Cromoterapia

Quem me conhece sabe que AMO tratamentos alternativos. Pois bem, hoje fiz, pela primeira vez, cromoterapia. Não sei se posso atestar resultados imediatamente, mas o fato é que me senti muito bem na hora da aplicação das luzes. Espero que funcione.

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Surpresas

Eu adoro surpresas. As agradáveis, claro. E adoro fazer surpresa aos outros, sobretudo aos amigos amados e queridos. Esta semana preparei uma surpresa. Por motivos óbeveos, só contarei aqui depois. Espero que a pessoa aprecie meu gesto e saboreie o melhor da vida.

acupuntura

hj, durante a acupuntura, aconteceu algo novo: eu viajei. Sim, isso mesmo. Para onde fui? Não sei, mas algo aconteceu e chamou, inclusive, a atenção da Lúcia. Quando acabou o processo ela virou pra mim e disse: “nossa, hoje, pela primeira vez você falou”.

Claro que eu quis saber o que tinha falado, mas ela disse que foram fonemas, apenas. Ou seja, fui loooonge, viagem total. Amei. Bom saber que relaxei absurdamente, que me entreguei.

Coisas da vida

Hoje, conversando com uma amiga, soltei a seguinte pérola ao ser perguntada sobre determinada situação:

“Existe o certo, existe o errado e existe o que você quer fazer”.

É isso, minha gente. Tudo, sempre, tem mais de um lado, vamos deixar a caretice de lado, que tal?

Sim, eu sou dessas…

… sou dessas que ouve uma mesma música dezenas de vezes, que ri, se emociona, dança e balbucia a letra. Moves like Jagger é uma dessas músicas. Todos os dias, indo e vindo do trabalho, coloco essa música para tocar, uso o fone de ouvido, óbeveo, e me divirto horrores. Mas, diz aí, a letra da música não é bacana e divertida?

http://vimeo.com/30567004

Soneto 11 de Luiz Vaz de Camões: 

Amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer;

 

É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É nunca contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder;

 

É querer estar preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É ter com quem nos mata lealdade.

 

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Domingão

Hoje tive um domingo ótimo. Sim, eu sei que isso parece ser quase impossível, mas passar horas ao lado de duas amigas queridas… não tem preço. Não estive com as duas ao mesmo tempo, mas,mesmo assim, foi tudo. Espero repetir a dose na semana que vem.

Vale registrar que também fiquei super feliz pelas mudanças do meu gatinho lááááááá na Austrália. Estou na torcida !!

Melhoras

Estou melhor. Me entupi de remédios, mas acho que melhorei mesmo depois que passei a lavar o nariz com muiiiiiito soro fisiológico. Coloco tanto soro no nariz que o líquido escorre pela garganta. Enfim, tá dando jeito. Ah! As caminhadas na praia de Ipanema também estão ajudando. Adoro o contato com a natureza e estava sentindo falta de respirar ar puro, de ouvir o barulho das ondas, de ver a vida em sua forma mais bela. Tá dando certo e estou feliz por isso.

Medo de ser feliz

Sempre li os textos do Flávio Gikovate. Hoje li um deles: “Sem medo de ser feliz”. De fato, percebo cada vez mais pessoas tentando se sabotar, tentando viver num mundo de dúvidas pelo simples medo de encarar a felicidade, de não saber o que fazer com ela e, pior, por não se sentir merecedor. Triste, eu sei. Seguem alguns trechos do artigo:

Vou me dedicar a mais um, talvez mais importante que os outros. É o medo da felicidade. Nada faz uma pessoa tão feliz quanto a realização amorosa. Quando estamos ao lado do amado, a sensação é de plenitude, de paz. O tempo poderia parar naquele ponto, pois todos os nossos desejos teriam sido satisfeitos…
Deixando de lado as importantes questões teóricas relacionadas à existência desse temor, podemos dizer que o medo da felicidade tem como base o receio de suafutura perda. Quanto mais contentes e realizados nos sentimos, tanto mais provável nos parece o fim desse “estado de graça”. Segundo um estranho raciocínio, as chances de ocorrerem coisas dolorosas e frustrantes aumentam muito quando estamos felizes. O perigo cresce proporcionalmente à alegria. Dessa form, à sensação de plenitude vai se acoplando o pânico.
Então o que fazemos? Afastamo-nos deliberadamente da felicidade. Cometemos bobagens de todo tipo: arrumamos um modo de magoar a pessoa amada, de inventar problemas que não existem ou exageramos a importância dos pequenos obstáculos. Escolhemos parceiros inadequados, prejudicando às vezes outras áreas importantes da vida: saúde, trabalho, finanças. Para reduzir os riscos de uma hipotética tragédia, procuramos um jeito de apagar nossa alegria. Enfim, criamos uma dor menor com o objetivo de nos proteger de uma suposta dor maior.
O medo de perder o que se alcançou existe em todos nós. Porém, gostaria de registrar com ênfase que a felicidade não aumenta nem diminui a chance de fatos negativos acontecerem. Trata-se apenas de um processo emocional muito forte, mas que não corresponde à verdade. Felicidade não atrai tragédias! É só uma impressão psíquica.
O que fazer para nos livrarmos dessa vertigem simbólica que torna a queda inevitável? Como sair do impasse e ter forças para enfrentar o amor? Só há umasaída, já que não se conhece a “cura” do medo da felicidade. É preciso diminuir o medo da dor. Assim, ganharemos coragem para lidar com situações que geram alegria e prazer. Perder o receio de sofrer é necessário até porque a felicidade poderá de fato acabar. Não tem cabimento, porém, deixar de experimentá-la, pensando apenas nessa eventualidade.
Todo indivíduo que andar a cavalo estará sujeito a cair. Só terá certeza de evitar acidentes quem nunca montou. Isso, repito, é covardia e não esperteza. Reconhecer em si forças suficientes para suportar a queda e ter energias para se reerguer mostra coragem e serenidade. Uma pessoa é forte quando sabe vencer a dor. Trata-se de um requisito básico para o sucesso em todas as áreas da vida, inclusive no amor. Ninguém gosta de sofrer, mas não é moralismo religioso dizer que superar as frustrações é a conquista mais importante para quem quer ser feliz. Você deseja a realização de seus sonhos? Então, tem de correr o risco de cair e se sentir capaz de sobreviver à dor de amor!

Gripe e oração.

Não é possível. Faz mais de 10 dias que estou com uma gripe/alergia. Uma coisa horrível. Já tomei antibiótico, antialérgico, a porra toda e … nada. hoje vou tentar um médico novo. Sei lá, to meio que desesperada e vou a qualquer um que me atender aqui no Centro do Rio mesmo. Alguém há de dar um jeito.

Outra coisa que vou fazer, sem falta, é passar na Igreja de São José. Hoje é o dia do padrasto de Jesus e tenho uma ligação e um carinho especial por este santo. Fé é tudo nessa vida.

Palavras são inúteis – Ivan Martins

Palavras são inúteis

Aquilo que liga duas pessoas existe além delas

IVAN MARTINS

A gente cresce acreditando no poder das palavras. Desde criança, nos dizem que, conversando, seremos capazes de acertar qualquer coisa, de resolver qualquer situação. Infelizmente, não é verdade. Quando se trata de relacionamentos, as palavras são inúteis.

Os sentimentos apaixonados que nos ligam a alguém não são criados por palavras. Os desentendimentos que aos poucos ou de súbito nos separam da pessoa não são provocados por palavras. Os sentimentos de perda, dor e morte causados pelas rupturas tampouco são remediados por palavras. As palavras descrevem, celebram, exaltam e lamentam nossas paixões, mas não são responsáveis por elas. Quando se trata de amor, as palavras são inúteis.

Não obstante, nós falamos. Cultivamos a ilusão de que o outro pode ser envolvido, seduzido, convencido pela nossa retórica. Acreditamos, fundalmentalmente, que o nosso desejo pode ser transmitido pela palavra. Por isso, telefonamos, mandamos mensagens, escrevemos longos emails, rabiscamos poemas, fazemos letras de música, marcamos conversas dolorosas e intermináveis que – a rigor – não levam a lugar nenhum.

Quando existe um sentimento comum, as palavras são apenas acessórias. Quando não há sentimento, elas agem como um bisturi: cortam, expõem e dilaceram, mas não criam.

Tenho a impressão de que aquilo que liga dois seres humanos existe além das palavras. Uma magia de natureza física ou psíquica dita que Fulana é atraída por Sicrano ou vice-versa. Isso acontece de forma instantânea, ou pode ser construído lentamente, mas não sobre o alicerce das palavras. As palavras são apenas a aparência do que nos liga. Quando as pessoas conversam, trocam entre si códigos que vão além do que elas dizem. Há os olhos, as mãos, o corpo e a voz, que sinalizam uma espécie de todo invisível. Há um conjunto de sinais nos quais um se expressa e o outro se reconhece – e deseja, ou não deseja. O sentido das palavras nessa troca é secundário. A mensagem profunda sobre quem se é já foi passada antes.

Se isso não nos parece tão claro é porque vivemos num universo revestido de palavras. Temos a sensação de que elas iniciam e finalizam todos os atos, mas não é assim. As palavras são apenas sintomas. Quando as pessoas se conhecem e se apaixonam, conversam da mesma forma como se beijam, com fúria e com encantamento. No final, quando tudo acabou, as palavras doem e escasseiam. Elas são repelidas pelo outro da mesma forma que o toque, igual que o olhar. Temos a impressão de estar encerrando o amor com as palavras, mas elas são apenas as flores do enterro. Quando chegamos a elas, o desejo está morto.

Infelizmente, os ciclos de paixão e rejeição não são simultâneos. Eu ainda estou cheio de palavras doces, mas você não quer mais ouvi-las. Ou eu me dirijo a você com palavras de desejo e prazer, mas elas deixaram de fazer sentido. Se você não sente mais o que eu sinto, não vai entender o que eu digo. Nem será tocada pela magia das minhas palavras, que se tornam inúteis. Quantas das nossas conversas não são trocas de palavras inúteis? Tentamos transpor com elas o abismo da indiferença do outro. Explicamos, sugerimos, argumentamos – inutilmente.

Então, economize palavras. Fique quieto e preste atenção. Escute o que ela não diz. Entenda o que ele nem falou. Os gestos contam coisas, os olhares antecipam. Atitudes valem mais do que declarações de amor – e não podem ser substituídas ou consertadas por palavras.

O corpo fala

Hoje uma amiga me mandou por email a mensagem abaixo e fiz questão de publicar aqui porque minha acupunturista sempre disse o mesmo. Eu, que estou bem resfriada, com sinusite e tal, sei perfeitamente a causa de minhas dores. Buscar a cura que é o pulo do gato. Segue a mensagem:

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

– O resfriado escorre quando o corpo não chora.
– A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
– O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
– O diabetes invade quando a solidão dói.
– O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
– A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
– O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
– A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
– As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
– O peito aperta quando o orgulho escraviza.
– A pressão sobe quando o medo aprisiona.
– As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
– A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.