Bela foi adotada!!!

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Deu certo!! A Bela foi adotada e vai hoje para sua nova casa. Ela terá um irmão peludo e dois mini irmãos humanos, uns fofos. Eles se conheceram no domingo, na cãovivência que acontece na Unicamp. Um dos meninos já queria ter levado a Bela para casa na mesma hora, mas a mãe disse que iria pensar.

Acredito que o menino tenha enchido tanto o saco da mãe que ontem ela mandou mensagem avisando que ficaria com a Bela ❤

É muito amor neste mundo, muita gente bacana, de coração enorme e que sabe ser mais bacana adotar que comprar um cachorro. Certeza que Bela dará muitas lambidas nesta família.

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A vida em São Paulo e a saudade do Rio de Janeiro

Mudei há 7 meses. Não parece, eu sei. A sensação é a de que cheguei ontem aqui em São Paulo. Não que sete meses não seja muito tempo. É sim tempo suficiente, mas a cidade é tão grande, empolgante e tem tanto a oferecer que sinto como se não conhecesse nem 1%. Tenho a sensação de que estou sempre perdendo algo, sempre por fora do melhor bar, restaurante, balada, show. ÉTUDOAOMESMOTEMPOAGORA!!! Paranóia total… deve ser o trânsito ou a poluição.Sei lá.

Talvez essa sensação se acentue porque também vivo em Campinas. Ou seja, tenho duas grandes cidades a conhecer, lembrar as ruas, descobrir melhores caminhos para fugir do trânsito, atalhos e, claro, fazer amigos. Aliás, fazer amigos é algo bem difícil em Sampa ou mesmo em Campinas. Não vejo por aqui aquela descontração do amigo do amigo do amigo que acabou de te conhecer e logo te chama para tomar um chope em qualquer esquina do Rio de Janeiro. Não que não tenha feito amizades, mas é bem diferente. Sempre ouvi falar que seria assim, mas vivenciar é mesmo uma experiência pessoal e intransferível. Não estou dizendo que é uma experiência ruim, mas é bem diferente.

Do que sinto falta? Do Rio, claro, de sua paisagem, da praia, das montanhas, do clima, dos amigos verdadeiros e, sem a menor dúvida, da minha família. Por mais que a gente reclame de ter que ir na casa da mãe ou da sogra aos finais de semana, é morando longe que a gente sente falta desses momentos. Tá certo, existem milhões meios de comunicação hoje em dia e o Whats App é um dos meus maiores aliado, mas não é a mesma coisa. Por mais que tenhamos à nossa disposição ícones e emoticons variados, não dá pra sentir cheiro, abraçar ou expressar devidamente aquela emoção sentida.

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Morar longe significa ainda perder boa parte das conquistas e alegrias dos parentes, não acompanhar o crescimento da sobrinha, não ajudá-la com o dever de casa, com as provas do semestre, não presenciar os ataques de histeria deste ou daquele familiar. Acredite, até mesmo dos ataques de histeria a gente sente falta. Morar longe dá um novo sentido à palavra saudade. E olha que eu pensei entender de saudades, afinal o Wellington passou um ano na Austrália.

Mas e o lado bom de estar longe do Rio? Existe? Sim! O único lado realmente bom é poder voltar. Não que a vida aqui não seja boa em Campinas/São Paulo, pelo contrário. E estou amando cada segundo e curtindo a experiência. Mas, sim, os poucos dias que passo em casa, no Rio, são mágicos. A gente quase nunca briga com os parentes, é tudo lindo, festivo, bonito. A cidade meio que nos abraça.

Por mais dias que possa ter de folga, eles sempre são insuficientes para matar a saudade de todos, para ir a todos os lugares, revisitar os cantinhos mais queridos … Bem, vou parar o texto por aqui, to ficando sentimental demais. O importante é pensar que o Natal está chegando e, em breve, estarei na minha cidade maravilhosa e cercada de gente especial. Que venha 2015!!!

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Saudades da família

presenteQuem mora longe de casa sabe que a saudade é de matar. Saudade de tudo: da família, da casa, dos amigos, dos cachorros, plantas, bares favoritos … enfim, tudo. Dá saudade de tudo o que é bom. Como lidar? Não sei, ainda não descobri. Por enquanto, vou vivendo. Procuro descobrir sempre coisas novas, fazer amizades, criar raízes.

O foda é voltar pra casa. Passei 3 dias com a família no Rio e voltar foi um sofrimento. É muito ruim ter que entrar no carro/ônibus/avião e seguir para casa. É ruim não ter tempo de fazer tudo o que se quer, de ver todos os amigos, de aproveitar 100% da cidade. Três dias é tempo de menos. Dá só pra dar um gostinho de quero mais. Well voltou pra casa com essa mesma sensação. Foi ótimo, mas foi pouco.

E agora? Bem, agora é abraçar com força a nova realidade e aguardar a próxima oportunidade de estar perto daqueles que amamos.

Um finde em Brasília

Aproveitei o fim de semana de bobeira para fazer algo que há muito queria: fui visitar meus tios e primo em Brasília. Estava chovendo, mas, mesmo assim, foi ótimo. Assim que cheguei, no começo da tarde de sábado, fomos a um restaurante muito bacana, onde come-se muito e come-se bem, chamado Galeteria e Pizzaria da Mamma. De lá, fomos para o Conjunto Nacional. Ajudei meu tio na compra de um celular novo e ainda ganhei uma capinha linda para meu Iphone: ele está vestido como se fosse uma fita cassete !!!

À noite, fui com meu primo, a namorada dele e minha tia para o Pontão, onde ficamos de papo e comemos à beira do lago.  Domingo, bem cedo, fui com minha tia na feirinha de artesanato da Torre de TV, programa básico para todo turista. Depois, já em casa, foi minha vez de baixar todos os apps para o cel do meu tio. ADORO fazer estas coisas.

Depois da janta, voltei pra casa. Rápido, eu sei, mas o melhor de tudo foi matar a saudade de pessoas queridas, maravilhosas e com uma energia ótima.  Que venham outras viagens !!!

 

Constatações:

1 – Quero uma mesa de sinuca na minha próxima casa

2- Quero um cachorro de pêlo baixo

3 – Quero conhecer Londres

4 – O Rio de Janeiro é mesmo uma cidade maravilhosa, mas também sou grata à São Paulo.

5 – Amo meu namorado

6 – To feliz com o rumo que minha vida está tomando

7 – Tenho amigos fantásticos e leais

8- Minha família é foda e louca rs

9 – Adoro tomar banho no mar

10 – Vou deixar meu cabelo crescer novamente