Viver o hoje

Acabei de voltar da casa da minha amiga. Nooooossa, que bacana. Além de ter voltado a um lugar onde nāo pisava há uns 15 anos, ainda passei horas agradabilíssimas ao lado de amigas fantásticas. Muito bom saber que, apesar do tempo, ainda tenho amigas como essas e saber também que fiz novas amigas. Rimos bastante, inclusive porque uma delas, que hoje é professora no mesmo colégio de freira onde estudáva,os, foi convidada pela diretora a virar freira ahahaha o discurso foi hilário, a freira praticamente disse que ela, já nosnseus 30 e poucos, está velha para casar e ter filhos e que seria muito bom se ela casasse com Cristo ahahahaha gentem, sensacional. De fato, ela ouviu o chamado.

Muito bacana ver outra amiga de colégio grávida de dois meninos. Uma barriguinha tāo foooofaaa.. E, claro, conversamos sobre nossos homens, sobre nossos sonhos, decepções, planos para o futuro, ah, o futuro… O que será que nos está reservado?? Vai saber né. O importante é viver o hoje porque o hoje é tudo o que temos.

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800 quilômetros

E o domingo nublado no Rio me convida para continuar na cama, mas não vou. É preciso relutar, sair da cama e ir lanchar com uma amiga linda que amanhã iniciará uma bela viagem ao seu mundo interior cruzando o Caminho de Santiago de Compostela. Coragem e sorte.

Já pararam para pensar que não é para qualquer um iniciar um percurso de 800 quilômetros, sozinha e com poucas coisas na mochila. Isso é o maior desafio que uma pessoa pode se propor. Nossa, mais de 30 dias andando, andando, andando e, pior, pensando, encarando seus medos e inquietações de frente.

Ela queria que eu fosse junto, mas isso não é para mim. Acho punk demais e isso me faz admirar ainda mais esta pessoa. Vou lá abraçar essa moça guerreira. Fui.

Barraco no MC Donalds

Domingo, 14h. Sim, acabei de acordar. A preguiça é master, mas tudo bem. Estava mesmo precisando dessa descansada, dessa falta de compromisso. Até porque o sábado, ao lado de 4 crianças de seis anos, foi puxado.

Fui com minha sobrinha numa feira de livros infantis que estava rolando aqui no Rio de Janeiro. Além de ter deixado uma grana por lá, me acabei sentando no chão e conversando com Giovanna e seus 3 amiguinhos. Criança é muito divertido, mas dá muito trabalho.

Meu namorado acha graça quando conto, diz que estou treinando para ser mãe… Quero ver ele treinar para ser pai rs.

Mas, na verdade, o propósito desse post é registrar a vergonha que passei ao lado de uma das mães destas crianças amigas da minha sobrinha. Da feira de livros fomos a um shopping pq as ferinhas queriam comer no MC Donalds.

Até aí, tudo bem. To eu lá, sentada com meu sanduba na mão, quando essa mãe senta ao meu lado e já chega discursando. Ela estava indignada porque a lanchonete gringa diminuiu o tamanho da batata frita daquele lanche infantil e colocou uma porção de maçã.

Sim, a mulher estava reclamando da maçã!!! Ela dizia “um absurdo colocarem maça no lanche das crianças. Se eu quisesse que meu filho comesse maça, comesse coisas saudáveis, não traria ele para cá. Trago meu filho pra o MC Donalds pra ele comer porcaria mesmo. Salada e fruta eu dou em casa, durante a semana….”

E ela insistiu nessa tese absurda em tom de voz alto, praticamente discursou pra umas 6 ou 7 mães na lanchonete. E isso tudo do meu lado. Minha irmã percebeu, pela minha cara, que eu só queria sumir. Entendo a argumentação da mulher, mas não podia guardar sua indignação pra si ou dividí-la apenas comigo, que estava ao seu lado? Vai entender né …

Rio de Janeiro: The City of Samba

Viva o Rio de Janeiro. Recebi este vídeo por email e achei fantástico. Muito melhor que qualquer propaganda já feita pela cidade. A impressão que se tem é que as pessoas desfilando no carnaval são, na verdade, brinquedinhos. Muito bonito mesmo, bela edição. Parabéns aos criadores Keith Loutit e Jarbas Agnelli.

 

Twitter, Facebook, viber, whatsApp, skype

Sim, já escrevi mais neste blog, mas, vocês vão concordar comigo, existem muitas plataformas de comunicação hoje: Facebook, twitter, Path, whatsApp, skype, viber….daí o blog acaba ficando em segundo plano. Bem, eu saí do Facebook, sim, sou vanguarda. Mas ainda estou no twitter e no Path. Amoooo o primeiro pelo simples motivo de colocar ali qualquer coisa e interagir com qualquer pessoa, as mais improváveis, inclusive. Já o Path eu uso com as pessoas mais próximas, tenho cinco amigos apenas e assim pretendo continuar. É um canal de comunicação diferente.

O que dizer sobre whatsApp, skype e viber? Bem, mudaram meu modo de comunicação com os amigos e familiares. Não vivo sem estes aplicativos no meu celular. Mando fotos, vídeos, TUDO por eles. Bem rápido e prático. Uma comunicação bem direta e intensa. O viber especificamente é o rei dos meus aplicativos. Uso todos os dias, várias vezes ao dia e é o principal canal de comunicação que uso com meu namorado que está na Austrália. Acho até que deveria acender uma vela pro anjo da guarda do criador do viber. Santa pessoa !!! Não te conheço, mas obrigadaaaa. 

 

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O ser humano e suas mesquinharias

O tempo passa, passa, passa e não me acostumo com as mesquinharias alheias. Tem muita gente escrota fazendo questão de um tudo. Ouvindo atrás das paredes, espreitas, cavando ‘oportunidades’ para ‘se dar bem’ em cima dos outros.

Seria melhor se cada um cuidasse de sua vida e ponto. Mas não, há de ter o fofoqueiro, o invejoso e o mesquinho (há quem reúna todas estas características) para atrapalhar nossas vidas ou tentar atrapalhar nossas vidas.

Mas, quer saber, por mim, tudo bem. Estou numa fase zen, cuidando de mim e da minha felicidade, fazendo planos, sonhando e tocando. Acho que este é o caminho. Toda vez que uma pessoa mesquinha cruza meu caminho, coloco aquele sorriso no rosto e sigo em frente. É um bom exercício.

Natação

Faz um mês que comecei a nadar. Sim, sempre tive piscina em casa, mas, como sofri a vida inteira com otite, meus pais nunca me matricularam numa aula de natação. Eis que, aos 34 anos, me matriculei e estou adorando.

E, gente, nada de ter vergonha. Peguei a pranchinha na primeira aula sim, mas já estou bem desenvolta. Ontem uma senhora começou a fazer a aula. Ela não sabia nada, nem bater as pernas direito, mas não desistiu e já estava bem melhor depois dos 50 minutos de aula. E isso é muito bacana. Ali na piscina não há preconceito algum, todos podem nadar, independente de seus pesos, idades ou seus problemas respiratórios.

Competição

Sim, como minha amiga Luciana faz questão de frisar, eu sou muito competitiva e isso fica evidente nas aulas. Sempre comparo meus tempos com os dos outros alunos e, quando começo a nadar ao lado de um deles, me esforço pra chegar mais rápido do outro lado da piscina. Escroto, eu sei, mas sou assim.

O fato é que estou amando nadar e já penso em comprar outra touca e outro óculos para dar uma variada no visual rs.

Competição do amor?

Isso mesmo. Foi realizada nos EUA a 1ª Competição do Amor. O vídeo abaixo explica bem o experimento realizado por neurocientistas da Universidade de Stanford, especificamente do The Stanford Center for Cognitive and Neurobiological Imaging. Os pesquisadores queriam saber se uma pessoa pode amar mais que as outras, que capacidade é essa. Bem, sempre acreditei que sim. Cada um tem um jeito de amar, uma intensidade. E foi exatamente isso que a competição comprovou. O resultado, não do 1º lugar, mas do 2º me comoveu. Não vou contar aqui, você vai ter de assistir ao vídeo.

Como foi feito o experimento? Bem, 7 voluntários de 10 a 75 anos ficaram cinco minutos numa máquina de ressonância e, neste período, tiveram que pensar sobre o amor ou sobre quem amavam. Os pesquisadores mediram a atividade cerebral e o nível dos neurotransmissores dopamina, serotonina e ocitocina.

Quem atingiu os maiores níveis destas substâncias, faturou o primeiro lugar. Achei super merecido e, quer saber, nem precisava dos resultados do exame para saber. Dá pra sacar só pelo depoimento no vídeo. Veja só:

http://vimeo.com/33698394

O curioso é pensar como este tema, o amor, é intrigante. Até mesmo os cientistas tentam entender o que é, como se dá, por que uns amam mais que outros. Não sei se um dia teremos respostas para todas estas perguntas. Fiquei tocada, no vídeo, com o depoimento da menina que disse nunca ter amado alguém. Como assim?? Acredito que ela esteja falando a verdade e isso é muito triste.  Como nunca ter amado alguém? Coitada. Amar é muito bom.

Quem lê meu blog há algum tempo sabe que eu vivo para amar. Não imagino minha vida sem amor. Deve ser algo muito cinza, muito chato. Bem, mais isso já é tema para outro post. Espero que gostem do vídeo.

about regrets

“If we have goals and dreams and we want to do our best, and if we love people and we don’t want to hurt them or lose them, we should feel pain when things go wrong. The point isn’t to live without any regrets, the point is to not hate ourselves for having them… We need to learn to love the flawed, imperfect things that we create, and to forgive ourselves for creating them. Regret doesn’t remind us that we did badly — it reminds us that we know we can do better”.

Bacana o pensamento, não? Ele é de Kathryn Schulz, autora do livro Being Wrong: Adventures in the Margin of Error e é um trecho da palestra dela no TED. Concordo com ela, fato !

SECRET’S OUT

Sim, eu descobri algo que era pra ser segredo, que era para ser guardado a sete chaves. Quer saber o que é? Bem, não sei se devo revelar, se é certo, se é justo. Essa coisa de moral, por vezes, torra nossa paciência, tira nosso sono rs. Claro que todo segredo deveria permanecer escondido por toda a vida, mas, é como dizem, se você quer segredo de algo, não conte a ninguém. Ou, não existem segredos entre duas pessoas,…. enfim, há uma infinidade de ditados populares a respeito.

E contar segredos é muito bom né? Quem nunca descobriu algo e teve vontade de passar adiante que atire a primeira pedra. Se você faz algo que considera errado, seja discreto, não conte aos outros. Guarde para si seus segredos, seus medos, suas dúvidas.

Bem, voltando ao segredo que descobri… é mentirinha ! Ah! pegadinha do Mallandro. Na verdade eu só queria escrever um post que tivesse como título Secret´s out ahahaha

Tudo o que vai, volta. E se voltar é porque é feito de amor.

Hoje li uma matéria na Folha de SP sobre uma entrevista que o Gianecchini deu para a Marília Gabriela e, no fim da mesma, ele repetiu um texto que recebeu de uma fã quando ainda cuidava da saúde. O texto é fofo demais e decidi reproduzir aqui:

“Sorria, brinque, chore, beije, morra de amor, sinta, sonhe, grite e, acima de tudo, viva. O fim nem sempre é o final. A vida nem sempre é real. O passado nem sempre passou. O presente nem sempre ficou e o hoje nem sempre é agora. Tudo o que vai, volta. E se voltar é porque é feito de amor.”

É isso aí, tudo o que vai, volta. E se voltar é porque é feito de amor. Estou aqui, no Rio, esperando meu amor voltar da Austrália. E ele vai voltar pq somos feitos de amor.