Dias dos Pais: principal data do varejo no triemestre.

Mais um dado bacana no Insight do Google. Eles fizeram um estudo mostrando o interesse de pesquisa e, consequentemente, de compras a respeito do Dia dos Pais. A expectativa é  que faturamento com a data alcance R$ 2 bilhões. Se você ainda não fechou sua campanha ou vai fazer aqueles últimos ajustes para aproveitar a reta final,corre que ainda dá tempo. Está na dúvida? Então, veja os dados:

pais

 Principal data do varejo para o terceiro trimestre, o Dia dos Pais vem ganhando relevância quando comparada às outras datas sazonais. O faturamento do varejo para a data e a sua representatividade no calendário anual do e-commerce cresceram 12% em 2016, com um ticket médio de R$ 441.

 Se em 2015 apenas 53% do público pretendia pesquisar antes de comprar os presentes de Dia dos Pais, em 2016 esse número deu um salto para 81%, provando que o consumidor está cada vez mais atento a como gasta seu dinheiro.

 Sites de buscas, comparadores de preço e sites de avaliação foram o destino favorito na hora de fazer essa pesquisa, seguidos das lojas online. Aproximadamente 67% dos pedidos se concentram em cinco categorias: moda e acessórios, livros, telefonia, eletrodomésticos e perfumes e cosméticos.

As projeções mostram que 20 milhões de brasileiros devem comprar presentes até o dia 13 de agosto e as mulheres entre 20 e 34 anos são o público com maior afinidade com a data. Destes, 16 milhões são internautas e 6 milhões são e-shoppers.

Dados do Google mostram que, embora o interesse pelo Dia dos Pais comece a aparecer por volta da segunda semana de julho, é na semana anterior à comemoração que as buscas disparam. Então, como falei lá em cima, corre. Ainda dá tempo de bolar uma campanha bacana e aumentar suas vendas!

Anúncios

Para onde estamos indo?????

caminhos

O sentimento é o mais estranho possível.Revolta? Não. Decepção? Também não. É uma tristeza mesmo, uma melancolia, um sentimento de vazio. É assim que costumo me sentir todas as vezes que aposto em algo errado ou em alguém que eu prezava muito e que dá uma bela pisada na bola comigo. E, pode acreditar, não foram poucas as vezes em que isso aconteceu. Inclusive na família. E continua acontecendo. A impressão que tenho é que não há antídoto para este problema, não há defesa. Nem mesmo o tempo nos dá jogo de cintura para lidar com algumas situações.

Acho também que sou um pouco mestre na arte de escolher caminhos errados. Sim, há de ter alguma explicação plausível para tanto. Qual? Ainda não sei. Talvez descubra algo daqui a alguns anos.

A única certeza que tenho hoje é das coisas que realmente quero e do que é importante para mim. Sim, isso já é bastante, estou no caminho certo. O que preciso fazer? Arregaçar as mangas, fazer uma bela faxina em minha vida. É certo que já comecei este caminho. Longo, diga-se de passagem, mas um caminho extremamente necessário.

Daí você, que me lê com carinho, deve estar se perguntando: “Mas de que diabos a Renata está falando?” Quer mesmo saber? Bem, pouco importa. Motivos não me faltam, acredite. E você, leitor, também já deve ter passado por situações semelhantes, ter sentido o mesmo.

Sabe quando a gente é alvejado por tiro de todos os lados. Por isso, fica aqui apenas um momento de reflexão de que precisamos, cada vez mais, valorizar as pessoas que realmente nos amam. E falo aqui daquele amor incondicional. Do amor de quem nos respeita e nos admira pelo que a gente é e não pelo que tem ou pelo que aparenta ser. Eu aparento ser um tanto de coisas, eu sei, mas estou longe, bem longe, de ser o que a maioria pensa de mim.

Certamente passo mensagens erradas. Grande falha que tenho tentado corrigir (vai aparecer meia dúzia de amigas dizendo que estou fazendo uma avaliação errada sobre a minha pessoa, mas acho que estou sendo realista mesmo). É muito complicado, beirando os 39 anos de vida, ter que reaprender a ser gente, a falar, se posicionar, a agir e reagir a determinadas situações. Que impotência!! Que coisa estranha!!

Que mundo extremamente caótico e bipolar este em que vivemos. Cada vez mais pessoas matam por religião e até mesmo por um pretenso amor. Onde já seu viu… matar por amor?? Pois é, mas acontece. E há quem morra (se mate) pelo mesmo motivo. Não entendo, definitivamente, eu não entendo.

Há quem diga que o problema é a falta de religião. Mas essa é uma desculpa que não me desce, fica aqui, entalado na garganta mesmo. Vejo tantos pregadores por aí cometendo os maiores pecados, até mesmo sobre a vida. Está tudo fora da ordem.

Tenho muitos amigos perdidos também, que não gostam mais de seus trabalhos, de suas famílias, que pensam em mudar completamente o que fazem, alguns até já trilharam este caminho. Mas os problemas não são apenas de ordem financeira, de trabalho…

São crises existenciais. Vejo gente que não sabe para onde ir, olhar, não tem ideia do que fazer. Neste sentido, me sinto até privilegiada. Sei que estou no meio do tiroteio, mas sei de quem (e do que devo) me proteger.

Espero achar uma solução para meus problemas e espero que meus amigos também encontrem seus caminhos. Até porque, na maioria das vezes, a gente não sabe mesmo para onde está indo. Vamos, ao menos, curtir a viagem.

A vida em São Paulo e a saudade do Rio de Janeiro

Mudei há 7 meses. Não parece, eu sei. A sensação é a de que cheguei ontem aqui em São Paulo. Não que sete meses não seja muito tempo. É sim tempo suficiente, mas a cidade é tão grande, empolgante e tem tanto a oferecer que sinto como se não conhecesse nem 1%. Tenho a sensação de que estou sempre perdendo algo, sempre por fora do melhor bar, restaurante, balada, show. ÉTUDOAOMESMOTEMPOAGORA!!! Paranóia total… deve ser o trânsito ou a poluição.Sei lá.

Talvez essa sensação se acentue porque também vivo em Campinas. Ou seja, tenho duas grandes cidades a conhecer, lembrar as ruas, descobrir melhores caminhos para fugir do trânsito, atalhos e, claro, fazer amigos. Aliás, fazer amigos é algo bem difícil em Sampa ou mesmo em Campinas. Não vejo por aqui aquela descontração do amigo do amigo do amigo que acabou de te conhecer e logo te chama para tomar um chope em qualquer esquina do Rio de Janeiro. Não que não tenha feito amizades, mas é bem diferente. Sempre ouvi falar que seria assim, mas vivenciar é mesmo uma experiência pessoal e intransferível. Não estou dizendo que é uma experiência ruim, mas é bem diferente.

Do que sinto falta? Do Rio, claro, de sua paisagem, da praia, das montanhas, do clima, dos amigos verdadeiros e, sem a menor dúvida, da minha família. Por mais que a gente reclame de ter que ir na casa da mãe ou da sogra aos finais de semana, é morando longe que a gente sente falta desses momentos. Tá certo, existem milhões meios de comunicação hoje em dia e o Whats App é um dos meus maiores aliado, mas não é a mesma coisa. Por mais que tenhamos à nossa disposição ícones e emoticons variados, não dá pra sentir cheiro, abraçar ou expressar devidamente aquela emoção sentida.

cropped-vidaaa-151.jpg

Morar longe significa ainda perder boa parte das conquistas e alegrias dos parentes, não acompanhar o crescimento da sobrinha, não ajudá-la com o dever de casa, com as provas do semestre, não presenciar os ataques de histeria deste ou daquele familiar. Acredite, até mesmo dos ataques de histeria a gente sente falta. Morar longe dá um novo sentido à palavra saudade. E olha que eu pensei entender de saudades, afinal o Wellington passou um ano na Austrália.

Mas e o lado bom de estar longe do Rio? Existe? Sim! O único lado realmente bom é poder voltar. Não que a vida aqui não seja boa em Campinas/São Paulo, pelo contrário. E estou amando cada segundo e curtindo a experiência. Mas, sim, os poucos dias que passo em casa, no Rio, são mágicos. A gente quase nunca briga com os parentes, é tudo lindo, festivo, bonito. A cidade meio que nos abraça.

Por mais dias que possa ter de folga, eles sempre são insuficientes para matar a saudade de todos, para ir a todos os lugares, revisitar os cantinhos mais queridos … Bem, vou parar o texto por aqui, to ficando sentimental demais. O importante é pensar que o Natal está chegando e, em breve, estarei na minha cidade maravilhosa e cercada de gente especial. Que venha 2015!!!

o-que-eu-faco-com-a-saudade-tem-dia-que-faco