FOFOCA

Hoje é sexta, dia oficial de encontrar as amigas no bar e fofocar (mentira, dia de encontrar as amigas é todo dia rs). Aliás, amei os encontros que tive com as amigas esta semana. Que venha o finde!!

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Separação

Separar dói. Quem já passou por isso sabe bem do que falo. Se há amor, pior ainda. Se há traição, nossa, a dor é triplicada. Esta semana dois casais famosos separaram e deve ser muito pior terminar um relacionamento e ver sua dor estampada em sites e jornais. Estou falando dos casamentos de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank e também de Tande e Lizandra Souto.

Não temos como saber exatamente os motivos que levaram a tais separações. Especula-se que o primeiro tenha acabado por traição. Já sobre o segundo não li muito a respeito. Mas é triste. Sempre é. Ainda mais com filhos.

Mas, ok, ninguém ou quase ninguém morre disso. É ruim, é puxado, é uma merda. Tem dias que não queremos sair da cama, temos vergonha de alguns familiares, nos sentimos abandonadas, com a estima no pé, sem vontade de ler, ver TV, comer … de nada. Mas, gente, isso tudo passa. Graças a Deus, sempre passa.

O importante é manter a fé no ser humano, saber que vai dar a volta por cima, tocar a vida diárias, realizando pequenas e banais tarefa. Até porque são estas pequenas e banais tarefas que vão nos dar força. Tudo nessa vida é temporário e temos que ter isso em mente, mesmo sabendo que isso não acaba com nossa dor, mas diminui.

Sei lá, as vezes acho que parte do que sofremos nestas situações é fruto de nossa imaginação e do tanto que gostamos de nos colocarmos em situação de vítima. Coisas que fazemos pra chamarmos atenção mesmo, pra recebermos carinho, pra não nos sentirmos tão descartáveis. A dor, nestes casos, é menor do que aparenta ser.

A mente humana é um ninho, um emaranhado. Muito difícil saber o que nos motiva, o que nos impulsiona. Vemos algumas pessoas com uma puta dificuldade de superar determinadas situações. Mas, no fundo, acho que elas não querem se libertar. Triste, eu sei, mas acho que é muito comum e que ninguém está livre de ser ver em uma situação assim. Aos recém separados, desejo força e fé.

Filhos

O tema é recorrente. Volta e meia alguém me pergunta quando vou ter filhos. A resposta é a mesma: é um projeto a longo prazo. Entendo a animação das pessoas, a cobrança da minha sobrinha querendo um primo e da minha mãe querendo mais netos. Mas, gentem, não me sinto preparada ainda para tal passo.

Sim, eu quero ser mãe, mas não me vejo acordando de madrugada para amamentar ou trocar fraldas. Pelo menos não agora. Ainda tenho muitos planos a realizar antes. Quero conhecer um determinado número de países/cidades antes de colocar uma criança no mundo.

Eu sei que é possível viajar com filhos e pretendo fazê-lo, mas é diferente e isso não dá pra negar. Não vai rolar fazer um passeio de balão na Austrália com um bacuri de poucos anos nos braços. Não dá pra fazer um passeio romântico no Sena com uma criança chorando ou com o peito de fora, amamentando a cria. É isso, meu povo.

Sim, sei que há o tal relógio biológico, que daqui a pouco ele vai apitar, que meus óvulos estão envelhecendo e blá, blá, blá. Serei mãe quando me sentir preparada de corpo e alma para tanto. Por hora, lambo a cria dos amigos.

Máscaras

O tema é recorrente, eu sei, mas é inevitável.A cada ovo dia percebo mais e mais gente usando máscaras. Acho feio, apesar do meu astrólogo dizer que são necessárias e que devo usar algumas. Enfim, ainda não consegui ser esta pessoa que troca de rosto, que demonstra alegria quando, na verdade, está triste ou que quer matar alguém, mas lhe entrega uma flor.

To fora deste tipo de falsidade. Talvez, um dia, com a maturidade, eu aprenda a usar as máscaras a meu favor. Mas, confesso, estou longe disso. Too much information.

Essa semana soube de uma história aqui do trabalho em que uma menina trocou o papelzinho do amigo oculto no ano passado. Até aí, ok, já fiz isso diversas vezes. O problema é que a tal menina tirou no sorteio uma pessoa que ela diz adorar. E diz mesmo, aos quatro ventos, sempre sorri pra tal fulana, manda beijinho e tal… é muita falsidade, não? Que mundo é esse? Muita superficialidade.

Não gosta da pessoa, ok, tem todo direito, mas precisa mostrar o sorriso pra mesma todos os dias? Dizer que está bonita? bem arrumada? Ahhhh, me poupem.

Algumas almas estão mesmo perdidas…

Sim, caras amigas, algumas almas estão mesmo perdidas. A piadinha abaixo até que é engraçadinha, mas uma amiga recebeu hoje, dia dos namorados, por email, de um cara que, teoricamente, quer ter uma relação mais séria com ela. Oi?? Como assim?? Esse cara acha mesmo que isso é romântico? Qual a intenção? Qual o propósito? Minha amiga acha que ele queria ser engraçadinho. Bem, eu acho que ele queria mesmo é ser babaca, como tem sido nos últimos meses. Enfim, se você é homem e quer desagradar uma mulher hoje, basta copiar a imagem e mandar por email para a “amada”, você terá 100% de aproveitamento.

Para sempre…

 ….sim, hoje comemoramos mais um dia dos namorados. O que isso significa? Bem, para muitas pessoas é apenas uma data, para outras é um dia mega romântico com direito a jantares, troca de presentes e juras de amor eterno. Talvez seja o único dia do ano em quem algumas mulheres recebam flores ou bombons. É também um dia em que as amarguradas lamentam a falta de sorte no amor, dia em que elas saem por aí despejando todo o rancor e falta de perspectiva. Pior, algumas julgam relacionamentos alheios, amaldiçoam casais felizes, invejam mesmo até as amigas mais próximas. Bem, para este último grupo recomendo o filme Para Sempre. Não, a solução dos problemas destas mulheres não está no fime. Mas, quem sabe, a história de amor baseada em fatos reais ajude a dar um pouco de esperança a este tipo de mulher: as desanimadas/amarguradas/invejosas/desesperadas.

No filme, Page (Rachel McAdams) e Leo (Channing Tatum) viviam uma linda história de amor, mas um acidente de carro mudou a vida a dois. Por que? Bem, simplesmente porque a pancada na cabeça da mulher fez com que ela lembrasse de quase tudo o que aconteceu em sua vida, menos dos últimos anos, do casamento e blá, blá, blá.

Desesperado, o marido tenta de um tudo para reconquistar a mulher: refaz o primeiro encontro, a leva ao lugar predileto do casal, é simpático, charmoso, mostra a ela coisas do passado, conta histórias … mas nada adianta. Gentem, o cara é gato e mesmo assim, nada. Page não lembra de nada. Melhor, lembra que era noiva de outro cara, apaixonada por ele e tal.

Depois de muito tentar, ele entrega os pontos e se separa oficialmente. Isso mesmo, deixa a mulher livre para  que ela faça o que bem entender. Ele sofre, chora, mas deixa ela livre. A mais pura prova de amor. E me acabei de chorar no cinema, claro. O filme não termina com a sepação. E isso que é legal. Passado um tempo eles voltam a se encontrar e a sair, mas sem repetir o passado. Os dois começam uma nova vida juntos. Sim, o amor venceu. E não falo aqui do amor das aparências, da beleza, da juventude. Falo do amor verdadeiro, daquele que nos faz amar o outro pelo que ele é, pelo jeito único de comer determinada coisa, pelo comportamento em grupo, pela forma desajeitada que o outro arruma a camisa no corpo. São os pequenos detalhes que tornam grandes as relações verdadeiras, genuínas.

O filme não mostra o desenrolar desta segunda etapa na vida do casal, mas mostra uma foto linda do casal inspirador da trama e seus dois filhos. Sim, mesmo sem lembrar de nada até hoje, ela está casada com ele. Achei muito tocante, muito bonito. Afinal, não é qualquer um que se apaixona duas vezes pela mesma pessoa. Tem que amar muito. E é esse amor genuíno que desejo a todos no dia de hoje. É também o que desejo para mim (sim, já encontrei, mas quero continuar desejando por muitos e muitos dias dos namorados). Que todos sejamos felizes, que nunca percamos a capacidade de nos apaixonarmos. 

Quem lê meu blog há algum tempo sabe que foram muitas as minhas quedas, mas nunca me abati. Mesmo na tristeza, nos piores momentos, nas maiores dores, nunca deixei de acreditar no amor. E acho que nunca vou deixar. Por que? Simples, o amor está dentro da gente e ninguém pode nos tirar isso. Jamais.

 “Que pena que acabou. Mas vivi, não tudo o que quis, mas o melhor que pude”. Eliane Brum

Sim, temos de viver da melhor maneira que pudermos. Brilhante a frase da Eliane. Por que decidi publicá-la aqui? Bem, nessa madrugada troquei umas mensagens com uma amiga querida. Insatisfeita com sua própria vida, com suas escolhas, ela lamenta aflita: precisa mudar de vida. Entendo perfeitamente e apoio a decisão dela de tentar de um tudo, mudar o rumo, experimentar. 

Não acho que minha amiga deva pegar seu banquinho e esperar (ler post anterior) as coisas melhorarem. Por que não? Simplesmente porque isso não vai acontecer. É preciso ter coragem, arregaçar as mangas e se jogar no desconhecido. Falar com os parentes, amigos, com quem quer que seja. O importante é ir atrás dos sonhos. Escrevo isso para ela, mas serve para todos nós.

De tempos em tempos temos de pensar o que queremos de fato na vida. Estamos felizes com nossos empregos? nossa casa? nosso corpo? nossos amigos? E, dependendo das respostas, será preciso mudar. Caberá apenas a nós mudarmos este quadro. De uns anos para cá tenho feito muito isso.

Coloco TUDO balança e, ao menor sinal de insatisfação/desequilíbrio, largo de mão. No início foi mais difícil, mas já estou ficando craque. Não carrego mais peso morto, gente que fala mal de mim pelas costas, parceiros de trabalho que não fazem nada e que só sugam minha energia. Sim, tenho feito limonada de todos os limões que me dão. E acho que este é o caminho. Mudo o que posso, aceito o que não posso.

Vamos fazer o melhor com o que nos é dado. As dificuldades, as provações também são uma oportunidade que a vida nos dá de alterarmos o rumo das coisas.  Se temos saúde, temos 90%. Não vamos ter tudo o que queremos sempre, mas podemos nos esforçar para isso, nos dedicarmos. Essa é a meta: 100%. É preciso viver com ousadia e, por vezes, esta ousadia implica em aceitarmos coisas não muito confortáveis. Mas tudo passa, sempre passa. E, se for para um bem maior, por que não?

Acho que colocarmos em mente essa ideia de temporariedade das coisas pode nos ajudar a ter mais leveza. Até nossos problemas vão passar. Temos de acreditar nisso.

O que eu espero de você?

Belo texto da psicóloga Alda Marmo. Concordo com tudo.

Esperar é um verbo passivo. Mas como é verbo indica ação. Esperar é verbo quieto, de poucos movimentos, ele não se movimenta por ele, mas por aquilo que o acompanha, esperar está quase sempre acompanhado, esperamos ansiosos, roendo as unhas, comendo, pensando… , até as salas de espera estão organizadas de maneiras que você espere fazendo alguma outra coisa alem do esperar. Esperamos a hora certa, a porta abrir, o dia chegar, o telefone tocar…esperamos a sexta, o feriado, o Natal, a meia noite. Esperamos que alguma coisa aconteça…Existem esperas bonitas, a de um amor que está voltando, a espera de um filho…Mas a maioria das esperas são tensas, e por isso, uma vez dotados de inteligência desenvolvemos muitas maneiras de nos distrair das esperas.

Mas tem uma, aquela, aquelazinha que parece que nunca acaba, é a espera de que outra pessoa aja, tome as atitudes, fale, faça aquilo que NÓS ESPERAMOS.

Já pegou o seu banquinho?

Eita mania nossa essa de esperar que o outro se comporte do jeito que a gente espera, do jeito que a gente acha melhor, mais justo, mais adequado…do jeito que a gente compreende e aceita.

Quando será que vamos acabar com essa mania de querer que o outro nos atenda da maneira que NÓS queremos?

Por que não admitimos a maneira do outro amar, sentir, falar, agir ou ser?

Por que quando o outro não atende nossas expectativas nós o culpamos ?

AS PESSOAS NÃO SÃO PRODUTOS QUE PODEMOS ESCOLHER OS ACESSÓRIOS QUE AS ACOMPANHE, como fazemos com carros ou pizzas, por exemplo. “ Dá para tirar a azeitona e colocar borda recheada com catupiry?”

Às vezes, ou muitas vezes fazemos coisas e geramos expectativas de que a outra pessoa seja recíproca, ou seja nos devolva algo similar, na mesma moeda…Fazemos isso o tempo todo, com TODOS os membros da nossa família, com amigos, chefes, vizinhos…Esperamos…e nada… infelizmente não podemos devolvê-los como fazemos com os produtos que compramos…e o que acontece? Acontece que a espera se torna decepção, desilusão, ou raiva…e imbuídos dessas emoções ficamos amargurados. Desistir? Abrir mão? Ir embora? Pode ser uma opção, a outra é procurar compreender, aceitar a maneira do outro…Ahh….mas não é isso que você busca? E você não tem coragem de ir embora? Então espere até ficar insuportável, geralmente quando fica assim a coragem vêm, e eu não estou sendo sarcástica não viu !

A outra opção é olhar para si, e esperar de VOCÊ uma atitude, se for preciso, grite mas não espere quando se trata do outro, seja claro diga o que precisa, dê ao outro a chance de se posicionar diante da sua necessidade. Cobre sim, mas cobre de VOCÊ seja compreensão, uma escolha, uma decisão ou coragem…Se não como eu já disse espere, mas espere sentada, confortavelmente sentada.

Fika a Dika: Eu espero que você tenha CORAGEM para FAZER tudo que lhe deixe feliz.

A Fazenda 5

 Sim, amados amigos leitores, esta semana a Record colocou no ar a quinta edição de A Fazenda. Como não amar? Gentem, o elenco está sensacional: Gretchen, Penélope Nova, Nicole Bahls, Viviane Araújo, Angela Bismarchi, Sylvinho Blau-Blau, Vavá e Léo Áquila entre outros. Só gente de primeira qualidade.

O programa mal começou e a Angela Bismarchi já disse que vai arrumar um cantinho pra se masturbar. Ontem o tal do Lui (que namorava o Sandrinho) quase teve um faniquito porque encontrou um ratinho dentro do celeiro. E ele queria matar o pobre bichinho. Léo Áquila já abriu o coração e fez boa parte das ariranhas chorar ao revelar como saiu do armário para sua mãe depois de ter tomado uma surra de uns moleques na rua.  E Penélope Nova que abriu o berreiro nas primeiras horas só porque soube que alguém ali tinha falado mal dela. Muito amor nesse programa.

A ex-paniquete Nicole já chegou causando barraco e a Gretchen quase me mata de susto toda vez que abre aquela boca repuxada pra rir. Só alegria. Se você tem preconceito, deixa de ser bobo. Vai lá no R7 e assiste um trecho. Clique aqui

Feliz

Sim, estou feliz. Motivo? Sei lá, to respirando. Mentira, sei o motivo sim. Aliás, uma mulher apaixonada sempre sabe/tem motivo. Tudo fica muito mais colorido e até as briguinhas são divertidas. Hoje, por exemplo, a conversa estava difícil com o meu namorado. Ele com os problemas dele. Eu com os meus. Cada um com uma opinião. Mas, ok, ele definiu bem: somos 2 cabeças duras, sempre achamos que temos razão. E é isso aí. Daí ele perguntou: você vai querer viver assim a vida toda? E eu disse que sim. olha que romântico !!! Foi lindo. Daquele momento em diante a ligação passou a ser apenas de risadas, tiradas de sarro um do outro, muito mais leve e divertida. Tem como não ser feliz assim? Impossível ❤