Apps

A Veja publicou uma lista  com os 25 apps gratuitos para iPhone mais baixados no Brasil. tenho quase todos. Segue a lista com as minhas considerações:

1. Facebook – mantenho, apesar de ter saído do livro de rostos
2. Skype – uso muito para falar com meu namorado
3. Windows Live Messenger – uso eventualmente
4. Viber – uso TODOS os dias, diversas vezes ao dia
5. Instagram – Uso todos os dias
6. Twitter – uso todos os dias
7. Google Translate – uso bastante
8. Google Earth – uso bastante, sobretudo em viagens
9. Buscar Meu iPhone –  já precisei usar
10. Facebook Messenger – Não tenho interesse
11. Tom, o Gato Falante –  tenho e minha sobrinha ama
12. iPaciência – tenho e sempre uso durante voos
13. VEJA – tenho
14. Labirinto Maluco –  minha sobrinha adora
15. Tom, o gato falante 2 – minha sobrinha tb gosta deste
16. Pesquisa Google – sim, sempre uso
17. Banco do Brasil – não sou correntista
18. iCinemark Brasil -tenho, mas quase não uso
19. Rádio Jovem Pan – não tenho interesse
20. iForca – tenho e uso com a Giovanna
21. Shazam – já usei mais
22. Racing Penguin Free – tenho e me divirto
23. Manobrista maluco – não tenho
24. Climatempo – uso sempre
25. Bump – quase nunca funciona

Nomes de furacões

Converssando sobre o Isaac, durante o almoço, Luciana levantou a questão: Nomes de tempestades/furacões não são sempre femininos? Por que este se chama Isaac? Bela questão. Intrigada, decidi pesquisar.

Descobri que, antes, eles não recebiam nomes próprios e que eram classificados por números ou pelo alfabeto fonético dos militares. Mas em 1953, quando o alfabeto fonético internacional foi remodelado, começaram a usar nomes femininos.

Os nomes masculinos passaram a ser usados em 1978 e adotou-se a lógica: nomes femininos são usados em tempestades de número par durante anos ímpares, enquanto os masculinos ficam para as tempestades de número ímpar em anos pares. Isso para o Atlântico. No Pacífico é o contrário

Determinou-se também que, quando um furacão causa muitos problemas, como destruição e mortes, seu nome é retirado da lista. O Katrina, por exemplo, de 2005, não aparecerá novamente por ter devastado a cidade de Nova Orleans.

A lista de nomes de 2012 para o Atlântico é:

Alberto
Beryl
Chris
Debby
Ernesto
Florence
Gordon
Helene
Isaac
Joyce
Kirk
Leslie
Michael
Nadine
Oscar
Patty
Rafael
Sandy
Tony
Valerie
William

A lista para o Pacífico de 2012 é:

Aletta
Bud
Carlotta
Daniel
Emilia
Fabio
Gilma
Hector
Ileana
John
Kristy
Lane
Miriam
Norman
Olivia
Paul
Rosa
Sergio
Tara
Vicente
Willa
Xavier
Yolanda
Zeke

Se quiser ver as listas dos próximos anos, clique aqui. Também é possível acompanhar a evolução do Isaac e de outros.

Ditador

ADOREI o novo filme de Sacha Baron Cohen. Ditador, que conta a heróica história do General Aladeen, da República de Wadiya, no norte da África, é 100% ficção com uma pitada de realidade. Ri bastante, mas gargalhei mesmo foi com a risada gostosa e contagiante de um velhinho, lá pelos seus 70 anos, que passava mal de rir. Sério, ele ria tanto que era impossível ficar calada.

Pretendia contar aqui algo do filme,mas me empolguei tanto contando pro meu namorado por telefone que prefiro não fazer o mesmo por aqui. Ele disse que eu estava estragando o melhor do filme. Será? Bem, acho que vale a pena dar um confere no cinema.

Bom humor

Bom humor é tudo nessa vida né. O dia pode estar nublado. O trabalho pode estar assustador. O trânsito pode te enlouquecer. Mas, preste atenção, se você for bem humorado, conseguirá sobreviver a todas estas pequenas chatices diárias. Vamos colocar o sorriso no rosto, minha gente. Se puder transar, ótimo, sexo sempre ajuda. Mas, se não puder, ok, bola pra frente. Vá ao cinema, leia um livro, converse com amigos. E aí, já sorriu hoje?

O Beijo no Asfalto

Esqueci de comentar aqui, mas semana passada assisti com amigos a mais uma peça de Nelson Rodrigues: O Beijo no Asfalto. Sim, achei melhor que A Falecida. Mais surpreendente, mais divertida, até. OK, talvez este grupo de teatro (que não sei o nome, mas que é do Recife) seja realmente bem melhor que o da semana anterior. Acho que isso faz diferença. Cenário, iluminação… tudo melhor. E olha que assistimos a peça no mesmo teatro, o Dulcina.

Bem, de qualquer forma, acho que podiam, e deveriam, ampliar as comemorações pelos 100 anos de Nelson e exibirem peças e exposições do mestre por, pelo menos, dois meses. Agosto é muito pequeno para que a gente possa ver toda a obra do gênio.