Além da escuridão – Star Trek

Sei que não é meu perfil, mas ontem assisti ao filme “Além da escuridão – Star Trek” e, confesso, até que gostei. Muita ação, muitos efeitos e um roteiro doido, bem maluco mesmo, mas interessante.

Fiquei com um pouco de dor de cabeça com o 3D, mas nada que atrapalhasse o acompanhamento do filme. Valeu tb pelas companhias. Além do Wellington, assisti ao filme ao lado do Reginaldo, grande amigo e entendedor de toda a saga.

Ele fez váriois comentários pertinentes durante o longa e me esclareceu muitas dúvidas. Quais? Não vou contar porque não quero estragar a surpresa de ninguém. Bom filme.

Violência

As notícias de violência do tipo polícia-bandido já não me surpreendem mais. Não sei se isso ocorre por eu ter trabalhado muitos anos em editorias polícia/cidade de alguns jornais cariocas. Na verdade, o que tem mesmo me chocado é a violência que tem brotado entre pessoas classificadas como normais pela sociedade. Situações bobas do dia-a-dia que estão tendo finais violentos e absurdos.

Primeiro foi o crime bárbado no estado de SP em que um homem, incomodado com o barulho dos vizinhos, pegou uma arma, matou o casal e depois se suicidou. Não consigo entender esse tipo de surto pode ter causado tal ação. Foi como um amigo meu colocou no Facebook, o caso é tão estranho que o cara queria tanto o silêncio, mas matou o casal e não desfrutou nem 2 minutos do esperado silêncio. Ao perceber a estupidez que havia cometido, meteu uma bala na cabeça. Que sociedade doente.

Depois foi o prefeito do RJ, Eduardo Paes, que deu um soco na cara de um músico que o chamou de prefeito de bosta. Paes alegou que se descontrolou ao ouvir as ofensas e que agiu como Pessoa Física e não como prefeito (com se isso fosse possível). Isso é tudo tão bizarro, tão sem sentido, que fico sem reação, meio que congelada diante das notícias, quase sem acreditar no que meus olhos estão lendo.

Onde foi parar o bom senso das pessoas? O espírito apaziguador? A camaradagem com os vizinhos? Com os parceiros de mesa de bar/restaurante? Agora tudo se resolve na bala? No tapa? Esse mundo não é pra mim.

A difícil hora de partir

Quem nunca sofreu de amor que atire a primeira pedra. Acho que praticamente todos os seres humanos já passaram por isso. Normal, claro. O que me chama a atenção é a incapacidade de algumas pessoas em deixar o passado ir, em seguir seu rumo.

Por que será que isso acontece? Por que algumas pessoas não conseguem desapegar e ficam ali, enchendo o saco, mandando fotos, mensagens, textos …. por que? Seria falta de amor próprio ou apenas uma vontade absurda de encher o saco alheio?

Por que não admitir que perdeu um batalha ? Não entendo gente assim, sem amor próprio. Sei que não é viável que todos tenham o tempo todo 100% da estima em alta, mas, Jesus, é preciso ter o mínimo de amor por si mesmo e saber a hora de entregar os pontos, de anunciar que perdeu a batalha e seguir em frente.

Sempre dá para seguir em frente, recomeçar, conhecer outra pessoa ou mesmo ser feliz sozinha. Praticar o desapego é preciso ! Até porque, se você ama alguém, acho justo que queira ver tal pessoa feliz, mesmo que não seja com você, certo?

Nunca fui esse tipo de mulher que fica no pé do ex, correndo atrás, pedindo pra voltar. Sempre soube a hora de tirar meu banquinho e me retirar. Não há ninguém no mundo que valha tanta humilhação.

Audição seletiva

Além de ter uma memória seletiva, descobri hoje que também tenho audição seletova ahahaha achei que isso fosse coisa de velho, mas, pelo jeito, fui acometida por este mal ou bem ahahaha

Graças a minha audição seletiva não prestei atenção no papo de uma colega de repartição que falava sobre as fezes de sua avó. Fui salva !