Sobre vitaminas

vitaminasOutro texto bem interessante que li hoje é este:

Quais vitaminas ingerir, quais ignorar e como saber a diferença entre elas

Sim! Temos que nos preocupar com as vitaminas que ingerimos ou, pior, nas que deixamos de ingerir. Mês passado fiz um exame e descobri que estou com carência de vitamina D. Olha que merda. Já estou tomando a vitamina e muito sol e, em breve, tudo estará bem. Mas, infelizmente muita gente não faz esse tipo de exame e sai por aí tomando qualquer complexo vitamínico que encontra em promoção na farmácia. NÃO PODE, MEU POVO. Vitamina é coisa séria. Temos que prestar mais atenção e redobrar os cuidados com os nossos corpos, perceber os sinais que ele nos dá, atenção máxima. Sempre.

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Bora casar e ser feliz, meu povo

Então, o Escritório Nacional de Pesquisas Econômicas dos EUA publicou um novo estudo e concluiu que os casados são mais felizes que os solteiros. Dessa vez, o estudo incluiu em seus cálculos os níveis de felicidade das pessoas antes do casamento para atestar o poder do matrimônio de trazer bem-estar, ainda que hoje menos pessoas estejam se casando. Vou levantar a plaquinha e dizer: eu já sabia! Talvez seja por isso que eu já esteja no meu terceiro casamento (espero que seja o último). Então, se você é daqueles que tem dúvida ou mesmo medo de casar, pega esse estudo, leia de cabo a rabo e vá casar e ser feliz.

Tem matéria sobre o estudo na Folha de SP

Segundo a reportagem o estudo mostrou que as pessoas que enxergam seu cônjuge ou parceiro como seu melhor amigo obtêm o dobro de satisfação de vida com o casamento que as outras. O efeito independe do status legal de casado: ele é igualmente forte no caso de pessoas que vivem juntas sem serem oficialmente casadas. Amém rs

Vamos ajudar?

cadeiraEntão, eu sempre li sobre as tais vaquinhas virtuais para esta ou aquela causa, mas nunca me interessei de verdade, nunca contribui. Eis que, semana passada, uma destas ‘vakinhas’ chamou minha atenção. É para a compra de uma cadeira de rodas para a Priscila, de 31 anos, que ficou tetraplégica há pouco mais de quatro anos. Ela tem dois filhos e quer se deslocar com mais liberdade, sem que precise de alguém para empurrá-la. Justo, não? Pois bem, não consegui ler a história dela e nada fazer. Dei minha singela contribuição e, agora, peço que você faça o mesmo.

Quem quiser ler a história toda e, principalmente, ajudar precisa clicar AQUI vamos doar!!!

Oew, manda ae meu pudim de chocolate

O G1 publicou uma matéria sobre a reivindicação dos presos que estão na carceragem anexa à delegacia de Imbituva, na região central do Paraná. Eles fizeram um motim que durou quase 20 horas e, vejam bem, exigiram uma série de coisas para acabarem com a palhaçada. Na lista entregue à polícia, os detentos exigiram pudim de chocolate, leite, salsicha, pães, coxa e sobrecoxa, banana, manga, tomate, extrato de tomate, feijão, alho, doces de uva e abóbora, além de bolachas. Ou seja, eles são presos, mas não são bobos. Bobos somos nós que ralamos dia e noite para comprarmos nossas bolachinhas de chocolate e ainda somos taxados pela compra. Ponto para os presos!

OBS: Antes de ser acusada de preconceituosa fica aqui uma observação: acredito sim que todos, inclusive os presos, devem ter uma vida digna. Mas não acho certo que eles recebam até pudim de chocolate. Na boa, tem criança em escola que mal tem banheiro. Duvida? Leia aqui, aqui e aqui.

Enxugou 5 quilos.. sei. Pega lá a toalha, Cláudia

toalhaTodos os dias uma grande portal publica a mesma matéria, mas sempre com um personagem diferente. Estou falando sobre a matéria ” XXXX enxugou 5 quilos”. Isso mesmo, eles usam o verbo enxugar, como se fosse fácil se livrar das gordurinhas extras com uma bela toalha felpuda. E o xxxx sempre muda. A cada dia uma mulher mais magra posta uma receita de sucesso para perder os quilos que elas nunca tiveram. Mas, enfim vamos voltar ao meu ponto.

Não sei quanto a vocês, mas eu não consigo enxugar minhas gordurinhas com a toalha. Tenho até transpirado bastante na academia, mas nada que me faça perder 5 quilos assim, com uma toalhada. Sim, eu sei que é um modo de dizer, mas acho um modo meio que deselegante para com as outras pessoas. Então, para celebrar a enxugada de quilos, decidi postar aqui um link de um vídeo bem interessante e bem editado (e engordativo) com uma receita de cheesecake. Isso mesmo! Faça a receita, coma e depois corra para a toalha felpuda mais próxima. Garanto que você não vai ganhar um grama sequer.

http://gshow.globo.com/programas/webseries/dulce-delight/dulce-delight-no-ar.html

Sobre viagens…

…. hoje um blog no Estadão publicou estudo do Booking.com. O site concluiu que as mulheres que viajam sozinhas são mais autoconfiantes. Daí ei pergunto: precisa de pesquisa para isso? E diria mais: os homens que viajam sozinhos também são mais autoconfiantes, ora bolas.  Sinceramente, este é o tipo de pesquisa que não leva ninguém a lugar nenhum. Next! Quero uma pesquisa de verdade agora rs

How I Met Your Mother

HIMYM

Sim. Hoje estou com vontade de falar de coisas fúteis. Vamos falar de séries. Ainda não me recuperei do fim de Dexter. Não adianta, não consigo superar. Foi apego desde o primeiro episódio. Mas, enquanto não começam as novas temporadas de House of Cards e Orange is the new black, Wellington e eu temos buscado algumas outras séries. Descobrimos uma bem bobinha, mas fofa: How I Met Your Mother. Não é um clássico, eu sei, mas até que é divertida.

Para que não viu, diria que é quase uma cópia de Friends. A série conta a história de Ted em busca de seu amor perfeito. No meio do caminho, vamos conhecendo as histórias dos amigos mais próximos. É possível dar umas risadas, já que acabamos nos identificando com uma ou outra cena. Se, assim como eu, você também está aguardando o início das boas séries, recomendo esta.

Também vi alguns episódios de Scandal, mas o Wellington não curtiu muito.

por que?

Eu, definitivamente, preciso entender os motivos que me levam a ler/fazer coisas que me deixam pra baixo. Que merda de sadomasoquismo é esse? qual a necessidade? será que precisarei voltar pra terapia para entender isso? É assim com todo mundo? Será aquela velha história de que, quando está tudo bem com a gente, procuramos algo pra nos puxar pra baixo. É a merda do medo da felicidade? Porra, eu mereço ser feliz. Eu sou feliz. Eu sei disso.

Sim, claro que eu poderia ser muito mais feliz. Todo mundo pode ser mais feliz. Sempre temos algo na nossa vida que pode melhorar. Mas, no geral, to bem feliz com minha casa, marido, emprego, cidade e, acredite, até com o meu cabelo rs.

Por que então, volta e meia, procuro algo que me deixa pra baixo? Que merda. Espero não fazer mais isso. Vou me policiar.

No fundo do poço…

“Você ainda não foi descartada”

“Não te amo mais”

“Estou apaixonada por outra pessoa”

“Seu trabalho está um lixo”

“Seu cabelo está horrível, ressecado, com corte feio. Uma merda”

“Você engordou?”

Pois é, algumas coisas são bem ruins de se ouvir. Mas outras, meus caros amigos leitores, são bem piores. Pensem bem. Se você já ouviu algumas das frases acima ou similares, deve ficar bem satisfeito por não ter ouvido:

“É câncer”

“Você tem dois meses de vida”

“Você será executado no próximo sábado”

“Você perdeu tudo o que tinha”

Como se vê, sempre pode ficar pior. Portanto, vamos agradecer pelas pedras no caminho do dia de hoje, de ontem e de amanhã. Que a gente possa sempre superar os desafios pelo caminho com dignidade. É como uma amiga sempre diz: “No fundo do poço tem um alçapão”

Sem ressentimentos

Sem ressentimentos. Foi assim, com esta simples frase que uma pessoa do meu passado veio a definir como estaria nossa relação hoje. Como não estou disposta a causar polêmica com ninguém, respondi ‘Claro’. Mas que fique entendido: aind, não cheguei á etapa do ‘sem ressentimento’. Nossa, como me arrependo de algumas coisas e como fico puta com isso. Claro que estou ressentida, magoada e um tanto de outras coisas com esta pessoa. Mas, na boa, vida que segue né. Mais uma ou menos uma pessoa a me sacanear não vai fazer muita diferença. Até porque, de boa, cheguei à conclusão de que minha vida é um apanhado de escolhas erradas. De amizades erradas. De dedicação a projetos que não levam a lugar algum. Um grande emaranhado de decisões equivocadas. A única certeza que tenho é a de que o passado ficou no passado e, apesar destes pequenos ressentimentos da vida, vou tocando.

Sim, eu sei que viver com esta sensação é ruim, péssimo, uma merda. Mas não tenho ou não conheço nenhum botão de reset no meu corpo. Ainda não consigo esquecer algumas coisas. Superar sim, mas esquecer… não dá pra esquecer quem te sacaneou, te passou pra trás, de iludiu e tal. Não gasto também um minuto do meu dia me lamentando ou pensando nestas pessoas. Só venho a lembrar mesmo dessas situações quando os causadores delas, como foi o caso de uma conversa recente que tive com uma dessas pessoas no Facebook, vem me lembrar. Não fosse isso, porra, foda-se. Eu não estaria nem aí. Fico puta mesmo é com a cara de pau alheia de sacramentar que está tudo bem, sem ressentimento algum. E isso sem, ao menos, perguntar se estou de acordo.

Até porque, a meu ver, estas situações deveriam ser acordadas com as pessoas. Para que eu fique de bem com uma pessoa é preciso que ela queira ficar de bem comigo. Não? Sei lá, a mim parece que funciona assim. Não acho que há acertos deste tipo de uma única via. Quem diz que o faz está, na verdade, querendo limpar sua própria barra, sua consciência. Só posso achar que alguma situação está superada se as partes envolvidas sabem disso, se elas conversam, se acertam, perdoam possíveis falhas. Afinal todos nós estamos sujeitos a erros. Muitos deles. Não acho certo, por exemplo, que eu, mentalmente, diga que está tudo bem com determinada pessoa e viva feliz com isso. Sabe-se lá se a outra pessoa está na merda?

Eu já fui sacaneada e, mesmo sem querer, sacaneei pessoas. A vida é assim mesmo. Acontece comigo e com você. Com todos nós. Uma hora somos pedra. Na outra, vidraça. Por isso mesmo acho que, quando apenas uma pessoa diz que superou, o que até pode ser verdade, significa que ela entendeu, deixou pra lá, viu que não tem importância e que aquilo não faz mais sentido em sua vida. Mas a gente nunca sabe se a outra parte sente da mesma forma. É difícil saber. É uma relação delicada.

No entanto, em nome da paz mundial, a gente (entenda-se por mim) acaba acordando com estas frases do ‘sem ressentimento’. Até porque sabe que não vale a pena o diálogo com determinadas pessoas. Não vale a saliva. O melhor é deixar mesmo no passado. Bem, falo por mim, claro. Não tenho mais idade ou disposição para tal. Apenas limo da minha vida aquilo que não mais me interessa. Não me serve? Fora. Me traiu? Fora. Me sacaneou? Fora…  E isso serve para pessoas, sentimentos, trabalho, coisas em geral. Um benefício dos meus 37 anos. Amém.

Voltar a escrever…

….esta semana recebi um pedido inusitado. Não pelo pedido em si, como já irei explicar, mas pela fonte emissora. Eis que, do nada, eu lá quase dormindo, deitada e tal, meu marido vira e fala: Você devia voltar a escrever no seu blog.

Oi?, perguntei. Quis logo saber o motivo de tal pedido que, pra mim é super estranho (já conto o motivo). E ele apenas disse: Porque te faz bem.

E é verdade. Escrever me faz bem. O único problema é que ando com uma preguiça danada pra escrever. Por que achei estranho o pedido dele? Ora bolas, porque meu blog sempre foi motivo de discórdia dos meus relacionamentos. Em 2001 cheguei a fechar um blog que tinha a pedido de um ex. Sério, minhas ideias não são bem aceitas por todo mundo e, acreditem, chegou a incomodar alguns dos meus ex. Besteira deles, claro. Afinal, quem não quer ler, não precisa vir até aqui. Correto?

Aliás, esta semana duas jornalistas fizeram texto muito equivocados, na minha modesta opinião. Uma delas, a Hilde, chegou a apagar o post. Não vou ficar aqui reproduzindo as sugestões bizarras e os comentários que esta senhora fez. Ao menos ela estava escrevendo em seu próprio blog. Pior, a meu ver, foi o caso da outra jornalista, uma que nunca vi mais gorda, e que escreve para O Globo. Aí é de matar. A pessoa trabalha para uma empresa que acabou de fazer um enorme passaralho, demitiu mais de 100 pessoas. Como se vê, o bom senso ficou de fora nesta seleção de pessoal.

Gente muito boa e qualificada foi mandada pra casa e a camarada preconceituosa, que, depois tentou dizer que estava usando humor cáustico, ficou no jornal. Sinceramente, tem coisas nessa vida que não dá para entender…

Feliz 2015!

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O post não está atrasado. Afinal, o ano está apenas começando. Hoje voltamos à rotina, ao trabalho, ao trânsito nosso de cada dia. E é muito bom poder recomeçar, reviver as coisas com o peito cheio de esperanças. Porque, afinal, é isso que o ano novo significa: esperança.

Acreditamos que agora, finalmente, vamos tirar aquelas promessas e projetos da gaveta, vamos fazer acontecer: vamos ser mais felizes, viajar mais, comprar mais coisas, curtir a vida, emagrecer, ler 39870 mil livros… na verdade, pouco importa o que eu ou você prometemos.O importante é que estamos revigorados, cheios de fé e renovados nas nossas crenças.

Que eu, você e todo mundo consigamos realizar nossos desejos, Que a gente possa alcançar a plena felicidade. Feliz 2015!!!!