Bela entrevista: Ivan Izquierdo

O Globo publica hoje uma bela entrevista com o médico e cientista Ivan Izquierdo a respeito das memórias. A íntegra da entrevista pode ser lida aqui. De todos os trechos, o que mais chamou a minha atenção foi o seguinte:

As memórias e as emoções andam juntas?

Completamente. Emoções intensas fazem lembrar melhor. Todo mundo sabe exatamente com quem estava e a que horas quando Ayrton Senna morreu. Ninguém sabe o que fazia no dia anterior. Emoções intensas estimulam um neurônio muito próximo das estruturas que fazem a memória. Em meio a vários processos, os dois estabelecem uma relação. Nunca vou esquecer de onde estava na hora que mataram o presidente Kennedy. Estava indo comprar cigarro na tabacaria de um hotel e o rádio anunciou. Eu posso lembrar exatamente da expressão facial de três mulheres que estavam lá.

Mas também peguei apego pelas perguntas a seguir:

A memória difere com o gênero? Homens esquecem aniversários de casamento…

Não. Com a cultura que rodeia o gênero. A mulher é educada para ser mãe, ter um um lar. O homem criado para ser um malandrão. Então ele prefere não se lembrar do dia que lhe amarraram as mãos. Vai lembrar do dia anterior, em que ainda era livre.

A grande oferta e pouca profundidade na internet influencia a forma como guardamos as informações?

Na verdade ajuda. Chegou-se a pensar que o uso excessivo da internet atrapalharia a memória, nos tornaria pouco interessados. Mas estimula porque podemos lembrar de muito mais itens, já que temos acesso a mais coisas.
Fantástico, não? Impossível discordar do médico. Assim como ele, eu também lembro exatamente o que estava fazendo no dia da morte do Senna ou mesmo na posse do Obama. Lembro de coisas mais pessoais, claro, como o que fazia e até mesmo pensava minutos antes da morte do meu pai ou da minha avó Yolanda. Também sei onde estava, com quem e o que fazia quando soube da morte do meu avô Guilherme.

E, como esquecer, o diálogo que tive com cada um dos meus ex? Impossível. Também lembro da emoção que senti nos 15 anos da minha irmã Danieli e que havia uma enorme torcida para o meu primeiro beijo na boca. Sim, eu tinha 12 anos e havia uma platéia de adolescentes de 15, todos na torcida, vibrando. Como esquecer? Não dá mesmo. As minhas memórias estão de mãos dadas com as minhas emoções. Lembro até que minha roupa estava um lixo quando minha sobrinha nasceu, mas fui correndo para a maternidade sem pestanejar. São muitos momentos, uns tristes e outros muito alegres. Todos inesquecíveis. Amém.

Achei interessante a observação dele sobre a oferta de informação na internet. Esta é uma dúvida que sempre tenho: estou absorvendo tudo o que leio? A impressão que tenho é a de que não consigo, mas, garante o médico, a internet está nos ajudando e estimulando. Vamos observar rs.

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A vida está de parabéns!

Olha, tenho quase 38 anos e preciso tirar o chapéu para a vida. De verdade, está de parabéns. A vida está sempre me pregando peças. A cada novo dia, uma surpresa, uma novidade. Nem sempre são boas, que fique registrado. Mas, ok, faz parte. Espero um dia aprender a lidar melhor com algumas situações. Que Deus possa me dar um balde de paciência todos os dias ao sair da cama. Sim, eu sei que Ele tem coisas mais importantes com o que se preocupar, mas não custa registrar o apelo.

Como terminar um relacionamento?

É possível terminar um relacionamento sem ferir a outra pessoa ou ferir a si próprio? Sinceramente, não sei. talvez quando as duas partes estiverem de acordo. Mas, vejam, bem, até nestes casos, se as partes estão de acordo significa que elas já estão em um nível de tamanho desgaste, mas tamanho desgaste, que já não vale a pena tentar mais nada. Nestes casos, acredito, o sofrimento chegou antecipado e dividido em algumas parcelas nem tão suaves assim.

Sei lá, quando a gente ama alguém, se entrega, faz planos, sonha e tal, acredito que fica um vazio quando a relação acaba. E isso, claro, serve para quem está colocando o ponto final ou sendo chutado. Já estive dos dois lados e foi uma merda nas duas vezes. Claro que, quando a gente toma o pé na bunda, sem esperar qualquer ação neste sentido, a gente fica mais frágil, quer entender o que aconteceu e, na maioria das vezes, guarda uma mágoa.

Por isso, caros amigos, pergunto: como terminar um relacionamento? Sinceramente, não sei como fazer isso de forma correta. Melhor, de forma menos dolorosa para todos os envolvidos. Talvez porque a gente passe a vida acreditando que tudo o que chega ao fim é triste. Lamentamos quando um bom filme ou livro acaba. Lamentamos quando uma viagem muito sensacional acaba. Lamentamos quando acabamos de comer alguma sobremesa gostosa. Passamos a vida lamentando, sofrendo por pequenas coisas. Por que haveríamos, então, de aceitar com prazer o fim de um relacionamento? Acho que não dá mesmo para acabar de boa, sem mágoas, sem ressentimentos.

O tempo, como já disse inúmeras vezes, acaba cuidando das feridas e, quando a gente menos percebe, perde a casquinha do machucado e tá pronto pra outra ferida. É o ciclo da vida. Nascer, crescer, amar, sofrer, amar de novo e, então, morrer.

Criança voadora

Hoje eu tive um sonho louco. OK, praticamente todos os sonhos são loucos, mas este foi especial. Tem todo um contexto, que não vou citar aqui, o que importa é: eu estava trabalhando, na rua, como repórter e, do nada, no meio de uma ventania, um bebê voador caiu em meus braços. Isso mesmo, era uma ventania muito forte e um bebê estava voando, sendo arrastado pelo vento e chegou em meus braços. Doido, não?

Daí, claro, eu decidia adotar a criança. Afinal, a cegonha, Zeus, Deus ou o vento havia me enviado aquele bebê. E foi isso. Fim. Eu adotei a criança voadora. O que isso significa??

índios querem colocar fogo nas torres de transmissão. WTF

Então é isso, índios querem colocar fogo nas torres de transmissão que ligam Itaipu a SP. MEO DEOS, era só o que faltava. Vejam aqui. Agora, me expliquem, por que os índios reivindicam projetos sociais e a liberação de R$ 7 milhões para a comunidade indígena? Eles não são índios? Não deveriam viver como índios? Sei lá, posso ser atrasada e tal, mas não entendo. Pra mim, índio devia ficar no seu canto, na sua terra, vivendo na sua cultura. Se quiser celular, internet, televisão e geladeira, ok, sem nenhum problema, mas saia da aldeia, amigo. Se junte à cidade ou, ok, viva no campo, mas saia da aldeia. Apenas acho que não combina.

Daí, ok, eles querem ficar na aldeia, querem a grana do governo (mas não pagam impostos) e ainda querem que eu fique sem luz? Sorry, assim fica difícil defender estes índios.

INDIOS-PROTESTO-ortigueira

Saiam do armário, please

leo

Ontem, no cabeleireiro, o papo rendeu. Sempre rende né, sobretudo quando se fala de putaria. Entre uma tintura e outra, ele corria para o celular e, claro, toda bicha que se preze tem a língua maior que a boca (Adoroooo). E acabamos conversando sobre a vida amorosa dele. O cara está frenético e saindo com vários gatinhos que ele conheceu através de apps de relacionamentos com tinder e scruff. O nível dos caras realmente é bom, vi algumas fotos (até peladinhos).

O que me deixou tristinha foi perceber vários caras que se dizem heteros, inclusive um que mora perto lá de casa, mas que adoram uma rola. Isso mesmo, não é novidade para mim porque outros amigos gays já me contaram de casos com homens que são casados ou têm namoradas, mas a quantidade de homens nesta condição e que saem com este cabelereiro é que me deixou impressionada. São muitos. Muitos mesmo. O que tem de errado nisso? Bem, a meu ver, nada. Desde que o homem em questão tenha deixado claro para a esposa/namorada que ele curte comer ou ser comido por uns homens de vez em quando. Se a mulher topar, ótimo. Não é pra mim, confesso. Ficaria bem puta e decepcionada se descobrisse algo do gênero.

E não é puritanismo. Apenas acho que o acordado não sai caro. Meu primeiro namorado hoje é gay, é meu amigo e estou OK com isso. Também não poderia ser diferente. Éramos adolescentes, super novos, e acho válido ele ter reconsiderado suas escolhas ao sair da adolescência (se bem que acho que não é uma escolha, mas, enfim, escrevi assim para o rápido entendimento, depois conversamos a respeito). Hoje ele é casado com um cara muito bacana e tal. Há uns anos eles me deram uma carona e conversamos um pouco. Fiquei bem feliz por ele. Como podem perceber, ok, o fato de o cara se tornar/ser gay não é um problema. Só acho sacanagem quando a pessoa leva uma vida dupla, escondida. Aí é foda.

Outra vez, visitando outro amigo gay, o encontrei todo feliz em casa. Ele mora perto da praia e estava radiante. Um carinha gato, sarado, típico menino do Rio de Janeiro, tinha acabado de fazer um boquete nele antes de ir pedalando para a praia. O detalhe? O cara saiu de lá, deu uma lavada na boca e foi encontrar a namorada. A pobre nada sabia e estava esperando o cara na praia, toda gata, magrinha, de biquini (vi uma foto dela no Facebook do cara). Uma puta sacanagem. Se ela soubesse, ok, nenhum problema. Mas pra que mentir? (ela nem imagina, meu amigo me confidenciou).

Entendo que sair do armário não é tarefa das mais fáceis, sobretudo para quem tem família conservadora, mas mentir assim para uma mulher, que nada tem a ver com a história, é uma falta de respeito e uma falha no caráter absurda.

De boa, façam como o Léo Aquila e o noivo dele. Os dois são homens, com paus, têm filhos e tá todo mundo feliz.Vão casar na Igreja e isso é maravilhoso. Todos sabem, se conhecem e tal. Não há porque ser um problema. A sociedade mudou, o que importa é a felicidade de cada um. Quer dar o cu? Dá. Quer chupar uma piroca? Chupa. Quer fazer suruba? Faça. Quer trocar de sexo? Troque. Quer sair com alguém do mesmo sexo? Saia. Tá tudo permitido, desde que todos estejam de acordo. Não vale mentir, até porque a primeira mentira sempre contamos para nós mesmos.

O cara que é casado ou tem namorada e esconde que sente tesão por outro homem está, em primeiro lugar, mentindo para si mesmo. E isso é triste. Vamos ser verdadeiros. Vamos assumir nossas vontades, nossos desejos. E, claro, sem magoar ninguém. Ah, mas eu tenho uma namorada e só agora descobri que curto pica. Porra, larga a menina. Vai ser feliz chupando sua rola em paz ou arrume uma mulher que tope sua situação bissexual e não se importe. Tem gente que topa, que curte, que aceita. Mas viva a verdade. Não se magoe, não esconda seus desejos. Não seja dissimulado. A vida é curta para fazer cu doce.

Repaginada

Decidi dar uma repaginada e, para variar, ataquei meus cabelos. Mudei a cor. Dessa vez, em mais uma tentativa de tirar o ruivo, o cabelereiro pintou de castanho (cor original). Bem, isso foi o que ele disse. Na verdade, meu cabelo está mais negro que a tela do meu celular. Reza a lenda que, com o tempo, meu cabelo voltará a sua cor natural. A conferir.

Mas o que isso tem de relevante para você, caro leitor? Nada. Registro aqui apenas para motivar você a levantar a bunda dessa cadeira e mudar algo que, de fato,  possa estar te incomodando. Há algum tempo estou revolts com meu cabelo e, finalmente, parece que encontrei alguém capaz de dar um jeito nele. Além da cor, ele passou alguma parada não identificada, que deixou meus fios bem sedosos. Sabe como é né, com a idade até nosso cabelo envelhece e perde aquele brilho natural. Coisas da vida. Mas, enfim, a mensagem é: vá em busca da sua felicidade.

Vale mudar o cabelo, emagrecer, engordar, fazer um curso de culinária (um sonho), comprar um abajur cor de carne, qualquer coisa. O importante é realizar o que se tem vontade e, claro, sem se importar com a opinião alheia.

No dia da minha morte…

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A avó de uma amiga está internada, no CTI, e a família já foi avisada que não há nada mais a ser feito. Triste, eu sei, mas esta amiga está bem consciente de que a avó viveu plenamente tudo o que podia, foi feliz, criou uma família linda e, enfim, está pronta para partir. Belo, não?

Sim, há beleza na morte. Há beleza em olhar a vida de uma pessoa e pensar que ela já pode morrer, que foi feliz e realizada. Claro que, de fato, nunca vamos saber se a pessoa foi mesmo tão feliz ou realizada assim. Até porque as pessoas mentem. E mentem não só para a sociedade, mas, inclusive, para si mesmas.

Com medo de mudanças, com medo de encarar a realidade, é muito comum que a gente, e estou 100% incluída, acabe dando uma esquecida em algumas coisas que não estão lá muito boas nas nossas vidas ou, o que talvez seja mais recorrente, a gente faz de conta que está sempre tudo bem, que sempre tomamos as melhores decisões e tal.

Como não tenho motivos para esconder nada, assumo que tenho sim uma meia dúzia de coisas que me arrependo. Se as faria de forma diferente? Claro. Só repete os mesmos erros quem é burro. Se pudesse, não teria feito algumas coisas estúpidas, teria conduzido algumas situações de outra forma e tal.

Esta seria minha fórmula do sucesso ou felicidade? Claro que não. Certamente tenho clareza de que tal fórmula não existe e que todas estas microcagadas na minha vida acabaram por formar meu caráter e, pode acreditar, gosto de quem sou.

Então, diante de toda esta explanação, fica o registro de que, daqui a uns 70 anos, quando for morrer (super otimista), gostaria que minha família pudesse dizer o mesmo que minha amiga diz sobre a avó: que descanse em paz, minha avó fez tudo o que quis na vida e foi feliz. Acho que, neste momento, sem dúvida, estarei realizada.

Sobre as biografias não autorizadas…

O assunto pipocou nas últimas semanas. Finalmente, depois de longa disputa, o Supremo Tribunal Federal decidiu liberar. Entre os argumentos, o clássico “o controle prévio das biografias e a filtragem de documentos, de depoimentos, de informações pelo biografado ou pela sua família comprometem a liberdade de informação e a busca pela verdade”. Sou favorável, claro. Tem mesmo que liberar. Não faz sentido voltar ao tempo da censura.

Mas, o que me chamou a atenção e me motivou a escrever este post, foi ter lido estes dias parte da minha vida, da minha história, contada por outra pessoa. Foi tão estranho. Tão diferente da forma como eu contaria. Claro que a pessoa contou do modo torto dela, super romantizado, cheio de mentiras. Fazer o que? Nada.

Eu li Eu ri. Eu fiquei com pena da pessoa que não tem coragem de contar a verdade. No fundo cada um de nós sempre sabe o que faz de bom ou de mau para o outro. Por mais que a gente tente dourar umas pílulas, a gente sabe das cagadas que faz e sabe, inclusive, que estamos aí, na vida, à disposição para ser vítimas das cagadas alheias.

Sim, a gente acha que controla a nossa vida, as coisas ao nosso redor e tal, mas, no fundo, a gente mal controla a hora de dar uma cagadinha. Dito isso, vale a reflexão: se nem nosso intestino, que está dentro de nós, que faz parte de nós, a gente consegue controlar, a gente acha mesmo que vai controlar o que os outros fazem ou falam a nosso respeito?  Impossível. Então, vida que segue. Cada um com sua verdade ou, no caso de algumas pessoas, cada um com a sua mentira.

Insatisfações mil e virada no jiraya

jiraya

Olha, o negócio não está fácil. O que tenho de amigas de saco cheio da vida, cansadas do trabalho, do marido, do chefe, do trânsito, dos filhos e, acreditem, até do Tinder … Nem o app de paquera ficou de fora. Aliás, super entendo. Essa semana, uma das minhas amigas recebeu por whats app a foto de uma piroca horrorosa de um cara que ela conheceu no app. Como assim? Pois é, o cara achou que seria uma forma interessante de dar bom dia. Doido né. Se ainda fosse uma piroca bonita… Realmente, tem homem que não tem noção do ridículo.

… Pois bem, retornando ao tema central. A situação tá escrota e algumas amigas pensam até mesmo em se mudar pro Canadá, Austrália ou qualquer lugar bem longe. Uma delas, pra falar a verdade, já foi pra Suiça. largou tudo e foi com o passaporte e a coragem. Fez certo. É muita desilusão meu povo, e eu, que to virada no jiraya por causa do gordo japa que ronca no ônibus, só posso dar razão a estas amigas. Como discordar?

Quem tem uma saída melhor para tudo o que estamos vivendo? Não dá nem vontade de ler notícias. Atualmente, confesso, prefiro ler sites de humor e notícias bizarras, daquelas bem doidas mesmo, do que as primeiras páginas de qualquer jornal de grande circulação. É muita selvageria, muito roubo, muita sacanagem não consentida. Me sinto estuprada, vítima mesmo desta violência.

Todo mundo neste país acha que pode tudo, que vale tudo, que nunca dá em nada. Bem, Parece que o Sérgio Moro e alguns amigos dele não pensam assim. Tomara. Quero muito voltar a acreditar em dias melhores e pensar que o filho, que ainda não tenho, viverá em um país mais justo, igualitário, sem tanta poluição, sem lixo nas ruas e cercado de gentilezas.

Já pode ir pra casa?

O dia mal começou, eu sei, mas to com péssimo humor. Se pudesse, voltaria para casa agora mesmo. Além da TPM, outro fator escroto acabou com o meu dia. Há mais de uma semana um homem senta ao meu lado no fretado. Até aí, ok, o problema é que ele ronca. E ronca bastante, o tempo todo. Dei várias cutucadas, mas não adiantou. Se já pedi para mudar de lugar? Claro, várias vezes. O motorista diz que não há outro lugar (o que é mentira).  A solução vai ser mudar de ônibus. Simplesmente não mereço. Hoje foi escroto. Quem é o cara? O da foto abaixo.

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Apenas parem, tá feio demais

tanga

Apenas parem, caros estilistas. Está ficando feio demais. Ok, vai aparecer alguém com o discurso de que a moda das passarelas não é a mesma das ruas e blá, blá, blá. To nem aí, simplesmente achei uó estes modelitos verão 2016 apresentados em Milão pela estilista inglesa Vivienne Westwood. Se meu marido aparece com uma tanga desta e uma camisa cortada pela metade, na boa, separo na hora.

Cansei de ver desfiles bizarros e observar a mídia, e até alguns amigos, aplaudindo como se fosse a melhor coisa do mundo. Se eu criasse algo assim, seria avacalhada. Deve existir um limite para tamanha criatividade. É uma roupa mais feia que a outra. Curti não. Beijo, tchau.

Apenas observando…

…. de longe, pelos jornais, a reviravolta que a prisão do chefão da Odebrecht causará na República. É muita sujeira. Cada vez que abro os jornais penso: ‘como pode?’. Por que as pessoas querem tanto dinheiro? Poder? Não há limite para algumas pessoas. Fico bem triste pelo Brasil e pelo povo que acredita, acorda cedo, trabalha, passa horas nos transportes públicos, caminha algumas dezenas de quilômetros… o povo não merece os governantes que têm.

Sim, eu sei, é o povo que escolhe seus governantes. Mas o povo não tem educação, estudo, cultura. Infelizmente, nosso povo mal sabe avaliar as ações dos políticos locais, quiçá os nacionais. Se isso me faz pensar em deixar o país? Claro que não. Adoro meu Brasil. Amo viajar, claro, faria uns cursos no exterior (tenho uma lista deles), mas nada que me impulsione ou motive a querer viver fora, construir minha vida em outro lugar.

Acredito que devemos ficar e lutar por um país mais justo, sem corrupção, limpo. Ainda acredito.

observando

Feliz retrospectiva

Screenshot_2015-06-22-08-45-36Mais uma semana. Uau, já estamos em 22 de junho de 2015. O tempo não para mesmo, como apregoava Cazuza. O mundo está corrido. A vida está corrida. Tudo muito louco. Acabei de voltar de uma viagem no tempo, isso mesmo, fui há uns 5 anos, revi grandes momentos, viagens, noitadas, abraços, amigos, lugares, situações, sorrisos (como o da foto aí de cima). Como? Apenas olhei todas as fotos que postei no meu instagram. Foram 1313 momentos inesquecíveis. Super recomendo esta viagem no tempo. Se você não tem instagram, não tem problema. Vale abrir aquela velha gaveta de fotografias. É muito bom revisitar bons momentos. Me sinto inspirada. Boa semana!

Como se vestir bem no trabalho? confira 10 dicas!

Num outro post comentei sobre a discussão que presenciei entre duas amigas a respeito do comprimento ideal da saia das mulheres na balada com o objetivo claro de pegar marido rico. Bem, não voltarei ao tema, mas gostaria de falar mais sobre a importância do vestuário na nossa vida.

Menosprezar o poder de uma roupa é burrice. É claro que as roupas passam mensagens desde dois mil anos antes de Cristo, provavelmente, e saber se vestir adequadamente ao local é pré-requisito. Por isso, caros amigos, vou dar umas dicas de moda. E, olha, não sou nenhuma especialista. Portanto, se você comete algumas destas gafes e, até eu to sacando,… melhor procurar a ajuda de um profissional. Vamos lá:

Dica 1: Em hipótese alguma use uma viseira no trabalho. E isso serve, inclusive, para quem trabalha na praia. Neste último caso seria melhor usar um boné mesmo para não queimar o couro cabeludo. Então, anote: NUNCA USAR VISEIRA NO TRABALHO. Daí você está lendo e pensando, ora bolas, isso não acontece. Acredite, caro amigo, isso é mais comum do que você imagina. Há uma senhora meio louca que trabalha em uma renomada petrolífera que, volta e meia, usa mão deste acessório e passa o dia trabalhando de viseira dentro do escritório. Ela é motivo de chacota, claro. Então, já sabe, nada de viseiras.

viseira

Dica 2: Não vá para o trabalho como se estivesse indo para a noitada ou para a academia. Sério. Há roupa para todo tipo de lugar. Não precisa usar aquele tênis escandaloso, último modelo, mega ultra power fluorescente. Coloca um tênis básico, um sapatinho preto. Ante aí que ninguém quer ver aquele seu umbigo com piercing. Fica feio, colega. Guarde ele dentro da roupa, coloque uma blusinha mais comportada, que cubra toda a barriga. Cropped no trabalho, só se você for modelo.

Dica 3: Camisas de futebol. Se você não é atleta ou não trabalha com atletas, vamos combinar: não há motivo para usar a camisa do seu time/seleção favorito. Fica feio e fede, já que a maioria das pessoas não compra a camisa oficial e fica com aquele fedor debaixo do suvaco. Aliás, se você trabalha no Rio ou em cidades do Norte/Nordeste, reforce sempre o desodorante.

futebol

Dica 4: Não se vista como uma prostituta. A não ser, claro, que este seja o seu trabalho. Não tenho qualquer preconceito com a profissão e acho mais do que ideal usar roupas provocantes neste nicho de negócio. Mas num escritório, … tudo bem colocar uma roupa mais sexy um dia ou outro, mas não dá pra ir trabalhada na sedução.

Dica 5: mantenha seus sapatos limpos. Esta dica é importante, acredite. Não importa o local do seu trabalho, você sempre precisa tentar manter os sapatos limpos. Ok, entendo que, para coveiros, esta regra fica mais complicada, mas vale a pena tentar, ao menos.

Dica 6: Essa é especialmente para as mulheres. Comprem soutiens do tamanho adequado. Sério, fica muito feito quando o peito é muito maior que o soutien ou o contrário. Esse é o tipo de coisa que não dá para esconder. Portanto, prestem atenção. Ah, vale a dica de manter o mesmo limpo, sobretudo se for branco, quando se usa camisetas.

soutien

Dica 7: Muito cuidado com as combinações de cores. Este é um detalhe que muita gente ignora, mas é mesmo muito irritante trabalhar ao lado de alguém que está usando uma camisa rosa fluorescente. Incomoda, sabe.

Dica 8: Brilhos devem ser evitados. A não ser, claro, que você trabalhe em uma boate.

Dica 9: Cuidado com casacos de pele, deixe-os em casa. Ah, mas e se for sintético? OK, pode ter casaco de pele sintética, mas precisa usar no trabalho? Você mora na Sibéria?

Dica 10: A última dica parece boba, mas também faz diferença. Cuide das suas meias. Tem gente, sobretudo homem, que vai trabalhar com uma meia de cada cor. Sério, já vi isso. Custa dar uma olhada básica antes de calçar?

meias

Enfim, estas são a dicas da tia Renata para não passar vergonha no trabalho.

A estupidez humana é como o Jamanta: não morre nunca!

saia curta

A estupidez humana é como o Jamanta, da novela Torre de Babel, e não morre nunca. Talvez só isso explique o diálogo que ouvi outro dia. Eram duas amigas minhas conversando sobre o tipo de roupa a usar na balada. Sim, eu poderia ter falado algo, mas achei mais interessante ficar ouvindo, apenas calada, como se não estivesse ali. Pois bem, segue parte do diálogo:

Amiga A: Fulana, da próxima vez, vê se vai de saia curta para o lugar xxxx. Se você continuar com aquela saia na altura do joelho ou de calça comprida, pode acreditar, você vai continuar solteira. Nenhum homem vai olhar para você.

Amiga B: Claro que não. Vou continuar usando minhas calças e saias mais longas. Se um homem não me quiser por isso, o azar é dele. Ele é quem vai estar sendo babaca e me perdendo.

Amiga A: Olha, pensa melhor. Dessa forma você nunca vai casar com um cara rico. Dica de amiga.

Amiga B: Mas eu não busco um cara rico. E não me visto para agradar os outros.

Baixa o pano.

Bem, o clima pesou e acabei mudando de assunto, mas, claro, que estou do lado da amiga B. Custo a acreditar que uma amiga, uma pessoa que teve oportunidades de estudar, que já viajou, já foi casada, enfrentou uma separação, que já viu muitas coisas na vida… realmente acredite que a altura da saia vai determinar seu sucesso numa noitada ou mesmo na vida pessoa. Isso é muito triste e pequeno. Chega a ser constrangedor, por mais que, para algumas pessoas esta tática tenha dado certo (pequeno registro: a amiga A anda praticamente pelada nas baladas e continua solteira).

Ainda espero pelo dia em que o tamanho das nossas saias não revele nada além que os nossos joelhos e que mulheres e homens sequer considerem conversar a respeito. Realmente espero que este dia chegue logo.

Sobre o dia dos namorados…

coraçõesSemana passada, sexta-feira para ser mais precisa, foi comemorado o Dia dos Namorados aqui no Brasil. Bem, como acontece todo ano, foi aquela correria nos shoppings, nas floriculturas e tal…e, claro, correria também entre os solteiros. Tenho muitas amigas que saíram pela noitada, desesperadas, em busca de uma boa noite de sexo. Por que a pressa?, pergunto. Vamos ser honestos, quem sai na noite do dia dos namorados em busca de amor eterno merece mesmo ganhar um tapa na cara da vida  e continuar com a cama vazia por  muitos anos.

Mas, voltando ao tema central, me pergunto: por que este dia mexe tanto com a gente? E mexe comigo também, assumo minha fraqueza. Olhando friamente tenho a clareza de que é mais um dia, uma besteira, uma simples data. Mas, não, o lado emocional fala mais alto, na verdade, BERRA, e exige que seja um dia especial.

Pois bem, Wellington e eu rodamos uns 40 minutos em busca de um restaurante sem filas. Patético, eu sei. Prometo tentar amadurecer e, no próximo ano, não pagar este mico novamente. O amor não merece isso. Aliás, o amor está na simplicidade das pequenas e tímidas coisas, no arroz quentinho feito com carinho, no abraço apertado. Definitivamente o amor não está nos presentes caros, nas declarações em público, nas falsas promessas.

Difícil separar o joio do trigo. Mas, como pessoas inteligentes, precisamos fazer um esforço. Então, fica aqui registrado que tentarei ser menos romântica, boba e infantil e lidarei melhor com o 12 de junho de 2016.

Cansei do Facebook. Minha vida é real demais.

Eu sei que dá raiva. Sim, dá muita raiva ver pessoas menos competentes que você tendo mais sucesso e dinheiro que você. Acontece. E acontece aqui e no mundo todo. Não, o universo não está conspirando contra você. Aliás, o que é você diante de todo o universo? Já parou para observar os astros? Já pensou em quantas galáxias existem? Já viu a quantidade de estrelas?

Somos poeira e ninguém está nem aí para você. Algo está errado em sua vida? Mude! Vamos parar de achar que somos o centro do mundo e que só o nosso problema é importante. Olhe ao redor. Não somos especiais. Não somos melhores ou piores. Somos apenas mais um no meio de uma multidão de egos, de quereres, de desejos.

Tenho visto muitas reclamações por aí de gente querida. Reclamações de todo o tipo: ganho pouco para o que faço, não tenho o corpo perfeito apesar de tantas horas na academia, não tenho muitos amigos, nem namorado e blá, blá, blá. Apenas pare. Sim, também comento este tipo de bizarrices. Volta e meia reclamo de algo, mas é apenas um rápido desabafo. Acredite, não me acho nem um pouco melhor ou pior que ninguém. Sei exatamente o valor que tenho no mundo. E, quer saber, o valor que tenho no mundo é exatamente o valor que me dou.

Vejo muita gente, o tempo todo, atrás de aprovação, de mais likes, de novos amigos virtuais. Gente inteligente até e que está desesperadamente em busca de audiência, de um ‘sucesso’ instantâneo. Por que é tão difícil para as pessoas viverem em suas ‘insignificâncias’? Por que ter uma vida tranquila, em uma casa simples, com poucos e bons amigos, uma profissão sem tanto glamour, mas satisfatória, e não estar na capa de revistas e homes de alguns portais é tão importante?

O que falta na vida destas pessoas? Por que elas buscam no externo, nos outros, naquilo que elas não podem controlar a razão de suas realizações? Não entendo. Na verdade, entendo, mas acho tão pobre. Pergunte-se: que buraco você quer tapar na sua vida com estes likes virtuais?

Não há nada de errado no anonimato. Pelo contrário. Me sinto tão livre e feliz andando por aí sem que ninguém me reconheça. É tão libertador poder tomar um porre sem que isso vá parar em um tabloide qualquer. Andar na rua, de madrugada, sem um destino sofisticado, poder viajar com qualquer roupa, daquelas feias, mas confortáveis. O que há de errado nisso? Vamos fazer reflexões sobre o que é importante de fato na nossa vida. Vamos sair da superficialidade do agora. Que tal? Topa o desafio?

Bem, eu fechei, mais uma vez, minha conta no Facebook. E motivos não faltaram para tanto. Aliás, algumas pessoas ainda se surpreendem quando digo que encerrei a conta. E daí eu devolvo a pergunta: o que estou ganhando tendo uma conta no Facebook? Amigos? De verdade, você acredita nisso? Não te dá uma pequena depressão ver um monte de gente postando vidas falsas? Bem, cansei de colecionar postagens de amigos que, nas fotos, estavam todos lindos e felizes, mas, na vida real, estavam super deprimidos, cansados, cheios de problemas. Me exibir para quem? Que curiosidade é esta em saber a vida alheia?

Continuo mantendo contato com os amigos, tenho grupos no Whats app, falo com amigas que estão em outras cidades e até países, me comunico com quem, de fato, se importa comigo, com gente que sabe quando estou gripada não porque viu uma foto de remédios na minha timeline, mas porque me telefonou e ouviu o som esquisito da minha voz rouca. É este o tipo de contato que quero ter na minha vida. Não preciso colecionar likes em fotos, não é isso que dá o tamanho da minha alegria, nem mede a minha popularidade. Ser querida e amada, para mim, é outra coisa. Não vivo para alimentar zumbis ou vampiros da vida alheia.

Aí você, caro leitor, há de se perguntar porque tenho um blog. E a resposta é simples: escrevo porque preciso, porque me alimenta, me deixa em paz. É legal ter um feedback? Um comentário? Sim. Pra caramba, mas não são estes comentários que alimentam minha escrita, não escrevo para os outros, escrevo também para os outros, mas, sobretudo, escrevo para mim, para aliviar a mente. É uma terapia. Então, fica aqui um singelo conselho: se você também está cansado dos falsos amigos de internet, dê um tempo destas redes de relacionamento que, na prática, nos mostram apenas aquilo que queremos ver e não a realidade. Abra os olhos para o que é realmente importante na vida. Nossa passagem é muito rápida nesta vida. Aproveite!

“não consigo lidar”

Uma rápida lista de gente do tipo “não consigo lidar”:

  • Burra
  • Do tipo que se mete em tudo
  • Pessoas que falam baixo como se estivessem sempre contando um grande segredo
  • Gente que assume uma tarefa que, claramente, nunca vai conseguir entregar
  • Pessoas que se atrasam sempre
  • Gente que marca e nunca aparece
  • Pessoas falsas, claro
  • Pessoas maldosas
  • Gente invejosa
  • Gente recalcada

Porque eu mereço a não conformidade

Você não pode ter tudo na vida, me disse, um dia, uma amiga. Desculpa, mas eu posso. Recuso-me a acreditar no contrário. Sim, ao menos acho que posso e, sinceramente, achar que posso já é o primeiro passo. Esta amiga me deu uns 300 mil motivos e fez correlações para provar a tese dela. Ok, respeito. Cada um sabe a vida que tem. E, de fato, olhando de longe a vida desta amiga, fica claro que, no caso dela, ou ela tem uma coisa ou outra. Tipo a Xuxa:  é feliz no trabalho ou no amor. Porra, mas eu quero tudo. E eu tenho tudo o que quero.

Tive um namorado que não cansava de repetir, com um certo grau de inveja, percebo hoje, que ele não entendia como eu conseguia tudo aquilo que queria. E consigo mesmo. É fácil? Não, claro. Na verdade, é difícil pra caramba. As coisas acontecem de forma rápida, vertiginosamente? Nem todas. Em alguns casos, levei anos para conseguir determinadas coisas, mas consegui. Sem contar que me decepcionei com muita gente pelo caminho, mas faz parte. É bom porque ficamos mais fortes e espertos.

A mensagem que fica aqui é: não se conforme! Isso mesmo, não se conforme com a vida, não se conforme com seu emprego, com seu amor, com sua situação financeira. É muito cômodo a gente acreditar que é tudo essa bosta mesmo e tocar o barco sem pensar no que poderíamos fazer de diferente. Pensar cansa, né? Mas, acredite, não precisa ser assim. É possível dar a volta por cima, deixar bagagens pesadas para trás, se reinventar. Sim, é verdade que, para algumas pessoas, tudo parece mais fácil. Mas vale ressaltar aqui a palavra PARECE. Já diz o ditado ‘nem tudo que reluz, é ouro’. Nem tudo o que aparenta tranquilidade, assim o é.

Muitas vezes olhamos a grama do vizinho e a achamos mais verde que a nossa (não estou falando dos californianos que estão pintando suas gramas com tom mais forte de verde para que seus gramados pareçam mais bonitos, apesar da forte seca). Quero que a gente tenha em mente que é preciso saber exatamente o que aquele vizinho passou para ter a grama daquele jeito. Nem todo mundo é aberto, nem todo mundo sai por aí contando seus fracassos e dificuldades. E, acredito, por isso mesmo é que tendemos a achar que, para algumas pessoas, a vida é mais fácil. Tá, vamos combinar que, para poucas pessoas no mundo, para alguns privilegiados, as coisas são mais facilitadas. Há os que nascem ricos, por exemplo. Mas, bem sabemos que dinheiro não é tudo na vida. Bem, pelo menos eu acredito nisso. E não podemos olhar apenas para as minorias.

Então, retomando, não se conforme! Não acredite que tudo o que você tem é exatamente o que você merece ou que você não pode ter tudo o que deseja na vida. Isso não é verdade. Pode ser mais lento e difícil para uns do que para outros, mas acredito que, a seu tempo, para quem se esforça, sempre há uma recompensa. E não estou aqui falando de dinheiro ou apenas de dinheiro. São realizações do tipo: quero um emprego dos sonhos, um ótimo salário, um marido lindo, fiel e bom de cama e, claro, ter filhos lindos e saudáveis com o bônus de viajar para a Europa todos os anos. Sim, acredite, você pode ter tudo isso. Não vale se contentar com o emprego meia boca só porque você tem o marido dos sonhos. Por que não ter os dois?

Não se conforme, não se conforme, não se conforme. Vou repetir até você acreditar que é viável ser feliz. Sem dúvida, volta e meia acontece algo na nossa vida que nos colocar pra baixo. Sei bem o que é isso, já passei por muitos obstáculos, mas não me conformo. E acho que nunca me conformarei.  Tenho uma amiga que sempre se surpreende com a quantidade de vezes que já mudei de emprego. Mas pergunto: por que não? Por que vou continuar trabalhando em um lugar que me faz mal? Que paga pouco? Que pode até valorizar meu trabalho, mas não da forma como eu gostaria? Não faz sentido a gente sacrificar nossa curta passagem nesta terra apenas por conformidade, para se sentir parte de algo. To fora. Eu quero é ser feliz e sempre vou na direção daquilo que acredito que me fará feliz. E isso serve para trabalho, amor e amizades.

Se tenho tudo o que quero? Ainda não. Mas estou quase lá e acredito que vou conseguir tudo mesmo. Logo, a dica do dia é: não se conforme!