Estopa, mas pode me chamar de Mutley

Ele é um fofo, super educado, carinhoso, mimoso, feliz e, mesmo assim estava na rua. Se foi abandonado ou fugiu, não temos como saber. O fato é que, graças a Deus, esta belezinha de poodle hoje vive aqui em casa, comigo e com o Well. Uma benção. Como foi o processo de adoção? Super simples. 

O Wellington sempre quis um cachorro, mas eu estava muito reticente, reclamando da minha alergia e blá, blá, blá. Mas achei que eu deveria deixar minhas frescuras de lado e entrei de cabeça no projeto de adoção de um cachorrinho. Well sempre foi contra à compra de bichinhos, o que faz todo o sentido. Afinal, por que comprar por um animalzinho se tantos estão nas ruas precisando de amor? Com esse sentimento, iniciei minhas buscas e encontrei um site muito bacana chamado “Amigo não se compra”. Lá é possível encontrar cães e gatos que foram resgatados das ruas ou que estão para adoção pelos mais variados motivos.

É possível escolher a raça e o porte do animal, além de fazer buscas por todas as cidades do Brasil. E assim, iniciei minha busca. Para minha surpresa, logo de cara me apaixonei por um cachorrinho, sim, este da foto aí de baixo.

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Entrei logo em contato com a pessoa que o resgatou da rua, conversamos bastante, ela quis se certificar que eu não abandonaria o bichinho, que poderia cuidar dele com amor e carinho e, logo em seguida, marcamos um dia para que eu buscasse o fofucho. Na época, ela colocou nele o nome de Estopa, mas achávamos que ele tinha mais cara de Mutley e o rebatizamos. Claro que só mudamos o nome dele porque, na prática, nem ele sabia o nome dele. A menina que o resgatou na rua o batizou assim, mas ficou com ele menos de uma semana. Por isso, e apenas por isso, tivemos coragem de mudar o nome do bichinho.

Assim que o encontramos … nos apaixonamos. Ele ficou quietinho no carro, deitado no colo do Well. O levamos para um PetShop e demos um bom banho nele. Depois, o levamos ao veterinário. Ele veio com alguns probleminhas de pele e diarréia, o que é normal para um cachorro que ficou na rua, tomou banho de chuva e comeu sabe-se lá o que né. E o veterinário foi um fofo, abraçou a causa e também se apaixonou por Mutley.

Na verdade, esse pequeno tem um olhar que cativa mesmo, uma carinha de pidão impressionante. E ele é educado !!! Adora passear de coleira, sempre gostou, desde o primeiro momento conosco, só faz cocô na rua e, em casa, faz o xixi na fraldinha. Infelizmente ele não come ração, mas continuamos tentando. 

Outra característica incrível dele é a noção de propriedade. Ele sabe exatamente o que é dele, onde fica cada coisa e quem pode tocar nas coisinhas dele. O cara é muito inteligente e super recomendo a experiência da adoção para quem, de fato, tem vontade de ter um animal e muito amor para dar. E paciência, claro. Digo isso porque o Mutley tem alguns traumas. Não sabemos se ele apanhou na rua ou na casa anterior, mas ele tem pavor de barulho de tapa, não é muito sociável com outros cachorros, demonstra medo mesmo, e não gosta que a gente o cubra com algum paninho. Parece que ele tem medo. 

Se faria tudo de novo? Claro. Foi uma das melhores coisas que já fiz na vida. Mutley é nosso xodó e o membro mais querido dessa família. O amamos muito. Veja se não temos razão:

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Quem quiser conhecer o site onde o encontramos, basta clicar aqui.

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