Sim, eu sinto saudades

Ele voltou da Austrália e está aqui, bem pertinho, logo ali, em São Paulo. Mas, gentem, a distância AINDA existe e isso é um saco. Por isso, segue um belo poema sobre o tema de autoria de Mônica Raouf El Bayeh .

Saudade…

Saudade é faca
E é cola
Separa e junta
Afasta e gruda

Saudade é machado
E é nuvem
Dilacera e sonha
Fatia e voa

Saudade é tesoura de ponta
E sonho de padaria
Espeta e adoça
Corta e delicia
lovee

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Amour

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Um dos filmes mais tocantes que vi nos últimos dias foi Amour. Já na primeira cena imaginei o possível desfecho, cheguei a comentar com meu namorado, mas, de boa, quando aconteceu fiquei passada. Jamais imaginaria que seria daquela forma. Fiquei sem ar, sem chão, passada. Eu e o cinema inteiro, diga-se de passagem. O filme acaba e ficam todos sentados, sem saber o que falar. Acreditem, não há aquele usual burburinho pós-filme. E isso acontece porque as pessoas não sabem o que dizer, não sabem como assimilar aquilo tudo.

Fiquei uns dias pensando no filme, lembrando de algumas cenas e tal. E concluí que o filme não trata apenas do amor sensacional entre os personagens principais, mas aborda também o egoísmo daquela relação. É algo bem doentio mesmo. Não vou comentar mais porque não quero estragar o filme de ninguém. Mas to aqui, me coçando, e torcendo pra que todas as minhas amigas vejam logo pra poder comentar com elas. Se ainda não viu, corre por cinema. Acho que merece o Oscar.

Posse de Obama

Com certo atraso comento a posse de Obama. Foi mesmo um evento bonito e, como sempre, ele fez um discurso repleto de mensagens. Tomara mesmo que a época de guerra já tenha acabado e que venha a recuperação econômica dos EUA e, como consequência, de todo o mundo.

Sobre a tal polêmica da Beuoncé, se ela cantou ao vivo ou não, ora bolas, isso é uma besteira sem tamanho e, pra mim, não faz a menor diferença. Achei a performance dela bárbara e fiqueia té arrepiada. Interpretou tão bem quanto a nossa brasileiríssima Fafá de Belém.

Pra mim, o grande momento da posse foi ao fim, quando Obama está retornando ao Capitólio e decide dar uma paradinha pra observar aquela multidão. Deve ter sido mesmo algo memorável.

obama
Os vestidos de Michelle estavam impecáveis. Ela tem muita classe. Adorei a franjinha e, sinceramente, se fosse ela, me preocuparia com a Byeoncé ahahah. Manteria ela bem longe do meu marido. Gata, com aquele corpo e aquela voz, aff

Mudança….

Tudo indica que 2013 será um ano de muitas mudanças na minha vida e, como mulherzinha que também sou, tenho pensado em começar tais mudanças pelo cabelo. Há dois anos venho pintando os cabelos de ruivo, mas já to cansada. To pensando em voltar à cor natural e fazer umas luzes. Talvez faça essa mudança antes mesmo do carnaval… ó, dúvida cruel.

Homenagem?

Olha, estava conversando com uma amiga, a Luciana, sobre esta ‘bela’ homenagem que o Neguinho da Beija-flor fez às mulheres. E aí, mulher, não tenha medo do plural e me diga: você ficou feliz com a homenagem? Já viu o clipe no you tube?  Segue o link: http://youtu.be/wCOgTFM6pMU

Mulher, Mulher, Mulher

NEGUINHO DA BEIJA FLOR

Alo rapazeada
Esse é o nosso samba
Olha a mulherada ai gente

Mulher mulher mulher mulher mulher mulher mulher… [2x]

A mulher, é a mulher [3x]
A mulher, a mulher a mulher!

Melhor que uma mulher, só dez mulher só dez mulher
Melhor que dez mulher, só mil mulher, só mil mulher…

1 mulher 2 mulher 3 mulher 4 mulher
5 mulher 6 mulher 7 mulher 8 mulher 9 mulher
É 10 mulher!

Mulher mulher mulher mulher mulher mulher mulher… vaaai [2x]
(alo rapaziada, só os espada! vamo cantar!)

A mulher, é a mulher [3x]
A mulher, a mulher a mulher!
A mulher…

Melhor que uma mulher, só dez mulher só dez mulher
Melhor que dez mulher, só mil mulher, só mil mulher…

1 mulher 2 mulher 3 mulher 4 mulher
5 mulher 6 mulher 7 mulher 8 mulher 9 mulher
É 10 mulher!

Mulher mulher mulher mulher mulher mulher mulher… [2x]
(é mulher)

A mulher, é a mulher [3x]
A mulher, a mulher a mulher!
A mulher… quem nao quer?

Melhor que uma mulher, só dez mulher só dez mulher
Melhor que dez mulher, só mil mulher, só mil mulher…

1 mulher 2 mulher 3 mulher 4 mulher
5 mulher 6 mulher 7 mulher 8 mulher 9 mulher
É 10 mulher!

Mulher mulher mulher mulher mulher mulher mulher…
(êêê beleeeza, é isso aí meu brasil!!)
Mulher mulher mulher mulher mulher mulher mulher…
(olha a murelhada aí gente)
Mulher mulher mulher mulher mulher mulher mulher…
(olha a murelhada aí maluuuuco)
Mulher mulher mulher mulher mulher mulher mulher…
(aaaaaaaaaaaaaaaaaaai)
Mulher mulher mulher mulher mulher mulher mulher…
(quanta mulher, quanta mulher)
Mulher mulher mulher mulher mulher mulher mulher…
(é isso aí meu poovo)

Saaalve a mulher brasileeeeeira

Inveja, amor, esperança…

Imagem

…. Um amigo me enviou um email com o seguinte pensamento: “o pior feitiço é a inveja. Por incrível que possa parecer, a maioria das pessoas não agüenta com a felicidade dos outros”.

Concordo em gênero, número e grau. Tenho observado uns comportamentos super esquisitos de algumas pessoas. Mas, vamos lá, sempre fui otimista e não vou desanimar. Quem sabe as energias deste novo ano tragam novos ventos e isso acabe apagando a inveja do coração de algumas pessoas? Não há mal nenhum em acreditar nisso, não é?

Bem, como descobri hoje o blog Poesia toda Prosa, da psicológa Mônica Raouf El Bayeh, deixo aqui mais um texto dela que é muito inspirador para o início do ano:

Entra ano , sai ano
A gente só quer acertar
Mas, isso nem sempre dá certo
Então , vamos combinar

Acertar é pacote, é combo
Vem junto com tentar e com errar
Nem adianta querer só um
Um só não tem para comprar

Esse Novo Ano que começa
Vou tentar e aceitar
Onde tem acerto , já teve erro
Se não teve, ainda vai chegar

Faz parte do processo
Importante é não parar
Minha meta para esse Ano:
Pelo menos não desanimar!

E continuar , decidir
Amar, repensar
Cuidar, persistir
Se cansar, sentar e relaxar

Tudo tem tempo
Tudo pode esperar
Importante , enquanto isso
É conseguir aproveitar   

Vida, me empurre quando eu travar

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Li hoje esse belo texto da psicóloga Mônica El Bayeh no site da ÉPOCA  e me senti na obrigação de compartilhar com vcs. Tudo o que penso está ai:

Quando passou pelo portão, as ideias passaram todas juntas também.  Numa revoada barulhenta. Ideias querendo dar sua opinião.

Lembrou de quando recebeu a notícia de que ia ter que se transferir.  Perdeu o chão.  Como assim?  Tinha direitos, não tinha?  Não.  Na verdade, alguns direitos só existem quando são de interesse de quem está no poder.  Aprendeu essa também.

A vida toda estruturada.  Estava ali porque era mais cômodo, mais perto.  Feliz?  Com certeza não.  Jamais seria feliz ali.  Mas o desconhecido assusta. E mudar às vezes dói tanto…  E se fosse pior?  E se fosse mais longe?  E se não gostasse tanto?

Foi tratada como lixo, um traste jogado fora.  Um enfeite que, agora, mudado o estilo da decoração, não agradava mais.  Depois de tantos anos e toda dedicação.  Se sentia desrespeitada.  Sentiu não. Foi mesmo – e muito.  Na impossibilidade do momento, decidiu:  não lutaria contra.  Ia se deixar levar. Iria ao sabor do vento, como folha solta no ar.  Alguém, em algum lugar, com algum nome,  haveria de protegê-la.  Confiou.

Lembrou da Alice no País das Maravilhas perguntando:

– Gato, onde é a saída?

– A saída depende de onde você quer ir.

Para onde ela queria ir?  Para onde fosse bem tratada, só isso.  Só desejava ser bem tratada.  Ali, nunca havia sido.  E, vamos combinar, ser bem tratada é o mínimo de dignidade que se pode esperar de qualquer tipo de relação, seja ela qual for.

Mudou.  Como forma de complementar o horário, foi parar em dois lugares diferentes.  Ambos muito bons.  Adorou.  Tem sido sim, muito bem tratada e está feliz.  Reestruturou a vida.  Se livrou de um peso, quase um encosto.  Sua vida não se arrasta mais.  Agora sua vida voa.

Eis que, por ironia da vida, ela teve que voltar lá para uma reunião.  Naquele instante, parada em frente ao antigo portão, reviu toda situação.  A vida é assim mesmo, irônica, debochada, um prato cheio de sarcasmo.  Apronta cenas mais escrachadas do que novela mexicana.  Situações que a gente olharia com reservas e acharia forçação de barra. A vida faz dessas com a gente.  E, provavelmente, se diverte assistindo a cada capítulo.  Somos sua novela mexicana.  Há que se ter bom humor com ela também.  Não há outra saída possível para manter um nível razoável de saúde mental.

Naquele retorno, encontrou amigos antigos, queridos.  Ouviu as mesmas queixas de antes.  Queixas que haviam sido suas também.  A oportunidade se abriu para todos, muitos foram.  Mesmo assustados, meio perdidos, desamparados, aceitaram o desafio e se lançaram no vácuo, sem garantias.  Muitos não foram.  Cada um com seus motivos.  Não estava ali para julgar.  Ela tinha ido.  Esse era seu alívio.

Pensou em como estaria, se não tivesse mudado.  Se, por medo do desconhecido, tivesse permanecido estagnada, como antes.

A vida é um tipo de trem.  Chega na pressa, desembarca uns e embarca outros.  Não anuncia o destino abertamente.  Você entra sabendo que é por sua conta e risco.  A outra opção é ficar na plataforma vendo a vida passar, na triste postura de dar adeus aos que vão.  E depois voltar para casa.  Retornando para o mais do mesmo.

Talvez a vida abra uns portais, eventualmente.  E convide – vem? – desafiando, instigando, pagando para ver a capacidade de cada um.  Então aguarda por certo tempo para que se tenha coragem de pular, se jogar.  Se a gente resolver investir e embarcar, ela cobre a aposta e vai junto ao infinito – e além.

Se a gente fica na retranca, empaca, desiste, o portal se esfumaça e se desfaz.  Aquela saída se fecha.  Até uma próxima oportunidade… Ou não. Quem sabe?

A vida é jogo de aposta.  Não se sabe o fim.  Nem onde vai dar, nem os resultados de cada rodada.  Viver é pular no escuro.  Planejamentos, contas, mapas, tabelas, roteiros, tudo pode ajudar e até dar certo. Apenas pode.  Então, a gente para, pensa, programa.  Mas, na hora do vamos ver, é ir ou ficar, sabendo do risco.

De qualquer forma, sempre é preciso apostar em alguma coisa.  Ficar de fora já é uma opção de aposta.  Não esboçar atitude já é uma atitude.  Quando você se omite e não faz a escolha já está fazendo sua escolha. À deriva, mal feito, mas está.  Quando chega a sua vez da rodada, é a sua vez de agir. Vai jogar ou passar?

A vida se diverte assim e dá preferência às boas parcerias.  Joga bem com quem aposta nela.  Gosta de quem acredita que pode, e tenta ir em frente.  Esses são, em geral, os melhores jogadores.  Não que eles sejam privilegiados pela vida, que dela recebam mais vantagens ou coisa que o valha.  Ao contrário, esses são os que, verdadeiramente, tratam a vida como prioridade.  Essa é toda diferença.

Andei de tirolesa uma única vez.  Nem preciso mais.  Meus filhos adoram, vão repetidas vezes.  Acho ótimo.  Medrosa que sou, para mim uma vez está de bom tamanho.

Fui sem pressão externa, queria experimentar.  Mas, depois de toda paramentada com os equipamentos de segurança, travei.  Olhava para baixo e pensava: por quê?  Porque me meti nisso?  Avisei ao recreador que tinha desistido, não ia mais.  Ele me olhou meio de saco cheio.  Apontou para uma fila enorme atrás de mim.  E me informou que agora, não havia essa alternativa.  Pular dali eu não ia mesmo.  Ainda travada, pedi então, que ele me empurrasse.  Ele me empurrou de bom grado.  Acho que até com certo prazer.  Naquela altura do campeonato, faria qualquer coisa para se livrar de mim.  Lá fui eu, pendurada, voando até o outro lado.  Posso dizer que, se não fosse o medo tanto, aquilo poderia ter sido ótimo.

Assim passa a vida por nós.  Provocando, desequilibrando, instigando, sugerindo e rindo.  E nós seguimos como equilibristas amadores que somos.  Ela empurra, a gente faz que cai, mas não cai.  Às vezes, faz que cai e cai mesmo, se estabacando no chão.  Levanta meio doído, começa de novo.  Faz parte.  Tem que ser assim.  Triste é ficar só na arquibancada, espectador da própria vida.

Um ano novo começa.  Planos, sonhos, estamos cheios de bons propósitos.  Como nova partida do jogo.  Novas apostas!  A esperança de que agora vai!  Ano novo, todas as fichas na mesa.

Tempo de recomeçar?  Sim, mas temos que saber que o tempo de recomeçar, na verdade, é cada instante.  Porque vida é susto, é perder o prumo, perder o norte e sempre, a cada minuto. E recomeçar.

A vida é a minha tirolesa.  Esse é meu pedido para ela nesse ano que inicia: vida, me empurre!  Não desista de mim, nem me feche a porta!  Você me conhece, sabe que sou de medos.  Então, por favor, vida, me empurre quando eu travar!

Para pensar

“O julgamento do fato trata sobre o que é; o julgamento do valor trata sobre o que deve ser”, Sartre.

A frase acima foi citada pelo filósofo, psicanalista e escritor francês Jean-Bertrand Pontalis, durante entrevista à Veja desta semana, e achei bem interessante. Me fez pensar, sabe. Outro ponto da entrevista volta a citar Sartre e sua frase “pensar contra si próprio” e JB responde que “sempre devemos desconfiar de nossas certezas, questioná-las antes de chegar a uma conclusão. Não é tarefa fácil pensar contra si próprio” …. eu que o diga.

Os mais chegados sabem como tenho mudado de opinião e não estou falando de coisas banais. Os últimos meses têm me testado ao limite e me fizeram uma pessoa de conceitos elásticos. Passei a aceitar coisas que antes consideraria inaceitáveis, ampliei minha visão sobre alguns assuntos, uma verdadeira loucura. Mas vamos em frente, como disse Sartre, é preciso pensar contra si próprio.

Facebook e privacidade

Os que são meus amigos no Facebook sabem que já desativei minha conta umas duas vezes. Por motivos variados, motivos já descritos aqui. Pois bem, no dia 23 de dezembro aconteceu algo inusitado. O Facebook desabilitou minha conta. Como? Por que? Bem, até agora ninguém da equipe do Facebook me deu uma resposta. O fato é que uma Renat Braga, desconhecida pra mim, criou um perfil no site usando o MEU email. Isso mesmo. A tal fulana criou um perfil com o mesmo email que me dava acesso ao site de relacionamento.

Com tal feito, minha conta simplesmente sumiu. Tentei diversos contatos, mandei mensagens para a equipe do Facebook e nada. Eis que ontem decidi recuperar minha conta. Como? Ora bolas, se a tal criou o perfil com o MEU EMAIL, pedi ao site que me mandasse um link para que eu criasse uma nova senha. E assim foi feito. ROUBEI o que ERA meu. Sacaram?

Então, apaguei o tal nome Braga, meti meu Victal após o Renata, subi umas fotos minhas e comecei a convidar meus amigos. Um trabalhão, eu sei, mas fiz por uma questão de honra. O que fica claro nesse episódio? Há um bug qualquer no Facebook, uma falha no sistema grave. Sim, uma falha, visto que apenas isso permitiria que uma tal fulana qualquer criasse uma outra conta com o MEU EMAIL.

Ainda não resolvi todos os detalhes porque fiz toda a operação pelo celular. Quem entrar no meu perfil vai perceber que tenho 27 anos rs (quem dera). Pretendo resolver isso hoje, mais tarde, do meu computador. Escroto tudo isso né, mas fiquei sem opção. Vamos ver até onde essa palhaçada vai.

Filmes e vida: o bem e o mal

Preciso comentar sobre os dois filmes que vi neste recesso de fim de ano: Detona Ralph e De Pernas para o Ar 2. O primeiro é uma graça, com ressalvas. O segundo pretendia ser engraçadinho, mas é um horror. Explico:  Detona Ralph é fofo, tem personagens encantadores, um roteiro bem escrito, cenas bem desenvolvidas, mas… pois é, sempre tem um mais que me incomoda. Neste filme o que me incomodou foi a ‘mensagem’ deixada.

Não pretendo contar o filme todo, mas quem já viu o trailler sabe que  Ralph está cansado da vida de vilão, do cara que nunca ganha medalha, que não é reconhecido, que não tem amigos e vive excluído da sociedade. Pois bem, Ralph passa o filme buscando o reconhecimento, a tal medalha e, no fim, conclui que ser vilão é importante, que ele tem um papel fundamental. E fica feliz por isso. Ora bolas, que saco.

Ou seja, o filme passa a clara mensagem de que não é ruim ser mal, desde que se tenha um propósito. Como assim?? É legal ser mal, ir pra guerra e matar um monte de gente em nome da paz. É isso? É legal ser mal e caçar este ou aquele que representa uma ameaça à humanidade…. simplesmente é legal ser mal. O mal tem seu papel e é acolhido no personagem cativante de Ralph, o bom vilão. Isso me incomodou num grau que não vou ser capaz de detalhar. Bem, talvez seja mesmo legal ser mal, mas ainda não sei lidar com isso, não sei lidar com minha porção má… pode ser por isso que o filme tenha me incomodado. De qualquer forma, recomendo. A animação é encantadora.

Já o De Pernas para o Ar 2 … bem, se puder, fuja. O filme é a maior roubada. Tem uma ou duas piadas engraçadinhas e só. Olhei diversas vezes pra cara do meu namorado e ele estava tão entendiado quanto o casal que sentou ao meu lado. As cenas rodadas em NY pareciam ter como propósito fazer de Ingrid Guimarães a nossa Carrie Bradshaw. Até as tomadas pelas ruas são similares às muitas do seriado Sex and The City, incluindo os cortes. Enfim, apesar de ter bons atores, o filme é ruim, com piadas repetidas, sem criatividade… não acredito que vá fazer tanto sucesso quanto o primeiro da série e, sinceramente, espero que não rodem um terceiro.

 

O que esperar quando…

….bem, o que esperar do ano que acabou de iniciar? Você eu não sei, mas eu não espero nada. Quer dizer, claro que espero, mas não fiz nenhuma promessa este ano justamente para não correr o risco de quebrar com minha palavra. Quero ter expectativa zero. Sim, é uma utopia, mas estou tentando trabalhar isso na minha cabeça. Não quero mais decepções, não quero mais sonhos perdidos.

Este ano vou apenas aceitar, de braços abertos, tudo o que me for reservado. Espero viajar muito, espero dar milhões de sorrisos, conhecer novas pessoas e ter experiências ricas. Mas não planejarei nada. A virada do ano em SP foi ótima, difernete, especial… e não foi programada. É assim que pretendo levar 2013: um dia por vez, uma alegria por minuto e a renovação do amor a cada segundo.