oh baby just you and me
Even though I can’t see you all the time
I got to let you know you’re on my mind
Even though I can’t see you all the time
I got to let you know you’re on my mind
Girl you’re on my mind, on my mind again
On my mind, on my mind again
You’re on my mind, on my mind again
But I got to let you know that ill never let you go
You take those clouds and make a sunny day
I love to watch you do it just your own way
You take my day into night
You still give me all that loving light, loving light, yeah
Even though I can’t see you all the time
I got to let you know you’re on my mind
Even though I can’t see you all the time
I got to let you know you’re on my mind
Girl you’re on my mind, on my mind again
Woman don’t you know
You’re on my mind, you’re on my mind again
Oh I got to let you know
You’re on my mind, you’re on my mind again
Because you’re on my mind, on my mind again

É CARNAVAL

Começou a folia !!! Aeeeeeeeeeeeeee Ontem, dei início aos trabalhos no baile do Trapiche Gamboa. (Sim, porque não vou considerar o fim de semana passada como Carnaval, apesar dos blocos rs). Como sempre, o baile estava um fervo. Geral caprichando na fantasia e esbanjando animação. Fui de cigana, bem básica, e combinando a fantasia com minha amiga Liliane.

Tinha de um tudo ali, Leão do Imposto de Renda, falsa grávida de quadrigêmeos, fantasia de sushi, de policial, prisioneiros, melindrosas, anjos, fantasias de Mulheres Pobres (esta estava muito boa tb) … mas a grande ganhadora da noite foi: Amy e Whitney no céu. Sensacional !!! E com direito a exibição das divas. Arrasaram !! Esses caras são profissionais da criatividade. Tem como não amar o carnaval carioca?? É muita gente animada nas ruas. Amanhã tem mais: pretendo ir a 3 blocos, mas não sei se vou dar conta. Domingo tem o já certo Boitatá e por aí vai…. a programação é longa, mas pretendo arrumar uma brecha pra pegar uma cor na piscina do prédio. relaxar também é preciso.

Hoje é dia de baile, bebê 1

Sim, hoje é dia de baile. O mais animado baile da cidade do Rio de Janeiro: o baile de Carnaval do Trapiche Gamboa. Ainda não defini minha fantasia, mas é certo que vou. Depois publico aqui algumas fotos. Eles fazem um concurso de fantasias e a galera é pra lá de original. Super me divirto.

Hoje é dia de folia !!!!

 

O lado bom da casa nova

Tirando a bagunça, o lado bom da casa nova é poder receber os amigos. Todos querem conhecer o espaço e isso é motivo de alegria pra mim. Liliane, Luciana, Luana e Karla já foram. Cada uma em um dia e isso é maravilhoso. A casa tá sempre cheia, alegre, feliz.

Ressalto também que ter a oportunidade de arrumar tudo de uma forma diferente me agrada bastante e me faz ter ideias mirabolantes para cada cantinho. Sempre penso em cores, quadros, adesivos, acessórios e, claro, também penso na iluminação. Sempre que mudo de casa, penso em uma luminária diferente… vai entender né rs.

Sumidaaaa

Sumi, eu sei. Prometi publicar mais informações da minha viagem para a Austrália, eu sei. Meu namorado até já me deu um esporro porque não contei mais detalhes. Mas, gentem, to enrolada né. Além de muito trabalho, decidi mudar de casa e minha vida tá meio lá, meio cá. Não levei todas as roupas para a casa nova, por exemplo. To carregando tudo beeeem lentamente, de acordo com as necessidades.

Ontem decidi usar pratos. Isso mesmo. O que fiz? Lavei apenas 2, um para mim e outro pra Karla (que foi visitar o novo apt). Copos? Estou usando os de plástico mesmo. Não tenho coragem de abrir todas as caixas… muita tralha. Aliás, como a gente acumula tantas coisas ao longo da vida?? Bem, eu sei a resposta. To com uma puta preguiça, por exemplo, de procurar o abridor da garrafa de vinho. To quase comprando um novo rs E daí … mais uma tralha lá pra casa.

Foda, eu sei, to me controlando pra não comprar novos copos, talheres, panos de prato…vou tentar.

O Ivan escreveu essa coluna pra mim???

Aqui, agora, de todo coração

Como fazer a escolha mais delicada da sua vida?

IVAN MARTINS

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Escolher é difícil. Pergunte a um psicólogo e ele vai explicar por que gente obrigada a optar entre uma coisa e outra – qualquer que sejam essas coisas – sente ansiedade. Isso acontece em lojas de sapato, em restaurantes, na porta do cinema e até no sexo. Uma amiga me contou outro dia como foi estar numa festa e ter dois homens sedutores dando em cima dela. “Tive de escolher um deles, mas com um aperto no coração”, ela me disse. No dia seguinte, o bonitão que ela escolheu caiu no vácuo e nunca mais deu notícias. Escolher, ela aprendeu, é abrir mão de alguma outra coisa – e as consequências podem ser irreversíveis.

Infelizmente para nós, nem todas as escolhas são tão simples quanto a do sexo na balada. Penso na escolha mais delicada que a gente faz na vida, aquela que envolve os parceiros de longo prazo. Em que momento concluímos que uma pessoa deixou de ser apenas item de prazer ou fonte de encantamento e se tornou a criatura com quem vamos dividir a vida? Pode ser casando, comprando apartamento e tendo filhos, ou, de forma menos ritualizada, pondo os sentimentos e necessidades dela no centro da nossa vida, mesmo vivendo em casas separadas. O compromisso é parecido, assim como os caminhos que levam a ele.

A primeira coisa que conta nas grandes escolhas – eu acho – é a permanência. Ninguém tem direito a reivindicar um posto dessa importância sem ter ralado um tanto. Não adianta a Fulana decidir, em 30 dias, que vai ser sua mulher para o resto da sua vida. Não funciona assim. O teste do tempo é fundamental. Se aquela mulher ou aquele sujeito continua lá depois de todas as discussões e inevitáveis desencontros, se ela ou ele resolveu ficar depois de todas as chances de ir embora, se os seus sentimentos em relação a ele ou ela continuam vivos, um bom motivo há de haver.

É essencial, também, que a experiência de convívio seja boa. Amores tumultuados dão bons filmes e péssimas vidas. É essencial acordar no sábado e ter vontade de ficar mais tempo na cama, enrolado naquele ser ao seu lado. Se a conversa antes de dormir deixou de ser gostosa ou se qualquer programa parece mais interessante do que a companhia dela ou dele, para que insistir? O prazer que o outro proporciona é essencial. Prazer de transar, prazer de olhar, prazer de ouvir, prazer de simplesmente estar. Se você caminha pela rua com ela e os dois são capazes de rir um com o outro, algo vai bem. Se você passa a tarde com ele no sofá, lendo ou transando, e o dia parece perfeito, eis um bom sinal. A felicidade não tem receita, mas a gente percebe quando está funcionando.

Para que as coisas funcionem no longo prazo é essencial haver lealdade. Eu cuido, eu protejo, eu respeito – e você faz o mesmo comigo. Se você não sente que seus sentimentos e a sua vida são importantes para ele ou para ela, desista. Como o ambiente lá fora é hostil, é essencial saber que no interior da relação existe cumplicidade e abrigo, com um grau elevado de honestidade: você diz o que pensa e isso vai ajudar, ainda que doa. É impossível prometer que coisas ruins jamais irão acontecer, é falso garantir que os sentimentos permanecerão os mesmos para sempre, mas é essencial olhar nos olhos do outro e sentir a disposição de tentar, verdadeiramente, que seja assim. Aqui, agora, de todo o coração, tem de ser para sempre – ou então a gente nem começa.

Se tudo isso existir – e não é fácil – ainda fará falta um quarto elemento, essencial ao equilíbrio duradouro das relações: os planos. Se ele que ter cinco filhos e você não quer ser mãe, não vai rolar. Se ela quer levar uma vida de viagens e aventura e o seu sonho é ficar aqui mesmo, perto das famílias e dos amigos, não deu. Viver bem pressupõe afinidades essenciais de gosto, sentimento e expectativas, sem falar de ideologia. Todas essas coisas se refletem nos planos. Eu penso no amor como um voo de longa distância. O avião precisa estar carregado com o tempo da relação, com o prazer que ela proporciona e com a lealdade em que ela está baseada – mas as pessoas ainda têm de concordar sobre o destino. Se eu quero ir à Tóquio e você à Nova York, precisamos embarcar em vôos diferentes.

Well, esta é para você

Dueto
Chico Buarque

Consta nos astros, nos signos, nos búzios
Eu li num anúncio, eu vi no espelho, tá lá no evangelho, garantem os orixás
Serás o meu amor, serás a minha paz
Consta nos autos, nas bulas, nos dogmas
Eu fiz uma tese, eu li num tratado, está computado nos dados oficiais
Serás o meu amor, serás a minha paz
Mas se a ciência provar o contrário, e se o calendário nos contrariar
Mas se o destino insistir em nos separar
Danem-se os astros, os autos, os signos, os dogmas
Os búzios, as bulas, anúncios, tratados, ciganas, projetos
Profetas, sinopses, espelhos, conselhos
Se dane o evangelho e todos os orixás
Serás o meu amor, serás, amor, a minha paz
Consta na pauta, no Karma, na carne, passou na novela
Está no seguro, pixaram no muro, mandei fazer um cartaz
Serás o meu amor, serás a minha paz
Consta nos mapas, nos lábios, nos lápis
Consta nos Ovnis, no Pravda, na Vodca