??????????????????????????????? WTF ????????????

Anúncios

I’m Stark Naked: Deal With It

I’m Stark Naked: Deal With It

Sensacional o texto de Noah Brand (leia aqui), editor chefe do site The Good Men Project . Se não souber inglês, jogue no tradutor, mas leia. Sem medo de se expor, completamente nu, de alma, de tudo, Noah aborda sem medo os problemas ligados ao excesso de peso e já começa comparando o Índice de Massa Corporal ao QI. Pouco importa como chegaram naquele resultado, mas, uma vez com o número em mãos, ele passa a nos assombrar. E que leitor dirá o contrário, pergunto.

Despido de uma vergonha que o acompanhava há alguns anos, Noah tirou a roupa e se deixou fotografar em pelo e banha. E o fez ciente de que seria alvo de críticas. E não ligou a mínima. Isso é pra pouco, eu sei. Acho que não teria a mesma coragem. Vá até o link e veja as fotos. Você pode achar grotescas, feias, desnecessárias, mas jamais poderá dizer que não são verdadeiras. Parabéns Noah e obrigada.

PS: Eis o último parágrafo do texto:

“I’m Noah Brand. This is what I look like stark naked. You can like it or not, that’s your own business and I respect that. I have wasted too much time being afraid of what other people think, and as of today, I am done”

Casos inacabados

Pra que pagar terapia se posso ler a coluna do Ivan Martins toda semana no site da Época? Brincadeira, Maria Emília, continuarei com vc rs. Mas, gente, sério, leiam essa coluna. Fantástica!!!!

Casos inacabados

Algumas pessoas ocupam dentro de nós um espaço emocional inconfessável

|IVAN MARTINS É editor-executivo de ÉPOCA

Tem gente que vai ficando na nossa vida. A gente conhece, se envolve, termina, mas não coloca um ponto final. De alguma forma a coisa segue. Às vezes, na forma de um saudosismo cheio de desejo, uma intimidade que fica a milímetros de virar sexo. Em outras, como sexo mesmo, refeição completa que mata a fome mas não satisfaz, e ainda pode causar dor de barriga. Eu chamo isso de caso inacabado. 

Minha impressão é que todo mundo tem ou teve alguma coisa assim na vida. Talvez seja inevitável, uma vez que nem todas as relações terminam com o total esgotamento emocional. Na maior parte das vezes, temos dúvida, temos afeto, temos tesão, mas as coisas, ainda assim, acabam. Porque o outro não quer. Porque os santos não batem. Porque uma terceira pessoa aparece e tumultua tudo. Mas o encerramento do namoro (ou equivalente) não elimina os sentimentos. Eles continuam lá, e podem se tornar um caso inacabado. 

Isso às vezes acontece por fraqueza ou comodismo. Você sabe que não está mais apaixonado, mas a pessoa está lá, dando sopa, e você está carente… Fica fácil telefonar e fazer um reatamento provisório. Se os dois estiverem na mesma vibração – ou seja, desapaixonados – menos mal. Mas em geral não é isso. 

Quase sempre nesse tipo de arranjo tem alguém apaixonado (ou pelo menos, dedicado) e outro alguém que está menos aí. A relação fica desigual. De um lado, há uma pessoa cheia de esperança no presente. Do outro, alguém com o corpo aqui, mas a cabeça no futuro, esperando, espiando, a fim de algo melhor.  

Claro, não é preciso ser psicólogo para perceber que mesmo nesses arranjos desequilibrados a pessoa que não ama também está enredada. De alguma forma ela não consegue sair. Pode ser que apenas um dos dois faça gestos apaixonados e se mostre vulnerável, mas continua havendo dois na relação. Talvez a pessoa mais frágil seja, afinal, a mais forte nesse tipo de caso. Pelo menos ela sabe o que está fazendo ali. 

A minha observação sugere, porém, que boa parte dos casos inacabados não contém sexo. A pessoa sai da sua cama, sai até da sua vida, mas continua ocupando um espaço na sua cabeça. Você pode apenas sonhar com ela, pode falar por telefone uma vez por mês ou trocar emails todos os dias. De alguma forma, a história não acabou. A castidade existe, mas ela é apenas aparente. Na vida emocional, dentro de nós, a pessoa ainda ocupa um espaço erótico e afetivo inconfessável.  

Esse tipo de caso inacabado é horrível. Ele atrapalha a evolução da vida. Com uma pendência dessas, a gente não avança. Você encontra gente legal, mas não se vincula porque sua cabeça está presa lá atrás. Ou você se envolve, mas esconde do novo amor uma área secreta na qual só cabem você e o caso inacabado. A coisa vira uma traição subjetiva. Não tem sexo, não tem aperto de mãos no escuro, mas tem uma intimidade tão densa que exclui o outro – e emocionalmente pode ser mais séria que uma trepada. Ainda que seja mera fantasia.  

A rigor, a gente pode entrar numa dessas com gente que nunca namorou. Basta às vezes o convívio, uma transa, meia transa, e lá está você, fisgado por alguém com quem nunca dormiu – mas de quem, subjetivamente, não consegue se esquivar. Telefona, cerca, convida. Estabelece com a pessoa uma relação que gira em torno do desejo insatisfeito, do afeto não retribuído. Vira um caso inacabado que nunca teve início, mas que, nem por isso, chega ao fim. Um saco. 

Se tudo isso parece muito sério, relaxe. Há outro tipo de caso inacabado que não dói. São aquelas pessoas de quem você vai gostar a vida toda, cuja simples visão é capaz de causar felicidade. Elas existem. Você não vai largar a mulher que ama para correr atrás de uma figura dessas, mas, cada vez que ela aparecer, vai causar em você uma insurgência incontrolável de ternura, de saudades, de carinho. O desejo, que já foi imenso, envelheceu num barril de carvalho e virou outra coisa, meio budista. Você olha, você lembra, você poderia querer – mas já não quer. Você fica feliz por ela, e esse sentimento é uma delícia. 

Para encerrar, uma observação: o alcance e a duração dos casos inacabados dependem do momento da vida. Se você está solto por aí, vira presa fácil desse tipo de envolvimento. Acontece muito quando a gente é jovem, também se repete quando a gente é mais velho e está desvinculado. Mas um grande amor, em qualquer idade, tende a por as coisas no lugar. Uma relação intensa, duradoura, faz com que a gente coloque em perspectiva esses enroscos. Eles não são para a vida inteira, eles não determinam a nossa vida. Quem faz diferença é quem nos aceita e quem nós recebemos em nossa vida. O que faz diferença é o que fica. O resto passa, que nem um porre feliz ou uma ressaca dolorosa. 

Eu sei, mas não devia

Eu sei, mas não devia

Marina Colasanti

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Adeus, Facebook. E que seja para sempre.

Quem me conhece bem sabe que adoro uma novidade. Se a novidade está relacionada a tecnologia ou internet aí é batata. Muito difícil mesmo eu não gostar de algo. Por isso o estranhamento de amigos que não entendem o motivo de eu ter saído do Facebook, de novo.

Simples, caros amigos, o Facebook não é, pra mim, uma rede social. É apenas um mural de exibicionismo barato e um celeiro para que abutres fiquem espionando nossa vida e fazendo correlações com a vida de alguns amigos, com aqueles mais chegados, com quem trocamos mais. Chega de deduções/conclusões, de espionagem barata. Não to preparada para isso. Não quero isso. Se quisesse mesmo manter contato com a fulana de tal que estudou comigo no primário/faculdade/ballet, eu teria mantido. Melhor, eu não teria perdido o contato com a pessoa.

Prefiro o twitter. Lá sim há interação com quem eu gosto, com gente que, mesmo sem conhecer fisicamente, encontro identificação. Pessoas com interesses comuns, paixões semelhantes, ideias afinadas. É lá que comento as novelas, séries, troco receitas, reclamo da vida, divido as tensões do futebol. É lá que garanto boas risadas ao longo do dia, rindo de gente que nunca vi e que, provalvemente, nunca irei ver, mas gente inteligente e bacana, que não ganha nada para me divertir, que nem sabe da minha existência, mas que me diverte. E encontro críticas, claro, mas a maioria é apoio, bom papo. O twitter me proporciona a troca verdadeira. O twitter entende meu mau humor matinal, minha temporária falta de sexo e ainda me informa sobre o caos no trânsito, a queda na bolsa de valores, babados, gritarias e confusões do mundo das celebridades. Tudo em tempo real, na velocidade da luz, mais rápido, bem mais rápido que qualquer veículo mais tradicional de informação. Diante de tantos benefícios, por que ter uma conta no Facebook?

As alegrias do corpo

Com vcs, mais uma coluna do Ivan. Sem mais:

As alegrias do corpo
Felicidade física não se obtém apenas transando, comendo ou dormindo
IVAN MARTINS

Intelectuais e sedentários adoram ironizar as pessoas que fazem exercícios. Parece que quem corre, nada ou joga tênis é menos inteligente ou menos interessado em sexo do que as pessoas que não fazem nada. Ouvindo um deles falar, é possível imaginar que enquanto eu faço ioga e você caminha, ele está arfando na cama com três modelos – ou debruçado, de testa franzida, sobre um tratado de filosofia alemã.

Não é nada disso, claro. Há intelectuais que gostam de se exercitar exaustivamente e gente que transa intensamente e salta da cama às 6 da manhã para malhar. Da mesma forma como há sedentários que nadam em sexo e idiotas assexuados que só fazem exercícios. Na vida real há de tudo e tudo se mistura. Estereótipos não se aplicam.

Tenho a impressão que as pessoas que criticam os exercícios ainda não descobriram as outras alegrias do corpo. Felicidade física não se obtém apenas transando, comendo ou dormindo. Há um enorme prazer em transpirar, aprender movimentos complexos ou educar braços e pernas a resistir e avançar. Tira-se enorme satisfação pessoal da disciplina e da dedicação física. Aprende-se com ela, muda-se com ela, melhora-se com ela. E dela se extrai alegria.

Claro, os críticos gostam de apontar a vaidade exagerada de quem vai à academia ou ao estúdio de pilates. Falam como se eles mesmos não tivessem vaidade alguma, mas vivessem cercados por legiões de narcisos suarentos. Pura bobagem. Quem pratica alguma forma de exercício com dedicação sabe que isso não é um meio, é um fim. O cara levanta cedo para correr porque gosta. A garota que vai todo dia fazer ioga num bairro distante sente que isso muda a vida dela. Essas pessoas dormem melhor, comem melhor e trabalham melhor. Sentem-se bem fazendo o que fazem. Mudam por dentro. Ficar mais forte, mais magro e mais rápido é consequência, não essência. Tanto é assim que quando o corpo começa a enfeiar por causa do exercício exagerado, as pessoas não param. O barato principal não é estético.

Tendo presenciado o nascimento da onda do corpo nos anos 70, eu estou em paz com ela. Não me incomoda viver cercado por diferentes gerações de pessoas que acham o corpo importante e gostam de falar sobre o que fazem com ele. Há uma cumplicidade nisso que vai além da frivolidade. É o reconhecimento de que o corpo contém uma dimensão importante da nossa existência. Viver bem com ele, cuidar dele, envelhecer em paz com ele é parte essencial da experiência de estar vivo. No passado, as pessoas se destruíam ou se largavam da maneira mais triste, por ignorância ou modismo. Isso não acabou, mas diminuiu.

Aqui, agora, de todo coraçãoComo toda coisa boa, a valorização do corpo tem efeitos negativos. Há o culto exagerado à perfeição física, que banaliza a vida das pessoas (sobretudo as mulheres) e as torna dramaticamente infelizes. Há o preconceito contra as pessoas que não cabem no padrão e são discriminadas ou ignoradas. Há, sobretudo, uma forma de privação sexual e afetiva que me parece das mais perversas – e exige um pouco mais de discussão.

Acho que quando as pessoas se tornam excessivamente preocupadas com o corpo perdem parte importante e espontânea da sexualidade. Começam a condicionar o seu desejo a certo tipo de corpo da parceira ou do parceiro. Se for gordinha ou magrinha demais, não serve. Se for muito baixo ou tiver pernas curtas, não rola. Se faltar peito, bunda ou barriga durinha, não dá. Pior ainda, as pessoas voltam essas exigências contra elas mesmas. Se estiverem flácidas ou acima do peso, não transam e nem tiram a roupa na frente dos outros. Nem saem na rua, na verdade.

Esse tipo de restrição física vai contra a essência do próprio sexo. Ele não depende de beleza ou rigidez. Claro que gente bonita é mais atraente, mas há 600 mil maneiras de ser atraente que não passam pela padronização da beleza. O desejo é anárquico, a libido circula por canais invisíveis aos olhos. Os corpos podem provocar e extrair prazer mesmo fora de forma, mesmo fora de padrão, mesmo fora de moda. O gozo é fisicamente democrático. O tesão profundo envolve a personalidade do outro. É um tremendo equívoco, um enorme empobrecimento restringir os parceiros com base em estereótipos de boa forma. Quando se faz isso, muito prazer fica de fora. Talvez a maior parte dele.

Tenho um amigo uruguaio, mais velho, que gosta de repetir, em tom de comentário social, um velho bordão da sua juventude: o corpo é a alegria dos pobres. Isso é de um tempo em que os pobres não tinham direito a prazer algum, a diversão alguma que não fosse o sexo. Esse cenário de miséria está lentamente acabando entre nós. Mas eu gosto da frase. Acho que ela pode ser adaptada para esses novos tempos. Podemos dizer, quase utopicamente, que o corpo é a alegria de todos. O corpo que faz exercícios. O corpo que faz sexo. O corpo que trabalha, pensa, estuda. Um corpo inteiro na vida, em todas as suas dimensões.Um corpo capaz de ser feliz, em todos os sentidos.

Nanopinto

Minha amiga chegou à Espanha, mas as malas não. Quer dizer, 24 horas depois a Iberia liberou a mochila da minha amiga. Sim, uma mochila pesando 7 quilos. Isso é tudo o que ela vai levar para percorrer os 800 km do Caminho de Santiago de Compostela. Estou feliz por ela, que inicia amanhã sua jornada. Hoje, já no banho, ela teve a infelicidade de ver um nanopinto durante o banho, num albergue. Agora, me diz, vc, japonês com um nanopau, ficaria desfilando pelo albergue sem cueca?? É muita gente sem noção. Desejo melhor sorte para minha amiga nos próximos 33 dias.

Os vingadores

Contra tudo e todos, assisti ontem ao filme Os Vingadores (The Avengers). Sim, nem meu namorado acreditou, achou que eu estivesse doente quando mandei uma mensagem dizendo que iria ver o filme. Apesar deste não ser um filme dos que curto muito, enchi o peito de boa vontade e me acomodei numa das cadeiras do UCI para tentar me divertir. E, olha, não é que consegui. Sim, o filme me surpreendeu positivamente. Não que seja genial, longe disso, mas é uma puta produção, com um elenco de primeira e uma trama bem amarrada. De todos os heróis, o mais babaca é o Capitão América. Sério, o que aconteceu com ele? Emburreceu? Não lembro dele ser tão idiota no outro filme. Enfim, não vou ficar contando o que acontece, mas ele é só um corpinho bonito.

De todos os personagens, o que mais me agradou foi o Huck. Sem dúvida, as melhores cenas e melhores questões psicológicas. Sem contar que Mark Ruffalo é um gostoso e uma inspiração. E ele tá muito bem no filme.  Tá, ok, tenho uma relação antiga, desde a infância …. seguinte, minha irmã caçula sempre morreu de medo do Huck e, claro, eu e Danieli nos aproveitávamos disso. Como? Bem, sempre que passava o seriado, nós fazíamos de conta, dizíamos a ela que não haveria a transformação no temido Huck e ela, inocente, sempre acreditava. Daí, quando percebíamos que a fera viria à tona, saíamos do quarto e a trancávamos lá, sozinha com Huck. A menina chorava tanto, mas tanto, que chegava a ser engraçado. E, vejam só, para acabar o drama bastava ela desligar a televisão, mas a pobre não tinha forças para isso ahahaha. Diversão mais que garantida, não? Aposto que, se fosse hoje, ela não choraria tanto. Também, dá pra reclamar do novo Huck? Claro que não !

Spoiler, se não quiser ver uma das cenas mais engraçadas, abandone aqui esse post:

Eis a melhor cena do filme ahahah

Quanta gente linda…

… sim, não sou referência de beleza física, graças a Deus, mas tenho um certo bom senso. To rindo litros de potássio com umas fotos de modelos que estão circulando hoje pela manhã no twitter. Como tem neguinho sem noção. Esse povo não tem amigo, parente? Ninguém que possa dizer: “Olha, vc é uma pessoa muito legal, mas não vai vender nada com essa carinha”. Seria uma caridade, minha gente. Imagina o quanto de expectativa foi gerado nesse povo todo, quantas fotos foram feitas. É gente que tem cara boa (não pra modelo) e que deve ter economizado uns caraminguás para poder pagar pelo fotógrafo. Isso é sacanagem com as pessoas. Acha que estou exagerando? Então clica aqui e tire suas próprias conclusões. Se tiver preguiça de clicar, saca só a amostra que garimpei lá:

Segunda …

…..a segunda foi diferente, sem dúvida. Não que eu tenha feito algo de especial… Trabalhei normalmente, mas saber que amanhã é feriado não tem preço. Programação ? Tentando almoçar com uma amiga, mas só lá pras 14h30… Nem dormi e já estou com preguiça de acordar ahahaha